<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798</id><updated>2012-01-25T23:07:46.127-02:00</updated><category term='Ciência'/><category term='Música'/><category term='Cultura'/><category term='Artigos'/><category term='Teatro de Rua'/><category term='Religião'/><category term='Aikido'/><category term='Ateísmo'/><category term='Hmmm'/><category term='Mídia'/><category term='Sínteses'/><category term='Diário de um corneteiro'/><category term='Meio Ambiente'/><category term='Filosofia'/><category term='Vídeos'/><category term='Contos'/><category term='Educação'/><category term='Poesia'/><category term='Ceticismo'/><category term='Política'/><category term='Eu'/><title type='text'>Canção Noturna</title><subtitle type='html'>"Educação é a progressiva descoberta de sua própria ignorância." Will Durant</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>294</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3631123523952467166</id><published>2012-01-25T23:04:00.002-02:00</published><updated>2012-01-25T23:07:46.133-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Ataque a Pinheirinho: teu nome é Golpe de Estado</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Domingo, 6h da manhã. Dessa vez, a barbárie costumeira das tropas do  líder nazi-separatista paulista deu-se em S. José dos Campos. Armados  até os dentes e apoiados por cães, helicópteros e a guarda municipal da  prefeitura local, 1.800 soldados de Alckmin atacaram as famílias que  ainda dormiam em Pinheirinho. Mesmo com maquiagem da imprensa amiga e a  cumplicidade do prefeito do mesmo partido, é impossível acreditar que  não houve vítimas fatais. Pinheirinho era habitada por 1660 famílias,  num total de aproximadamente 6 mil pessoas. Gente pobre, comum.  Mulheres, crianças, idosos, trabalhadores, pequenos comerciantes, padre,  igreja etc… A comunidade de Pinheirinho não era boca de fumo,  esconderijo de bandidos ou de terroristas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Assassino, covarde, traiçoeiro, truculento, insensível, desumano,  pragmático… Podemos adjetivar o governador de São Paulo de diversas  formas. Ou de todas essas associadas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O que aconteceu em Pinheirinho foi golpe, casca de banana jogada no  assoalho do Palácio da Alvorada. A meu ver, o principal propósito da  ação e sua carga de violência desproporcional foi o de provocar uma  crise institucional entre São Paulo e a Federação na qual o PiG estaria  pronto para mergulhar e nadar de braçada.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A isca foi favorecer ao escroque Naji Nahas – criminoso financeiro &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u420302.shtml" target="_blank"&gt;preso&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;  em 2008 junto com Celso Pitta e Daniel Dantas na operação Satiagraha. O  terreno de Pinheirinho faz parte da tal massa falida do patrimônio de  uma das empresas de Nahas, e ficará arrolado num desses intermináveis  processos contra criminosos do colarinho branco que resultam em  absolutamente nada. Provavelmente o terreno ficará desocupado, cercado e  inútil por anos, décadas talvez. Além disso, Naji Nahas, deve R$ 14  milhões em impostos ao governo federal e R$ 15 milhões ao governo  estadual. Só este dinheiro daria para comprar Pinheirinho…&lt;span id="more-3487"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A afirmação de Andréa Mararazzo (pré-candidato do PSDB à prefeitura  de São Paulo) no Twitter, domingo, durante o ataque a Pinheirinho, é um  exemplo claro das intenções da direita golpista de São Paulo. Disse ele:  “Imagine um governador não cumprindo ordens da justiça, não cumprindo  as leis! Aqui não é Brasília…” É claro que a “justiça” à qual se referiu  o tucano é a paulista – a mesma que é conivente com o PSDB e engaveta  dezenas de pedidos de CPIs há 18 anos. É mais falsa que nota de 3 reais.  E quando afirma: “Aqui não é Brasília (reticências)” – sugere que no  Brasil há dois governos distintos e que o Federal não é reconhecido em  São Paulo. A OAB também descobriu o mesmo: houve “quebra do Pacto  Federativo” na desocupação de Pinheirinho – disseram em &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,para-oab-houve-quebra-do-pacto-federativo-em-desocupacao,825935,0.htm" target="_blank"&gt;nota&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em miúdos: líder da direita golpista, Alckmin desafiou a autoridade  da presidenta. Chamou pra brigar em público com todo o exército do PiG  salivando em volta, preparando sua artilharia para uma possível  “cobertura à moda da casa” de uma possível e muito bem vinda crise  institucional.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por enquanto Dilma se controla na base do “onde um não quer, dois não  brigam”. Mesmo sendo provocada por um fato que mexe na ferida mais  antiga e mais profunda: a ação de Alckmin, violenta e traiçoeira contra  gente simples e trabalhadeira, faz lembrar os anos da ditadura, quando  policiais do regime militar tinham carta branca para prender, torturar  e/ou matar quem lhes desse na telha. Porque em qualquer democracia onde a  imprensa não é um partido político terrorista, onde existe pluralidade  de opiniões em suas redações e respeito à verdade, seria o caso de  intervenção de tropas federais. Seria o caso de iniciar um processo de  impeachment do governador paulista que, mais do que qualquer político da  direita brasileira, não passa de um criminoso.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não é a primeira nem a segunda nem a terceira tentativa de chamar o  Governo Federal para a briga. Operação idêntica em intenções já havia  sido deflagrada uma semana antes, na cracolândia. E antes dessa, na USP.  Em maior ou menor escala, Alckmin usa a mesma tática – o terrorismo de  estado – com os mesmos objetivos: quer brigar com a Federação a qualquer  custo, sempre com o PiG a tiracolo. Por que a imprensa mostra toda a  dor dos moradores de Pinheirinho, se é do partido do governador? Porque  imagens de muita dor ajudariam a atrair Dilma para a arena. Reparem:  embora a imprensa estivesse proibida de entrar em Pinheirinho para  cobrir as ações, todos os veículos estão dando matéria de capa ao  ataque. Imagens abundam, vídeos também como &lt;strong&gt;&lt;a href="http://tv.estadao.com.br/videos,MORADORES-DE-PINHEIRINHO-ACUSAM-PM-DE-DESTRUIR-BENS,158733,250,0.htm" target="_blank"&gt;este&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; do Estadão ou &lt;strong&gt;&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1779545-7823-POLICIAIS+MILITARES+OCUPAM+A+FAVELA+PINHEIRINHO+EM+SAO+JOSE+DOS+CAMPOS+SP,00.html" target="_blank"&gt;este&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; da Globo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Cabe lembrar que, apesar de Dilma ter seu governo avaliado por 59% da  população como ótimo e bom, 33% como regular e apenas 6% como  ruim/péssimo – segundo última &lt;strong&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/01/dilma-tem-aprovacao-superior-de-lula-no-1-ano-aponta-datafolha.html" target="_blank"&gt;pesquisa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;  do DataFolha – duas semanas de manchetes bem encadeadas entre os 4  grandes do PiG em cima de uma crise institucional, faria a popularidade  da presidenta desmoronar como um castelo de areia e abriria o caminho  para um golpe de estado. É essa, e sempre foi essa – a queda de  popularidade dos governos petistas – a oportunidade que o oligopólio  inconstitucional da mídia espera que surja desde 2002.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Até agora Dilma não comprou briga com Alckmin. Depois dos estudantes  da USP, dos doentes da cracolândia, no último domingo foi a vez de 1.660  famílias de Pinheirinho serem castigadas – vítimas inocentes que  estavam “no lugar errado e na hora errada&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;img src="img/blank.gif" alt="Link" class="gl_link" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quais serão as próximas vítimas de Alckmin? Não tenham dúvidas,  outras virão. Idênticas. É o que resta a eles. Atualmente, a pergunta  mais perigosa que paira em nosso horizonte é: até quando a presidenta  vai resistir às cutucadas com vara curta do governador paulista?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Texto retirado do Blog:&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://oqueseraquemeda.wordpress.com/"&gt; O que será que me dá?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-3631123523952467166?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/3631123523952467166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=3631123523952467166&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3631123523952467166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3631123523952467166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2012/01/ataque-pinheirinho-teu-nome-e-golpe-de.html' title='Ataque a Pinheirinho: teu nome é Golpe de Estado'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7126858542703401134</id><published>2012-01-12T13:22:00.001-02:00</published><updated>2012-01-12T13:24:09.035-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Crise: Uma Reflexão Marxista do Rio à Atenas</title><content type='html'>&lt;div class="field field-type-content-taxonomy field-field-autor"&gt;     &lt;div class="field-items"&gt;             &lt;div class="field-item odd"&gt;                       &lt;div class="field-label-inline-first"&gt;               Autor: &lt;/div&gt;                     &lt;a href="http://www.advivo.com.br/categoria/autor/felipe-demier" rel="tag" title=""&gt;FELIPE DEMIER&lt;/a&gt;        &lt;/div&gt;         &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;De Trancoso a Atenas: o didatismo marxista do capitalismo atual&lt;/p&gt;FELIPE DEMIER, DO RIO DE JANEIRO, ESPECIAL PARA O SITE DO PSTU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Muito tempo se passou desde que Marx e Engels, no velho Manifesto  do Partido Comunista, afirmaram ser o Estado moderno um “comitê de  negócios da classe dominante”. Pouco mais de vinte anos depois, o mesmo  Marx, em sua brochura sobre a Comuna de Paris, assinalaria, sem rodeios,  que os processos eleitorais sob o capitalismo não passavam de momentos  nos quais os oprimidos eram autorizados “a decidir qual, entre os  membros da classe dominante, será o que, no parlamento, os representará e  esmagará”. Em outra oportunidade, o velho Engels, em um ousado trabalho  de sistematização sociológica, definiu o aparelho de Estado como uma  “organização da classe exploradora” voltada para a manutenção, pela  força, “da classe explorada nas condições de opressão exigidas pelo modo  de produção existente”. Muito tempo também se passou, embora um pouco  menos, desde que Lênin, numa linguagem direcionada para a agitação  política, caracterizou o regime democrático-liberal como uma “democracia  mutilada, miserável, falsificada, uma democracia só para os ricos, para  uma minoria”. Seguindo essa trilha interpretativa, autores como Trotsky  e Gramsci procuraram analisar as diferentes formas assumidas por essa  dominação de classe exercida pelo Estado, as quais se expressariam em  diferentes regimes políticos que, em dosagens diferentes, fariam sempre  uso de elementos de consenso e coerção. Em todos os casos, o Estado  moderno seria, essencialmente, um Estado de classe. Mas tudo isso já faz  muito tempo. &lt;p&gt;De lá pra cá, não foram poucos os que, dentro e fora do campo  marxista (e muitos migraram do primeiro para o segundo), envidaram  esforços para refutar estas assertivas “dinossaurescas”; rios de tinta,  nascidos de muita ginástica retórica, foram desperdiçados para apontar a  perspectiva “ideológica” (no sentido vulgar do termo) e extremamente  “reducionista” que as vertebravam. “Cidadania”, “republicanismo”,  “esfera pública”, “ética” e até mesmo “hegemonia” foram categorias  mobilizadas, mais ou menos honestamente, mais ou menos cinicamente, para  demonstrar o quão aqueles vetustos pensadores nada acadêmicos estavam  equivocados; alguns, mais conciliadores, mas não menos ardilosos,  alegaram que talvez tais idéias tivessem tido lá algum lastro nas  condições sociais em que foram formuladas, mas que, posteriormente, a  realidade havia se tornado “muito mais complexa” – alguns têm uma  verdadeira obsessão em dizer isso – do que naqueles tempos de antanho.  Nas últimas décadas, as vertentes pós-modernas recusaram-se a sequer  debater cientificamente com a tradição marxista, limitando-se a, com sua  peculiar arrogância cool, tratar tanto a ciência quanto o marxismo como  “discursos” utópicos, pueris e até mesmo românticos. Já os finórios  jornalistas políticos, por sua vez, fizeram o que foram ensinados e  melhor sabem fazer: ignoraram simplesmente a existência de qualquer  pensamento crítico. Advindos dos departamentos acadêmicos e das salas da  Presidência, das ONG’s e dos Institutos Milleniuns, das redações de TV e  das Casas do saber, todos esses apologistas do “Estado democrático de  direito” parecem ter conformado, no Brasil, uma espécie de grande  partido da ordem. Defensor do atual estado de coisas, esse partido,  flexível e democrático, tem lugar garantido também para os que  defenderam ditaduras no passado (recente) e até para os que negam que  qualquer coisa exista objetivamente. Todas as suas alas são, como dizem  os populares, farinha do mesmo saco. Nos últimos anos, é inegável que  esse partido tem se mostrado forte.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, paradoxalmente, também nesses últimos anos, os  acontecimentos, no Brasil e no mundo, parecem cada vez mais evidenciar a  contradição existente entre a verdadeira natureza desse atual estado de  coisas e o que dizem seus partidários incondicionais. Assim, um tanto  quanto ironicamente, a dinâmica política do presente parece resgatar as  teses de Marx, Engels, Lênin e outros revolucionários de outrora acerca  da essência do Estado e da democracia na sociedade burguesa. Talvez não  seja arriscado dizer que alguns eventos dos últimos dias conferem a elas  ainda mais justeza do que possuíam quando foram escritas. Brincando  livremente com a antiga dialética alemã, pode-se dizer que os fatos  parecem estar correndo ao encontro das idéias, procurando confirmá-las  mais uma vez.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Provincianamente, comecemos por um episódio que teve lugar aqui pelas  bandas turísticas do litoral nordestino, onde o acaso, puxando o véu  ideológico, foi quem permitiu ao “Estado democrático de direito”  mostrar-se tal como efetivamente é. Um desastre aéreo lançou luz sobre  as íntimas relações cultivadas entre o governador do Rio de Janeiro  (eleito e reeleito, aliás, por fortes alas do grande partido da ordem),  mega-empresários, empreiteiros, donos de resorts, de aviões, de  helicópteros, doleiros e outros estratos da lúmpem-burguesia fluminense.  A imprensa, impingida pelas circunstâncias e pela pressão de um  corajoso deputado estadual, divulgou o fato. Aparentemente, tratar-se-ia  de um escândalo, como gostam os jornais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ocorreu, entretanto, que a imprensa não poderia alardear como  escândalo aquilo que é a natureza mesma do poder político sob o regime  do Capital, aquilo que todo mundo sabe, mas que não se diz, e que, se  dito, não implica, necessariamente, em nenhuma acusação, pois não pode  haver nada de anormal em se portar normalmente, não poder haver crime no  fato de um governador e um empresário agirem como devem agir um  governador e um empresário. A declaração de um dos milionários envolvido  indiretamente no caso (tratado como pop star tanto pelas revistas de  salão feminino, quanto pelos famosos colunistas de notícias de três  linhas) foi bastante esclarecedora quanto a isso; corretamente (do ponto  de vista do sistema, claro), o “acusado” alegou que, como qualquer  cidadão, é livre para “escolher suas amizades” e para “escolher a quem  empresta seus aviões”. O governador, por sua vez (também corretamente do  ponto de vista do sistema), não se viu na obrigação de dar explicações  sobre onde e com quem passa seus feriados prolongados. Como bons  “professores marxistas”, o empresário e o governador davam uma  verdadeira aula sobre os fundamentos do Estado na sociedade atual. A  imprensa, talvez percebendo que, movida por vis interesses  mercadológicos, também estava contribuindo para o didatismo classista,  flexionou sua abordagem, e passou a destacar o fato de que não havia  licitação em muitos dos contratos firmados entre o governo estadual e a  empreiteira de propriedade de um dos convivas do governador. O detalhe  da questão tentou ser transformado em seu cerne. Mas já era tarde. A  falta de licitação não era senão um mero adereço jurídico de uma  roupagem ideológica que escondia o eterno romance do poder com o  Capital. Com ou sem ele, o rei, ou melhor, o governador, estava nu. A  aula tinha sido dada, e quem assistiu não teve dificuldade em apreender  seu conteúdo. Tudo foi facilitado porque o próprio  “professor-governador” – que, aliás, parece pretender matar de fome  todos os professores do “seu” Estado – fazia uso de recursos didáticos e  seguia um bem preparado cronograma de aulas: poucos dias antes de ir  para suas libações nas areias privatizadas de Trancoso, se encarregou de  ordenar que o cruento BOPE – retratado, de forma laudatória, por um  conhecido cineasta que, paradoxalmente (ou melhor, esquizofrenicamente),  apoiou a campanha à reeleição do corajoso deputado que denunciou o  governador (?!) – esmagasse uma mobilização dos bombeiros que  reivindicava um salário mensal de 2000 reais (provavelmente um valor  próximo ao das diárias no referido resort). Cerca de três meses antes, a  polícia estadual havia levado à prisão, e a justiça lá mantido por três  dias, 13 ativistas (sendo 10 militantes do PSTU, um nacionalista, um  menor do PSOL e uma sexagenária tricolor) que protestavam contra a  visita de Obama no país. A um só tempo, o Estado, em sua forma  democrático-liberal, se mostrava como um “comitê de negócios da classe  dominante” e como uma “organização de repressão” dirigida contra os  descontentes – como sugeriram, há muito tempo, os “ultrapassados”  teóricos do pré-diluviano materialismo histórico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Num salto geográfico – mas não analítico – chegamos a Atenas. Em meio  à crise econômica, o governo do país requisitou mais empréstimos à  banca internacional para conseguir pagar as dívidas que com ela arcara.  Como condição pra receber o montante, o governo tinha que aprovar um  pacote eufemisticamente chamado pela imprensa – sempre ela – de  “austeridade fiscal”: demitir milhares e milhares de trabalhadores do  serviço público, cortar direitos sociais e aumentar impostos, entre  outras medidas que até mesmo o mais despótico dos generais da Birmânia  sabe que não são lá muito “humanitárias”. Só elas, porém, poderiam  salvaguardar os interesses materiais do partido da ordem de lá, composto  por uma associação entre a banca internacional e a timorata burguesia  grega. O antagonismo existente entre a vontade popular, isto é, entre a  vontade da enorme maioria da nação, e os da ínfima minoria capitalista  do país (associada à banca internacional) ficou “nítido como um  girassol” de Fernando Pessoa, e se expressou fisicamente na oposição  entre a Praça e o Parlamento, entre os trabalhadores que ocupavam a  primeira e a polícia que violentamente defendia o segundo. O governo  neoliberal “de esquerda”, talvez constrangido, talvez não, levou o  pacote à votação. O Parlamento, fazendo jus à sua natureza (e não a  subvertendo, como querem alguns), o aprovou. Do lado de fora, nas ruas,  os trabalhadores fizeram greve geral, protestaram, queimaram pneus e  tudo mais o que podiam fazer naquelas condições. O ódio era justo. A  polícia fez o que era a sua função: reprimiu, prendeu, bateu e tudo mais  o que podia fazer naquelas condições.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Retomando as idéias de Marx sobre a existência de uma separação  relativa entre as esferas “econômica” e “política” na sociedade  capitalista – decorrência do fato de que nela a apropriação de  excedentes não se baseia, fundamentalmente, em expedientes  “extra-econômicos” –, a arguta historiadora Ellen Wood, estudiosa da  Grécia antiga, chamou a atenção para o que seria a essência e, ao mesmo  tempo, a particularidade da democracia dos tempos modernos. Resultante  política de um uma forma social baseada no trabalho livre assalariado,  na qual os proprietários dos meios de produção não se diferenciam  juridicamente dos não-proprietários, ou seja, dos que trabalham – o que  não existia nem no mundo antigo nem no medieval –, a democracia moderna  (diferentemente de sua antecessora ateniense) é formalmente acessível a  todos os estratos sociais; somente nela, a “cidadania política” foi  finalmente estendida (não sem muita luta dos movimentos operário, negro e  feminista) a todos os segmentos da população (trabalhadores braçais,  mulheres, negros, pobres e despossuídos em geral). Sob o capitalismo,  assinalou Wood, a democracia política se manifestaria, então, na sua  forma historicamente mais inclusiva, embora, ela, em função da separação  relativa entre a “economia” e a “política”, já não decidisse  efetivamente sobre os reais fundamentos da vida social dos cidadãos que  dela “participam” (diferentemente da antiga democracia ateniense).  Justamente por isso, ela podia ser uma democracia formalmente bastante  ampliada, como jamais se vira antes. Corroborando a tese de Wood, e  arriscando-nos a rapidamente lapidá-la, podemos dizer que, se é verdade  que a “esfera política” já não delibera sobre as bases da exploração de  classe – isto é, os parlamentos não votam a favor ou contra a  “mais-valia”, ela simplesmente (economicamente) existe –, é também fato  que a intensidade dessa exploração pôde, em alguns regimes  democrático-liberais, ser debatida e até mesmo ocasionalmente freada  graças à presença de algumas poucas representações políticas dos  trabalhadores nas instâncias políticas formais. Ainda que de forma  moderada, às vezes distorcida, os trabalhadores gozavam de alguma  representatividade em certas democracias liberais, as quais não deixavam  de ser, evidentemente, “democracias de uma minoria”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A novidade apresentada pelas últimas décadas, sobretudo nos últimos  anos, é que, em quase a totalidade das chamadas “democracias  representativas”, já não há representação política alguma de amplas  camadas da população e, por conseguinte, já não há sequer a chance de,  pelos caminhos institucionais, impor limites aos desejos nada secretos  do Capital. O caso da Grécia é exemplar. Ao aprovar o pacote exigido por  uma minoria, mesmo sabendo que a ingente maioria do país era  peremptoriamente contrária a ele, o Parlamento grego mostrou que se  constitui, na verdade, em uma instituição totalmente indiferente à  vontade popular. Parafraseando Marx, pode-se dizer que se essa  instituição fora alguma vez um “corpo de parlamentares livremente  eleitos pelo povo”, ela se transformou, indubitavelmente, em um  “parlamento usurpador de uma classe” (os capitalistas), e “reconheceu,  mais uma vez, que cortara, ela mesma, os músculos que ligavam a cabeça  parlamentar ao corpo da nação”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O caráter burguês da democracia moderna possivelmente atingiu seu  paroxismo nos dias atuais. Ela já não é só uma democracia para a  burguesia, mas é também uma democracia apenas para a burguesia. Dela só  podem participar as alas do partido da ordem. Se na democracia antiga,  aqueles que trabalhavam, os escravos, estavam dela excluídos (além das  mulheres, dos metecos e dos xenos – estrangeiros residentes e não  residentes, respectivamente), na democracia moderna, são também os que  trabalham, o proletariado contemporâneo (seja ele formal, informal,  precarizado, imigrante etc.), que se encontram alijados das instâncias  políticas decisórias. Na Grécia, como em Portugal, Espanha e tantas  outras partes do mundo, já não há nenhuma ligação entre a vontade da  maioria de população e o poder político constituído, e isso talvez na  terra de Clístenes adquira um simbolismo maior do que em qualquer outro  lugar. Nas próximas eleições gregas, onde se manifestará a vontade dos  milhões de insatisfeitos com o governo neoliberal “de esquerda”, mas  que, tampouco, querem a volta dos neoliberais de direita? As últimas  eleições portuguesas, aliás, foram elucidativas quanto a isso. A  democracia burguesa atual, face à inexistência de uma alternativa  organizada anti-sistêmica (revolucionária), faz com que, cada vez mais,  enormes contingentes populacionais posicionem-se nos pleitos tal como  torcedores de um time eliminado o fazem diante de uma disputa de  pênaltis entre duas outras equipes que foram à final, e com as quais não  simpatizam nem um pouco: só lhe resta torcer – torcer ou votar, tanto  faz – contra aquela que mais desprezam, ou contra aquela que mais  recentemente lhe impôs derrotas. As representações políticas da  burguesia mundial, capitaneadas pelos representantes da burguesia grega,  vêm cumprindo, assim, um inestimável papel didático-marxista. Despindo  suas democracias de todos os disfarces, livrando-as de quaisquer  rebuços, ensinam que a democracia burguesa atual é cada vez mais uma  democracia “mutilada, miserável, falsificada, uma democracia só para os  ricos, para uma minoria”, como bem disse, certa feita, o velho líder  bolchevique. Mas isso já faz muito tempo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7126858542703401134?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7126858542703401134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7126858542703401134&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7126858542703401134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7126858542703401134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2012/01/crise-uma-reflexao-marxista-do-rio.html' title='Crise: Uma Reflexão Marxista do Rio à Atenas'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-5012486128064562522</id><published>2012-01-07T16:14:00.002-02:00</published><updated>2012-01-07T16:15:49.593-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>12 mitos do capitalismo</title><content type='html'>&lt;span class="entr_single"&gt;São muitos e variados os tipos e meios de  manipulação em que a ideologia burguesa se foi alicerçando ao longo do  tempo. Um dos tipos mais importantes são os mitos. Trata-se de um  conjunto de falsas verdades, mera propaganda que, repetidas à exaustão,  acriticamente, ao longo de gerações, se tornam verdades insofismáveis  aos olhos de muitos.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.odiario.info/wp-content/themes/default/images/raya_pret.gif" alt="" height="1" width="100%" /&gt;&lt;div class="entrytext"&gt; &lt;p&gt;Um  comentário amargo, e frequente após os períodos eleitorais, é o de que  “cada povo tem o governo que merece”. Trata-se de uma crítica errónea,  que pode levar ao conformismo e à inércia e castiga os menos culpados.  Não existem maus povos. Existem povos iletrados, mal informados,  enganados, manipulados, iludidos por máquinas de propaganda que os  atemorizam e lhes condicionam o pensamento. Todos os povos merecem  sempre governos melhores.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A mentira e a manipulação são hoje armas de opressão e destruição  maciça, tão eficazes e importantes como as armas de guerra tradicionais.  Em muitas ocasiões são complementares destas. Tanto servem para ganhar  eleições como para invadir e destruir países insubmissos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;São muitos e variados os tipos e meios de manipulação em que a  ideologia capitalista se foi alicerçando ao longo do tempo. Um dos tipos  mais importantes são os mitos. Trata-se de um conjunto de falsas  verdades, mera propaganda que, repetidas à exaustão, acriticamente, ao  longo de gerações, se tornam verdades insofismáveis aos olhos de muitos.  Foram criadas para apresentar o capitalismo de forma credível perante  as massas e obter o seu apoio ou passividade. Os seus veículos mais  importantes são a informação mediática, a educação escolar, as tradições  familiares, a doutrina das igrejas, etc. (*)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apresentam-se neste texto, sucintamente, alguns dos mitos mais comuns da mitologia capitalista.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;•  No capitalismo qualquer pessoa pode enriquecer à custa do seu trabalho.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que o regime capitalista conduz automaticamente qualquer pessoa a ser rica desde que se esforce muito. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo oculto é obter o apoio acrítico dos trabalhadores no  sistema e a sua submissão, na esperança ilusória e culpabilizante em  caso de fracasso, de um dia virem a ser também, patrões de sucesso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, a probabilidade de sucesso no sistema capitalista para o  cidadão comum é igual à de lhe sair a lotaria. O “sucesso capitalista”  é, com raras excepções, fruto da manipulação e falta de escrúpulos dos  que dispõem de mais poder e influência. As fortunas em geral derivam  directamente de formas fraudulentas de actuação. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este mito de que o sucesso é fruto de uma mistura de trabalho  afincado, alguma sorte, uma boa dose de fé e depende apenas da  capacidade empreendedora e competitiva de cada um, é um dos mitos que  tem levado mais gente a acreditar no sistema e a apoiá-lo. Mas também,  após as tentativas falhadas, a resignarem-se pelo aparente falhanço  pessoal e a esconderem a sua credulidade na indiferença. Trata-se dos  tão apregoados empreendedorismo e competitividade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• O capitalismo gera riqueza e bem-estar para todos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que a fórmula capitalista de acumulação de  riqueza por uma minoria dará lugar, mais tarde ou mais cedo, à  redistribuição da mesma. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo é permitir que os patrões acumulem indefinidamente sem  serem questionados sobre a forma como o fizeram, nomeadamente sobre a  exploração dos trabalhadores. Ao mesmo tempo mantêm nestes a esperança  de mais tarde serem recompensados pelo seu esforço e dedicação. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, já Marx tinha concluído nos seus estudos que o objectivo  final do capitalismo não é a distribuição da riqueza mas a sua  acumulação e concentração. O agravamento das diferenças entre ricos e  pobres nas últimas décadas, nomeadamente após o neo-liberalismo, provou  isso claramente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este mito foi um dos mais difundidos durante a fase de “bem-estar  social” pós guerra, para superar os estados socialistas. Com a queda do  émulo soviético, o capitalismo deixou também cair a máscara e perdeu  credibilidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• Estamos todos no mesmo barco.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que não há classes na sociedade, pelo que as  responsabilidades pelos fracassos e crises são igualmente atribuídas a  todos e portanto pagas por todos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo é criar um complexo de culpa junto dos trabalhadores que  permita aos capitalistas arrecadar os lucros enquanto distribui as  despesas por todo o povo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, o pequeno numero de multimilionários, porque detém o  poder, é sempre auto-beneficiado em relação à imensa maioria do povo,  quer em impostos, quer em tráfico de influências, quer na especulação  financeira, quer em off-shores, quer na corrupção e nepotismo, etc. Esse  núcleo, que constitui a classe dominante, pretende assim escamotear que  é o único e exclusivo responsável para situação de penúria dos povos e  que deve pagar por isso. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este é um dos mitos mais ideológicos do capitalismo ao negar a existência de classes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• Liberdade é igual a capitalismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que a verdadeira liberdade só se atinge com o  capitalismo, através da chamada auto-regulação proporcionada pelo  mercado. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo é tornar o capitalismo uma espécie de religião em que  tudo se organiza em seu redor e assim afastar os povos das grandes  decisões macro-económicas, indiscutíveis. A liberdade de negociar sem  peias seria o máximo da liberdade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, sabe-se que as estratégias político económicas, muitas  delas planeadas com grande antecipação, são quase sempre tomadas por um  pequeno número de pessoas poderosas, à revelia dos povos e dos poderes  instituídos, a quem ditam as suas orientações. Nessas reuniões, em  cimeiras restritas e mesmo secretas, são definidas as grandes decisões  financeiras e económicas conjunturais ou estratégicas de longo prazo.  Todas, ou quase todas essas resoluções, são fruto de negociações e  acordos mais ou menos secretos entre os maiores empresas e  multinacionais mundiais. O mercado é pois manipulado e não  auto-regulado. A liberdade plena no capitalismo existe de facto, mas  apenas para os ricos e poderosos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este mito tem sido utilizado pelos dirigentes capitalistas para  justificar, por exemplo, intervenções em outros países não submissos ao  capitalismo, argumentando não haver neles liberdade, porque há regras. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• Capitalismo igual a democracia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que apenas no capitalismo há democracia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo deste mito, que é complementar do anterior, é impedir a  discussão de outros modelos de sociedade, afirmando não haver  alternativas a esse modelo e todos os outros serem ditaduras. Trata-se  mais uma vez da apropriação pelo capitalismo, falseando-lhes o sentido,  de conceitos caros aos povos, tais como liberdade e democracia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na realidade, estando a sociedade dividida em classes, a classe mais  rica, embora seja ultra minoritária, domina sobre todas as outras.  Trata-se da negação da democracia que, por definição, é o governo do  povo, logo da maioria. Esta “democracia” não passa pois de uma ditadura  disfarçada. As “reformas democráticas” não são mais que retrocessos,  reacções ao progresso. Daí deriva o termo reaccionário, o que anda para  trás.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tal como o anterior este mito também serve de pretexto para criticar e atacar os regimes de países não capitalistas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• Eleições igual a Democracia. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que o acto eleitoral é o sinonimo da democracia e esta se esgota nele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo é denegrir ou diabolizar e impedir a discussão de outros  sistemas politico-eleitorais em que os dirigentes são estabelecidos por  formas diversas das eleições burguesas, como por exemplo pela idade,  experiencia, aceitação popular, etc. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade é no sistema capitalista, que tudo manipula e corrompe,  que o voto é condicionado e as eleições são actos meramente formais. O  simples facto da classe burguesa minoritária vencer sempre as eleições  demonstra o seu carácter não representativo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O mito de que, onde há eleições há democracia, é um dos mais enraizados, mesmo em algumas forças de esquerda. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• Partidos alternantes igual a alternativos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que os partidos burgueses que se alternam periodicamente no poder têm políticas alternativas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo deste mito é perpetuar o sistema dentro dos limites da  classe dominante, alimentando o mito de que a democracia está reduzida  ao acto eleitoral.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade este aparente sistema pluri ou bi-partidário é um sistema  mono-partidário. Duas ou mais facções da mesma organização política,  partilhando políticas capitalistas idênticas e complementares,  alternam-se no poder, simulando partidos independentes, com políticas  alternativas. O que é dado escolher aos povos não é o sistema que é  sempre o capitalismo, mas apenas os agentes partidários que estão de  turno como seus guardiões e continuadores. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O mito de que os partidos burgueses têm politicas independentes da  classe dominante, chegando até a ser opostas, é um dos mais  propagandeados e importantes para manter o sistema a funcionar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• O eleito representa o povo e por isso pode decidir tudo por ele.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que o político, uma vez eleito, adquire plenos poderes e pode governar como quiser.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo deste mito é iludir o povo com promessas vãs e escamotear as verdadeiras medidas que serão levadas à prática.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, uma vez no poder, o eleito auto-assume novos poderes.  Não cumpre o que prometeu e, o que é ainda mais grave, põe em prática  medidas não enunciadas antes, muitas vezes em sentido oposto e até  inconstitucionais. Frequentemente são eleitos por minorias de votantes. A  meio dos mandatos já atingiram índices de popularidade mínimos. Nestes  casos de ausência ou perda progressiva de representatividade, o sistema  não contempla quaisquer formas constitucionais de destituição. Esta  perda de representatividade é uma das razões que impede as “democracias”  capitalistas de serem verdadeiras democracias, tornando-se ditaduras  disfarçadas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A prática sistemática deste processo de falsificação da democracia  tornou este mito um dos mais desacreditados, sendo uma das causas  principais da crescente abstenção eleitoral.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• Não há alternativas à política capitalista. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que o capitalismo, embora não sendo perfeito, é o  único regime politico/económico possível e portanto o mais adequado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo é impedir que outros sistemas sejam conhecidos e  comparados, usando todos os meios, incluindo a força, para afastar a  competição.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na realidade existem outros sistemas politico económicos, sendo o  mais conhecido o socialismo cientifico. Mesmo dentro do capitalismo há  modalidades que vão desde o actual neo-liberalismo aos reformistas do  “socialismo democrático” ou social-democrata. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este mito faz parte da tentativa de intimidação dos povos de impedir  a discussão de alternativas ao capitalismo, a que se convencionou  chamar o pensamento único.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• A austeridade gera riqueza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que a culpa das crises económicas é originada  pelo excesso de regalias dos trabalhadores. Se estas forem retiradas, o  Estado poupa e o país enriquece. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo é fundamentalmente transferir para o sector publico,  para o povo em geral e para os trabalhadores a responsabilidade do  pagamento das dividas dos capitalistas. Fazer o povo aceitar a pilhagem  dos seus bens na crença de que dias melhores virão mais tarde.  Destina-se também a facilitar a privatização dos bens públicos,  “emagrecendo” o Estado, logo “poupando”, sem referir que esses sectores  eram os mais rentáveis do Estado, cujos lucros futuros se perdem desta  forma.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, constata-se que estas politicas conduzem, ano após ano, a  uma empobrecimento das receitas do Estado e a uma diminuição das  regalias, direitos e do nível de vida dos povos, que antes estavam  assegurados por elas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• Menos Estado, melhor Estado.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que o sector privado administra melhor o Estado que o sector público.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo dos capitalistas é, “dourar a pílula” para facilitar a  apropriação do património, das funções e dos bens rentáveis dos estados.  É complementar do anterior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade o que acontece em geral é o contrário: os serviços  públicos privatizados não só se tornam piores, como as tributações e as  prestações são agravadas. O balanço dos resultados dos serviços  prestados após passarem a privados é quase sempre pior que o anterior.  Na óptica capitalista a prestação de serviços públicos não passa de mera  oportunidade de negócio. Neste mito é um dos mais “ideológicos” do  capitalismo neoliberal. Nele está subjacente a filosofia de que quem  deve governar são os privados e o Estado apenas dá apoio.  &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;•  A actual crise é passageira e será resolvida para o bem dos povos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se fazer crer que a actual crise económico-financeira é mais  uma crise cíclica habitual do capitalismo e não uma crise sistémica ou  final.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objectivo dos capitalistas, com destaque para os financeiros, é  continuarem a pilhagem dos Estados e a exploração dos povos enquanto  puderem. Tem servido ainda para alguns políticos se manterem no poder,  alimentando a esperança junto dos povos de que melhores dias virão se  continuarem a votar neles.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, tal como previu Marx, do que se trata é da crise final  do sistema capitalista, com o crescente aumento da contradição entre o  carácter social da produção e o lucro privado até se tornar insolúvel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns, entre os quais os “socialistas” e sociais-democratas, que  afirmam poder manter o capitalismo, embora de forma mitigada, afirmam  que a crise deriva apenas de erros dos políticos, da ganância dos  banqueiros e especuladores ou da falta de ideias dos dirigentes ou  mecanismos que ainda falta resolver. No entanto, aquilo a que assistimos  é ao agravamento permanente do nível de vida dos povos sem que esteja à  vista qualquer esperança de melhoria. Dentro do sistema capitalista já  nada mais há a esperar de bom.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nota final:  &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O capitalismo há-de acabar, mas só por si tal decorrerá muito  lentamente e com imensos sacrifícios dos povos. Terá que ser empurrado.  Devem ser combatidas as ilusões, quer daqueles que julgam o capitalismo  reformável, quer daqueles que acham que quanto pior melhor, para o  capitalismo cairá de podre, O capitalismo tudo fará para vender cara a  derrota. Por isso quanto mais rápido os povos se libertarem desse  sistema injusto e cruel mais sacrifícios inúteis se poderão evitar. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje, mais do que nunca, é necessário criar barreiras ao assalto  final da barbárie capitalista, e inverter a situação, quer apresentando  claramente outras soluções politicas, quer combatendo o obscurantismo  pelo esclarecimento, quer mobilizando e organizando os povos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(*) Os mitos criados pelas religiões cristãs têm muito peso no  pensamento único capitalista e são avidamente apropriados por ele para  facilitar a aceitação do sistema pelos mais crédulos. Exemplos: “A  pobreza é uma situação passageira da vida terrena”. “Sempre houve ricos e  pobres”. “O rico será castigado no juízo final”. “Deve-se aguentar o  sofrimento sem revolta para mais tarde ser recompensado.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte &lt;a href="http://www.odiario.info"&gt;ODiario.info&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-5012486128064562522?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/5012486128064562522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=5012486128064562522&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5012486128064562522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5012486128064562522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2012/01/12-mitos-do-capitalismo.html' title='12 mitos do capitalismo'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3037398377430491272</id><published>2011-12-27T19:17:00.000-02:00</published><updated>2011-12-27T19:18:29.648-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>A VOLTA DE JESUS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Frei Betto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sem chamar a atenção, Jesus voltou à Terra em dezembro de 2011. Veio  na  pessoa de um catador de material reciclável, morador de rua. Comia  prato feito  preparado por vendedores ambulantes ou sobras que, pelas  portas do fundo, os  restaurantes lhe ofereciam.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Andava sempre com uma pomba pousada no ombro  direito. Estranhou o  modo como as pessoas bem vestidas o encaravam. Lembrou que,  na  Palestina do século 1, sua presença suscitava curiosidade em alguns e  aversão  em outros, como fariseus e saduceus.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agora predominava a indiferença. Sentia-se, na  cidade grande, um Ninguém. Um ser invisível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao revirar latas de lixo à porta de uma faculdade,  nenhum estudante  ou professor o fitou. “Fosse eu um rato a remexer no lixo, as  pessoas  demonstrariam asco,” pensou. Agora, nada. Nem o percebiam. Ou   consideravam absolutamente normal um homem andrajoso remexer o  lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Graças a seu olhar sobrenatural, capaz de  apreender alma e mente das pessoas, Jesus sabia que eram, quase todas,  cristãs...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Roubaram um carro defronte a faculdade. A vítima,  uma estudante  cirurgicamente embelezada, apontou-o como suspeito de cúmplice dos   ladrões. A polícia, sem pistas dos criminosos, decidiu prendê-lo para  aplacar a  ira da moça, filha de um empresário.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O delegado inquiriu-o:&lt;br /&gt;— Nome?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Jesus.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Jesus de quê?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Do  Pai e do Espírito Santo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O delegado ditou ao  escrivão:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Jesus da Paz, natural do Espírito Santo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A polícia conhece a diferença entre bandidos e  moradores de rua. Tão  logo a moça e seus pais deixaram a delegacia, Jesus foi  liberado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Saiu pela avenida, de olho nas vitrines das lojas.  Todas repletas de  enfeites de Natal. Tentou avistar um presépio, os reis magos,  uma  imagem do Menino Jesus... Viu apenas um velho de barba branca, gordo,  com a  cabeça coberta por um gorro tão vermelho quanto a roupa que  vestia. O menino  nascido em Belém havia sido substituído por Papai  Noel. A festa religiosa cedera  lugar ao consumismo compulsivo e à  entrega compulsória de presentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Impressionou-se com os rápidos flashes coloridos  dos televisores  expostos nas lojas. A profusão de anúncios. Comentou com o  Espírito  Santo:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Houvesse TV naquela época, teriam transmitido o Sermão da Montanha como um  discurso subversivo e exibido no &lt;em&gt;Fantástico&lt;/em&gt; a multiplicação dos pães. Se  eu facilitasse, uma marca qualquer de cerveja iria querer me  patrocinar...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em busca de material reciclável, Jesus se  surpreendeu com a  quantidade e a variedade de lixo. Quanta coisa ele não  conhecia! Como  as pessoas consomem supérfluos! Quanta devastação da  natureza!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dormiu num banco de praça. Ao acordar, deu-se  conta de que  desaparecera seu saco repleto de latinhas e papéis. Possivelmente  outro  catador o levara. Pobre roubando pobre. Resignado, passou o dia  revirando  lixo para ganhar uns trocados e poder garantir a janta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tarde da noite, viu uma igreja aberta. Decidiu  entrar. Os fiéis, ao  vê-lo tão maltrapilho, torceram o nariz. Jesus preferiu  ficar de pé no  fundo do templo. A Missa do Galo se iniciava. Achou o padre com  cara  triste, como se celebrasse um ritual mecânico. O sermão soou-lhe  moralista.  Não sentiu que houvesse, ali, a alegria da comemoração do  nascimento de Deus  feito homem. Os fiéis se mostravam apressados,  ansiosos por retornarem às suas  casas e se fartarem com a ceia  natalina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Terminada a missa, Jesus perambulou pela cidade.  Pelas calçadas,  sacos de lixo estufados de embalagens para presentes, caixas de   papelão, ossos de frango e peru, cascas de ovos... Observou os moradores  de um  prédio reunidos no salão do andar térreo. Comiam vorazmente,  estouravam garrafas  de espumantes, trocavam presentes, abraços e  beijos. Nada ali, nenhum símbolo,  que lembrasse o significado  originário daquela festa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Passou diante de uma padaria que fechava as  portas. O padeiro, ao  ver o catador, pediu que esperasse. Retornou lá de dentro  com uma  sacola de pães, fatias da salame e um  refrigerante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  É pra você comemorar o Natal – disse o homem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Jesus chegou a uma praça semiescura. Havia ali uma  mulher  excessivamente maquiada. Buscou um banco e ali se instalou para poder   comer. A mulher se aproximou:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Ei,  cara, tem o que aí?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Pão, salame e refrigerante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Não  comi nada hoje. E a noite tá fraca. Faz duas horas que estou  aqui e nada de  freguês. Acho que em noite de Natal os caras ficam com  culpa de pegar mulher na  rua.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Jesus preparou o sanduíche e estendeu-o à  mulher.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Se  não importa de beber no mesmo gargalo...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Tenho lá nojo de alguma coisa? – murmurou a mulher. ¾ Se  tivesse, não estaria rodando a bolsinha na rua.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Você não tem família?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Tenho, lá na roça. Larguei aquela miséria pra tentar uma vida  melhor aqui na  cidade. Como não fui pra escola, o jeito é alugar meu  corpo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Esta noite de Natal não significa nada pra você?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Cara, você não imagina o que já chorei hoje lá na pensão. A gente  era pobre, mas  toda noite de Natal minha mãe matava um frango e, antes  de comer, a família  rezava um terço e cantava &lt;em&gt;Noite feliz&lt;/em&gt;.  Aquilo me deixava muito feliz. Não  posso relembrar que as lágrimas logo  inundam os olhos – disse ela puxando o  lenço de dentro da bolsa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A mulher fez uma pausa para enxugar as lágrimas e  indagou:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Acha que, se Jesus voltasse hoje, esse mundo iria  melhorar?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Não  sei... O que você acha?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Acho que ninguém ia dar importância a ele. Essa gente só quer  saber de festa, e  não de fé. Mas bem que ele podia voltar. Quem sabe  esse mundo arrevesado tomava  jeito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Eu  não gostaria que ele voltasse. Não adiantaria nada. Há dois mil  anos ele veio e  deixou seus ensinamentos. Uns seguem, outros não. Se o  mundo está desse jeito, a  ponto de eu ter que catar lixo e você alugar  o corpo, a culpa é nossa, que não  damos importância ao que ele  ensinou. Veja, hoje é noite de Natal. Jesus renasce  para quem?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— No  meu coração ele renasce todos os dias. Gosto muito de orar, não  faço mal a  ninguém, ajudo a quem posso. Mas, sabe de uma coisa? Eu  gostaria de poder falar  com Jesus, assim como nós dois estamos  conversando aqui.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— E o  que diria a ele?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Bem, eu perguntaria se ser prostituta é pecado. Já vi um padre dizer que sim, e  ouvi outro falar que não. O que você acha?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;—  Acho que Deus é mais mãe do que pai. E lembro que Jesus disse um  dia aos  fariseus que as prostitutas iriam entrar no céu primeiro que   eles.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Frei  Betto é escritor, autor do romance “Um homem chamado Jesus” (Rocco), entre  outros livros.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-3037398377430491272?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/3037398377430491272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=3037398377430491272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3037398377430491272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3037398377430491272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/12/volta-de-jesus.html' title='A VOLTA DE JESUS'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7760534517902108176</id><published>2011-12-13T13:02:00.008-02:00</published><updated>2011-12-13T13:57:44.418-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diário de um corneteiro'/><title type='text'>Minha contribuição à Pátria!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://apontador.s3.amazonaws.com/img_L336R2Y2_F.gif"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O Segundo BG foi como nossa casa no período de quase um ano e isso tem algum fator de relevância para a grande maioria dos que lá serviram. Apesar de ter sido no período da ditadura militar e com todos os rigores que a vida de um soldado da Infantaria tem, os dias lá passados não foram um desperdício de tempo, mesmo tendo eu parado de estudar durante o serviço.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Aprendi muitas coisas, tanto no campo de vida prática como no que eu chamo de arte de observar o comportamento alheio (vim a saber na faculdade de Pedagogia que isso é uma ciência chamada Behaviorismo! Então eu já era cientista desde os meus tenros anos de vida!).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Posso sublinhar aqui os vários tipos de comportamento humano (alguns não tão humanos assim...), os quais observei atentamente, sem tomar qualquer nota ou apontamento, tendo somente o compromisso com minha curiosidade e crítica interna.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Alguns comportamentos eram claramente por mim identificados como sendo o reflexo da frustração que os militares sentiam quanto à perda do poder! Isso era demonstrado através de muitas reações ou tomadas de decisão de oficiais de média ou alta patente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-Ta99tbq8mjw/TdFwAK84ptI/AAAAAAAAB5I/jMb0K7GQCOk/s1600/2+BG_patch2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 336px; height: 384px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ta99tbq8mjw/TdFwAK84ptI/AAAAAAAAB5I/jMb0K7GQCOk/s1600/2+BG_patch2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRi-GjaBk8AQ2WuLODcpW20L8GKVvGxfvDLd8m6PLNEen62TMU9WnovVpMx"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 194px;" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRi-GjaBk8AQ2WuLODcpW20L8GKVvGxfvDLd8m6PLNEen62TMU9WnovVpMx" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRa5KE8PZFiG6RkygMfxPRllpXktV76uDxVpoOs_40q-68uE996Pt97S9Ho"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes; 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Todos sabemos que lá muitos presos políticos eram torturados e alguns morreram no interior de suas dependências.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;No ano em que servi a ditadura já estava, digamos, enterrada e o Presidente Figueiredo tinha a missão de jogar a primeira pá de terra em cima do caixão . Missão dada é missão cumprida e ele foi até o fim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Gostaria que o quartel do Parque Dom Pedro fosse restaurado e pudesse ser usado como uma Escola, sem esquecer o que foi antes, talvez até um Museu-Escola, para que ninguém esqueça que lá muita gente aprendeu alguma coisa, inclusive lições importantes como a de que a vida passa, de que vale a pena lutar pelas coisas do bem e pela liberdade e que tudo pode mudar a qualquer momento!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://static.panoramio.com/photos/original/53171391.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 475px; height: 277px;" src="http://static.panoramio.com/photos/original/53171391.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7760534517902108176?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7760534517902108176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7760534517902108176&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7760534517902108176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7760534517902108176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/12/minha-contribuicao-patria.html' title='Minha contribuição à Pátria!'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Ta99tbq8mjw/TdFwAK84ptI/AAAAAAAAB5I/jMb0K7GQCOk/s72-c/2+BG_patch2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-6004549423983632964</id><published>2011-12-07T19:21:00.000-02:00</published><updated>2011-12-07T19:22:19.029-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Aos políticos profissionais (e outros aproveitadores de ocasião)</title><content type='html'>Lobo velho&lt;br /&gt;Em pele de ovelha nova&lt;br /&gt;Polvo não estático&lt;br /&gt;A enfiar seus&lt;br /&gt;Tentáculos&lt;br /&gt;No anus do povo&lt;br /&gt;Inerte&lt;br /&gt;Inculto e&lt;br /&gt;Alienado&lt;br /&gt;Alimentado por&lt;br /&gt;Mídia velha&lt;br /&gt;Carcomida pelo tempo&lt;br /&gt;Putrefata e fétida&lt;br /&gt;Sem efeito para&lt;br /&gt;Narizes acostumados&lt;br /&gt;Acostumados ao clientelismo&lt;br /&gt;Ao paternalismo&lt;br /&gt;Desses polvos-lobos&lt;br /&gt;Vorazes aproveitadores&lt;br /&gt;Da inocência&lt;br /&gt;Alheia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-6004549423983632964?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/6004549423983632964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=6004549423983632964&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6004549423983632964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6004549423983632964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/12/aos-politicos-profissionais-e-outros.html' title='Aos políticos profissionais (e outros aproveitadores de ocasião)'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-1744078956973531540</id><published>2011-11-28T14:38:00.002-02:00</published><updated>2011-11-28T15:19:45.750-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Tempestade em Copo D'água?</title><content type='html'>Vídeo feito por alunos de Engenharia Civil e de Economia da Unicamp, em resposta ao vídeo do movimento Gota D'Água. Comente, e entre no nosso site para maiores informações!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/gVC_Y9drhGo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-1744078956973531540?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/1744078956973531540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=1744078956973531540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/1744078956973531540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/1744078956973531540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/11/tempestade-em-copo-daguamp4.html' title='Tempestade em Copo D&apos;água?'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/gVC_Y9drhGo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7476328452939644644</id><published>2011-11-28T12:02:00.004-02:00</published><updated>2011-11-28T12:08:48.016-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Belo Monte - O protesto de Rafinha Bastos</title><content type='html'>Você sabe o que é Belo Monte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafinha Bastos ironiza o movimento gota d'água:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Cyu5x_cSzH4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7476328452939644644?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7476328452939644644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7476328452939644644&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7476328452939644644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7476328452939644644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/11/voce-sabe-o-que-e-belo-monte-rafinha.html' title='Belo Monte - O protesto de Rafinha Bastos'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Cyu5x_cSzH4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-6422893179253590107</id><published>2011-11-18T16:14:00.001-02:00</published><updated>2011-11-18T16:15:37.525-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A quadrilha que assaltou o Brasil</title><content type='html'>Texto de meu amigo Orlando Castor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito tempo venho recebendo emails que tentam deturpar fatos. Engraçado que as mesmas pessoas que praticam o denuncismo e, de repente, pensa ser cidadão, na verdade reclama do passado áureo que um dia teve: trabalhar de terça a quinta, com um salário nababesco, enquanto o Brasil vivia, naqueles tempos, sob a égide de uma horda de miseráveis. Com isso, penso que a “quadrilha” é formada por quem esteve lá por tantas décadas e nunca moveu uma palha, nem criou um Bolsa Família – que mesmo sendo tutela política, tirou da linha da pobreza mais de 20 milhões de famílias. Quadrilha é quem vive com um salário vergonhosamente alto em um país que tantos vivem com tão poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem escreve isso não é um simples ignorante, mas alguém que estuda há mais de vinte anos, formado em jornalismo, atualmente estudante de história, com um currículo comprovado de mais de 50 mil páginas de livros lidos. Portanto, não uso antolhos como cavalos e jumentinhos que são guiados num cabresto. Tenho conhecimento de causa, também, por ter trabalhado com jornalismo desde 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pesquisa no TCU, o Tribunal de Contas da União, vai reparar bem que os maiores índices de corrupção, superfaturamentos, desvios de verbas, obras paradas, contratos duvidosos, são dos partidos que hoje promovem o denuncismo e chama quem está no poder de “quadrilha”: o Democratas (ex-PFL) e o PSDB. Ou seja, de acordo com o TCU quem é quadrilha mesmo? E não adianta dizer que são dados acobertados; eles são longos, desde o início dos anos 90 até atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O partido dos tucanos é o mesmo que ao longo dos seus oito anos promoveu um verdadeiro desmonte do bem-estar social brasileiro: privatizações, quebras de estatais, desvalorização do servidor federal. O mesmo partido cujo presidente se aposentou aos 37 anos, mas disse que aposentados eram vagabundos. O mesmo partido que fez nosso dólar chegar aos R$ 4 em 2002. O mesmo partido que tentou negociar a Petrobras e os Correios, depois de ter vendido a preço de bananas tesouros nacionais: a CSN e a Vale. Quadrilha é isso. Quem assalta as empresas públicas e as vende a um preço irrisório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora “quadrilha” para esse grupo de pessoas é termos como presidente uma mulher que foi torturada e presa pela pior ditadura militar promovida na América Latina, um tempo que as pessoas procuravam a liberdade que temos hoje os nossos filhos e netos. “Quadrilha” é quem divide uma ajuda, ainda que irrisória, a famílias paupérrimas e se transformou no maior programa de transferência de renda do mundo, ganhando destaques da Onu. “Quadrilha” para essa gente são pessoas que fizeram o Brasil ser respeitado lá fora e não abaixar mais a cabeça para países desenvolvidos; foi assim que a Europa informou que a solução para o mundo é a união da China, do Brasil, da Rússia e da Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse meio tempo, a “quadrilha” fez o analfabetismo cair dos 14% para os 9%; fez 20 milhões subirem à classe média; aumentou o consumo de produtos eletroeletrônicos, coisa que nunca aconteceu; fez o salário mínimo passar dos 40 dólares para os 250 dólares; fez o desemprego chegar ao menor patamar desde os anos de 1950; fez uma revolução historiográfica ao liberar os documentos, antes secretos, sobre guerras e processos da ditadura, antes indizíveis; essa “quadrilha” fez a Petrobras se tornar uma das maiores do mundo, o país se tornar a sexta maior economia do mundo, passar quase imune a três crises internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o grupo do denuncismo? Os moralistas? Bem, esse grupo é formado por indivíduos que defendem tortura, pedem a volta da ditadura, desrespeitam os direitos individuais, falam que os ossos dos desaparecidos da ditadura deveriam ser dados aos cachorros, num ato de deboche e de falta de respeito à memória dos familiares que sofrem há décadas. São as mesmas pessoas que um dia afogaram mendigos cariocas durante um grande evento internacional no Rio de Janeiro, nos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei muito bem que muito ainda deve ser feito! Sei muito bem que há inúmeros problemas! No entanto, penso que a balança é muito positiva. Não há déficit, mas sim superávit. Os pontos positivos que o Brasil vem acumulando ao longo dessa história recente são enormes, sendo a tentativa de consertar erros que perduraram por tantas décadas enquanto a aristocracia brindava a tragédia e a mazela dos nossos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É momento de a sociedade dar as mãos. Quem critica, para mim, ou tem inveja porque o seu grupo não fez a quinta parte do que é bom; ou então tem medo de perder o seu status risível com a ascensão de uma nova classe, mais operária. A “quadrilha” tem um saldo positivo, e os moralistas não podem mudar isso, já entrou na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com afetos, um brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Castor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-6422893179253590107?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/6422893179253590107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=6422893179253590107&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6422893179253590107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6422893179253590107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/11/quadrilha-que-assaltou-o-brasil.html' title='A quadrilha que assaltou o Brasil'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-2633769579813703963</id><published>2011-11-14T19:39:00.005-02:00</published><updated>2011-11-14T19:58:33.148-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Menos competição e mais colaboração!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-XfC9weymoIc/TsGOY8x8YpI/AAAAAAAABU4/KrgORMnk1mY/s1600/Alfredo%2BRebello_Diretor%2Bdo%2BEDUCATRILHA.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-XfC9weymoIc/TsGOY8x8YpI/AAAAAAAABU4/KrgORMnk1mY/s400/Alfredo%2BRebello_Diretor%2Bdo%2BEDUCATRILHA.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674973564747145874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:donotshowrevisions/&gt;   &lt;w:donotprintrevisions/&gt;   &lt;w:donotshowmarkup/&gt;   &lt;w:donotshowcomments/&gt;   &lt;w:donotshowinsertionsanddeletions/&gt;   &lt;w:donotshowpropertychanges/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora chove torrencialmente. Deve ser mais uma daquelas chuvas de verão. Encorpadas e acompanhada de descargas elétricas. Posso ouvir os trovões na serra.&lt;br /&gt;De vez em quando eu ando e corro debaixo dessas chuvas. Não. Andava. Agora já não faço mais isso. Não depois de ter visto uns rapazes que jogavam bola alegremente e, de repente, atingidos por um raio, não eram assim tão felizes mais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não posso mais entrar em qualquer rio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não posso subir qualquer montanha.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nem sequer posso tomar banho de sol sem um filtro solar!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quanta coisa mudou desde a minha infância!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Já não nos alimentamos da maneira certa. Já não descansamos como devemos. Quase nada é muito saudável hoje.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que esperar do amanhã? Que planeta estamos deixando para nossos filhos?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Que tipo de filhos estamos deixando no planeta?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As perspectivas são sombrias.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As pessoas não estão preocupadas com o coletivo. O sistema em que vivemos prepara competidores e não colaboradores.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu procuro fazer a minha parte para que esse mundo e os que nele vivem sejam melhores. Sei que muitos fazem o mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Permitamo-nos deixar as coisas fluírem sem que tentemos nadar contra a correnteza. Só assim lutaremos essa luta desigual onde uma minoria controla toda a “riqueza” do mundo!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-2633769579813703963?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/2633769579813703963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=2633769579813703963&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2633769579813703963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2633769579813703963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/11/menos-competicao-e-mais-colaboracao.html' title='Menos competição e mais colaboração!'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-XfC9weymoIc/TsGOY8x8YpI/AAAAAAAABU4/KrgORMnk1mY/s72-c/Alfredo%2BRebello_Diretor%2Bdo%2BEDUCATRILHA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7462542126871978566</id><published>2011-10-25T11:41:00.002-02:00</published><updated>2011-10-25T11:44:46.230-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Consultoria em Educação Ambiental</title><content type='html'>O site do Educatrilha está atualizado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://educatrilha.hd1.com.br/"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-8sKG3qSETZ4/Tqa80sxtGXI/AAAAAAAABTY/scIVfLPvPHs/s400/EDUCATRILHAtwitter%2Bcopy.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667424794651203954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultoria em projetos de Educação Ambiental e Gestão Participativa.&lt;br /&gt;Nossa consultoria oferece a experiência profissional de quem atua na área        ambiental há mais de 15 anos e atualmente estuda e pesquisa Educação na        Universidade Federal do Rio e Janeiro - UFRJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cursos ministrados por profissional experiente, conceituado e capacitado          com curso na Escola Estadual de Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://educatrilha.hd1.com.br/"&gt;Educatrilha&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7462542126871978566?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7462542126871978566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7462542126871978566&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7462542126871978566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7462542126871978566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/10/consultoria-em-educacao-ambiental.html' title='Consultoria em Educação Ambiental'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8sKG3qSETZ4/Tqa80sxtGXI/AAAAAAAABTY/scIVfLPvPHs/s72-c/EDUCATRILHAtwitter%2Bcopy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-5292030531560095123</id><published>2011-10-12T13:57:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T14:21:19.162-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Fernandinha</title><content type='html'>Ela entra no momento&lt;br /&gt;Em que você&lt;br /&gt;Vai embora&lt;br /&gt;Ou desliga o telefone&lt;br /&gt;Aproveita meu descuido&lt;br /&gt;Ao arrumar a casa&lt;br /&gt;E invade o quarto&lt;br /&gt;As gavetas&lt;br /&gt;A pele&lt;br /&gt;E a memória&lt;br /&gt;Assim, sem pedir&lt;br /&gt;E me acompanha&lt;br /&gt;Pela casa&lt;br /&gt;Pela cozinha&lt;br /&gt;Pela varanda&lt;br /&gt;Pelo banheiro&lt;br /&gt;Queima a pele&lt;br /&gt;Enquanto sinto&lt;br /&gt;A água fria&lt;br /&gt;A escorrer pelo corpo&lt;br /&gt;Embaixo do chuveiro&lt;br /&gt;Agarra o pescoço&lt;br /&gt;No momento em que me seco&lt;br /&gt;Beija o peito&lt;br /&gt;No momento em que me visto&lt;br /&gt;E quando me olho no espelho&lt;br /&gt;Lá está ela&lt;br /&gt;Parece que chega tão rápido&lt;br /&gt;E que consome a cada segundo&lt;br /&gt;Nesta ausência&lt;br /&gt;Neste vazio que parece&lt;br /&gt;Não ter fim&lt;br /&gt;Até você colocar um fim&lt;br /&gt;Porque você é&lt;br /&gt;As letras&lt;br /&gt;As palavras&lt;br /&gt;As frases&lt;br /&gt;Os parágrafos&lt;br /&gt;Os diálogos&lt;br /&gt;De meus textos&lt;br /&gt;É o ponto de exclamação&lt;br /&gt;Que me faz querer mais&lt;br /&gt;E é a vírgula&lt;br /&gt;Para que eu possa&lt;br /&gt;Recuperar a respiração&lt;br /&gt;Cada vez que lhe vejo&lt;br /&gt;Sem você agora&lt;br /&gt;Existem apenas&lt;br /&gt;Páginas em branco&lt;br /&gt;Sem você o meu dicionário&lt;br /&gt;Possui um único verbete&lt;br /&gt;Por isso venha logo&lt;br /&gt;Preciso ligar&lt;br /&gt;Ou atender o telefone&lt;br /&gt;Preciso marcar um encontro&lt;br /&gt;Entregar uma flor&lt;br /&gt;Abrir a porta para você entrar&lt;br /&gt;E deixar que a saudade&lt;br /&gt;Fique lá fora&lt;br /&gt;A ouvir a música&lt;br /&gt;De nossa paixão&lt;br /&gt;Aquela do vento no litoral&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-5292030531560095123?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/5292030531560095123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=5292030531560095123&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5292030531560095123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5292030531560095123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/10/fernandinha.html' title='Fernandinha'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3160134545883359951</id><published>2011-10-11T15:14:00.003-03:00</published><updated>2011-10-11T15:23:44.023-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Combate a Incêndios Florestais - Treinamento</title><content type='html'>Aulas práticas de Combate a Incêndios Florestais - Outubro-2011&lt;br /&gt;Em Guapimirim, na sede da Defesa Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alunos:&lt;br /&gt;REcrutas da Defesa Civil e da Guarda Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparação:&lt;br /&gt;Como usar os equipamentos&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-r0T5q77OQy8/TpSIcjDEFiI/AAAAAAAABS0/GoSQV_tJDC4/s1600/100_4259.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-r0T5q77OQy8/TpSIcjDEFiI/AAAAAAAABS0/GoSQV_tJDC4/s400/100_4259.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662300655537362466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ateando fogo:&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-iNlFE30iF-A/TpSIox5clUI/AAAAAAAABTA/djGsrwhTfyg/s1600/100_4265.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-iNlFE30iF-A/TpSIox5clUI/AAAAAAAABTA/djGsrwhTfyg/s400/100_4265.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662300865681986882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avançando para o combate:&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-wppLqR20ZmU/TpSIyZyfRyI/AAAAAAAABTM/dajCTWRMQaQ/s1600/100_4267.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-wppLqR20ZmU/TpSIyZyfRyI/AAAAAAAABTM/dajCTWRMQaQ/s400/100_4267.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662301031009044258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As datas estão erradas. O dono da máquina esqueceu de ajustar data e hora!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos ao GM Meneses pelo registro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-3160134545883359951?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/3160134545883359951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=3160134545883359951&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3160134545883359951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3160134545883359951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/10/combate-incendios-florestais.html' title='Combate a Incêndios Florestais - Treinamento'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-r0T5q77OQy8/TpSIcjDEFiI/AAAAAAAABS0/GoSQV_tJDC4/s72-c/100_4259.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-105488721246523404</id><published>2011-09-23T15:34:00.002-03:00</published><updated>2011-09-23T15:44:29.735-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Comunicação e cultura: a atualidade de Paulo Freire</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Há várias razões que justificam a republicação de  "Comunicação e Cultura: as idéias de Paulo Freire", 30 anos depois, em  homenagem aos 90 anos de nascimento desse pensador brasileiro. Para  Freire, inequivocamente, o cidadão constitui o eixo principal da vida  pública através da participação ativa e do direito à voz.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  Venício Lima, na &lt;em&gt;Carta Maior&lt;/em&gt; &lt;p&gt;Publicado originalmente no &lt;a target="_blank" href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/-para-desocultar-verdades-escondidas"&gt;Observatório da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trinta anos após sua primeira edição, o que justificaria a republicação de &lt;em&gt;Comunicação e Cultura: as idéias de Paulo Freire&lt;/em&gt;,  um livro que explora o pensamento e a prática do educador brasileiro no  período anterior à dissolução do chamado socialismo real; anterior às  eleições que levaram ao poder vários governos populares na América  Latina, na contramão da nossa tradição histórica; anterior à revolução  digital que dá origem às imensas transformações tecnológicas nas  comunicações? O que a prática e a reflexão posteriores de Freire –  produtivo até sua morte em 1997 – acrescentaram sobre comunicação e  cultura? O que pensam os pesquisadores, sobretudo os brasileiros, a  respeito da contribuição de Freire para os estudos de comunicação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os escritos posteriores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foram  poucas as ocasiões, depois de Extensão ou Comunicação? [1969] e  Pedagogia do Oprimido [1970], nas quais Freire tratou especificamente o  tema da comunicação. Registro duas passagens emblemáticas em que ele faz  referencia a formas tecnologicamente mediadas de comunicação, em  particular à televisão. A primeira, quando publica, com Sérgio  Guimarães, Sobre a Educação, volume 2 [1984]. Vale reproduzir (p. 40):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÉRGIO:  (...) A gente vê que, nos seus vários livros, você não chegou a  discutir propriamente as questões [dos meios de comunicação]. Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREIRE:  Exatamente porque nunca me senti competente, a não ser do ponto de  vista de uma apreciação global. Se me perguntas: ‘Paulo, o que é que  você acha da televisão?’, eu te respondo: para mim, a televisão não pode  ser compreendida em si. Ela não é um instrumento puramente técnico, o  uso dela é político. E sou capaz também de fazer algumas propostas com  relação ao uso da televisão. Mas, mesmo quando não venho tratando desses  chamados meios de comunicação em trabalhos meus anteriores, mesmo  quando não falo diretamente sobre eles, eu os considero, por exemplo,  dentro do horizonte geral da teoria do conhecimento que venho  desenvolvendo nos meus trabalhos sobre educação. Não os trato  diretamente, no sentido de que eles não são objeto de um estudo técnico,  cientificamente válido. (...) Não me sinto um especialista em torno  desse tema. Eu o abordo em linhas gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda aparece em um  de seus últimos escritos, Pedagogia da Autonomia [1997], quando trata  da necessidade de “desocultar verdades escondidas” na mídia. Diz Freire  (pp. 157-158):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar em televisão ou na mídia em geral nos põe o  problema da comunicação [de massa], processo impossível de ser neutro.  Na verdade, toda comunicação [de massa] é comunicação de algo, feita de  certa maneira em favor ou na defesa, sutil ou explícita, de algum ideal  contra algo e contra alguém, nem sempre claramente referido. Daí também o  papel apurado que joga a ideologia na comunicação [de massa], ocultando  verdades, mas também a própria ideologização do processo comunicativo.  Seria uma santa ingenuidade esperar de uma emissora de televisão do  grupo do poder dominante que, noticiando uma greve de metalúrgicos,  dissesse que seu comentário se funda nos interesses patronais. Pelo  contrário, seu discurso se esforça para convencer que sua análise da  greve leva em consideração os interesses da nação. Não podemos nos pôr  diante de um aparelho de televisão “entregues” ou “disponíveis” ao que  vier. (...) A postura crítica e desperta nos momentos necessários não  pode faltar. (...) Para enfrentar o ardil ideológico de que se acha  envolvida a mensagem [do poder dominante] na mídia (...) nossa mente ou  nossa curiosidade teria que funcionar epistemologicamente todo o tempo. E  isso não é fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se observa nas duas citações acima é  que, em ambas, Freire remete o leitor (a) para suas reflexões anteriores  sobre a teoria do conhecimento e/ou a necessidade de se pensar  “epistemologicamente”, vale dizer, considerar a matriz dialogal como  referência normativa para o processo de comunicação, seja ela mediada  tecnologicamente ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o fim de seus dias, portanto,  Freire manteve-se fiel à sua formulação original sobre a comunicação  como co-participação de sujeitos que se relacionam dialogicamente em  torno do objeto que querem conhecer e, ao mesmo tempo, transformam o  mundo no contexto da ação cultural libertadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente a formulação original de Freire sobre comunicação e cultura que constitui o objeto de estudo deste livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que pensam os estudiosos brasileiros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No  ensaio “A Pesquisa em Comunicação na América Latina”, ao identificar o  que chama de “pais fundadores”, Christa Berger menciona levantamento  realizado entre 50 pesquisadores, em 1992, que aponta Paulo Freire como  uma das cinco principais influências teóricas deste campo de estudo na  região. Freire é lembrado por seu ensaio Extensão ou Comunicação?,  escrito no Chile, no qual “está contida a crítica principal aos meios de  comunicação de massa: de consistirem em meros instrumentos de  transmissão, de tratarem os destinatários como receptores passivos e de  impossibilitarem relações dialógicas”. Da mesma forma, autores  amplamente reconhecidos e com vasta produção no campo, como o belga  Armand Mattelart – com experiência histórica no Chile dos anos 60 e 70  do século passado – e o espanhol/colombiano Jesus Martin Barbero,  reconhecem a contribuição de Freire na construção de suas perspectivas  teóricas (Berger, 2001, pp. 241-277).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denise Cogo (1999, pp.  29-36), por outro lado, descreve a presença ativa das idéias de Freire  em três áreas: os estudos e a prática da comunicação rural; da  comunicação alternativa e/ou popular e dos estudos culturais, nas  vertentes de pesquisa sobre o receptor ativo e a leitura crítica da  mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que Comunicação e Cultura: as idéias de Paulo  Freire constitui também um exercício de diálogo crítico, mais ou menos  explícito, com as então nascentes tradições dos estudos culturais  norte-americana e inglesa, personificadas em James W. Carey (1934-2006) e  Raymond Williams (1921-1988), merecem registro especial as ponderações  de Cogo sobre a importância fundadora de Freire para esta tradição na  América Latina. Afirma ela:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) A obra de Paulo Freire ajuda a  consolidar as bases para o entendimento das inter-relações entre  comunicação, educação e cultura, cujos desdobramentos refletem-se, mais  tarde, no desenvolvimento de uma vertente denominada de estudos  culturais e comunicação. Herdeira dos estudos culturais ingleses, essa  vertente encontra sua especificidade no contexto latino-americano a  partir do final da década de 80 através de investigadores como o  colombiano Jesus Martin-Barbero e os mexicanos (sic) Nestor Garcia  Canclini e Guillermo Orozco Goméz, cujas reflexões apontam para a  construção de uma trajetória comum: a compreensão da comunicação no  marco do processo das culturas em que a compreensão do fenômeno  comunicativo não se esgota em conceitos e critérios como canais, meios,  códigos, mensagens, informação. O entendimento da comunicação é  reorientado a uma revalorização do universo cultural e do cotidiano dos  sujeitos como mediadores dos sentidos produzidos no campo da recepção  das mensagens difundidas pelos meios massivos de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro  autor que destaca o potencial da obra de Freire para os estudos de  comunicação é Eduardo Meditsch. Em instigante artigo publicado em 2008  ele chama a atenção para “o compromisso com a prática. O pensamento de  Paulo Freire não era limitado por esta ou aquela escola teórica em que,  eventualmente, se apoiava: seu compromisso primeiro era com a vida real,  com a realidade humana que procurava compreender para transformar ou,  numa palavra, com a prática”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto Cogo quanto Meditsch, no  entanto, lembram não só as leituras reducionistas e o aprisionamento “no  jogo dos conceitos praticado no meio acadêmico”, como “a débil  apropriação” que se faz da obra freireana nos estudos de comunicação.  Meditsch, em diagnóstico impiedoso sobre esse campo de estudos no nosso  país, afirma que foi exatamente o primado fundamental da prática que  afastou Freire. Afirma ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Os “práticos” nunca se deram  conta do potencial da teoria freireana para aperfeiçoar as suas  práticas, e a grande maioria nem tomou conhecimento de suas idéias, a  não ser por orelhas de livro. Por sua vez, os “teóricos” que leram além  das orelhas jamais se sentiram compromissados a aplicar as idéias de  Freire nas práticas midiáticas, não apenas por ignorarem solenemente  estas práticas, mas também por sentirem um profundo desprezo por elas.  Para estes, a prática de que falavam Marx e Freire era apenas mais um  conceito a enriquecer sua bagagem teórica, ou era uma prática tão  idealizada que se recusava a admitir como legítima a realidade com que  “os práticos” se relacionavam. Desta forma, as idéias de Freire, quando  levadas em conta em nossa área, foram confinadas ao “balé de conceitos”  da comunicologia e “domesticadas” pela lógica acadêmica que seu autor  sempre condenou. A sua aplicação no desenvolvimento das práticas da  comunicação foi abortada em nosso campo (p. 8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do rigor  dessas observações resta destacar qual, de fato, a contribuição das  idéias de Freire para os estudos da comunicação e da cultura nos nossos  dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a contribuição de Freire hoje?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além  dos aspectos já mencionados na “Introdução”, no capítulo IV – “A  Importância de Freire para os Estudos de Comunicação” – e outros ao  longo de Comunicação e Cultura: as idéias de Paulo Freire [por exemplo,  os pontos de contato com Habermas], a releitura de Freire se justifica  hoje pelas seguintes razões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Freire é o principal  representante contemporâneo da tradição teórica da comunicação como  diálogo. Esta é também a posição de Clifford Christians, um dos mais  importantes pesquisadores dessa tradição nos Estados Unidos (cf.  Christians, 1988 e 1991).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em 2001 escrevi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...se  até recentemente esse modelo parecia inadequado para qualquer tipo de  aplicação no contexto da chamada “comunicação de massa”, unidirecional e  centralizada, hoje a nova mídia reabre as possibilidades de um processo  dialógico mediado pela tecnologia. (...) O modelo normativo construído  por Freire ganha atualidade e passa a servir de ideal para a realização  plena da comunicação humana em todos os seus níveis” (cf. de Lima, 2001;  p. 51).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição da comunicação como diálogo ganha renovada  importância e potencializa a possibilidade da interação permanente e on  line no ato mesmo da comunicação. Freire teorizou a comunicação  interativa antes da revolução digital, vale dizer, antes da internet e  de suas redes sociais. Como fez o próprio Freire, devemos nos remeter às  suas reflexões sobre a teoria do conhecimento, base do conceito de  comunicação como diálogo. Lá encontramos uma referencia normativa  revitalizada, criativa e desafiadora que será de imensa valia para  pensar as novas tecnologias de comunicação e também pensar a sua  regulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Existe um enorme potencial analítico embutido em  alguns conceitos introduzidos por Freire que ainda não foram plenamente  explorados. Um exemplo eloqüente é certamente o conceito de “cultura do  silêncio”, discutido no capítulo III de Comunicação e Cultura: as idéias  de Paulo Freire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freire fala da nossa herança colonial de  “mutismo” e mais tarde da “cultura do silêncio” dos oprimidos, impedidos  de ter voz, mergulhados na submissão pelo silêncio. Ele recorre a  trecho conhecido do Padre Antonio Vieira (1959) em famoso sermão  pronunciado na Bahia, ainda na primeira metade do século XVII (1640),  que vale reproduzir novamente aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Bem sabem os que sabem a  língua latina, que esta palavra – infans, infante – quer dizer o que não  fala. Neste estado estava o menino Batista, quando a Senhora o visitou,  e neste permaneceu o Brasil muitos anos, que foi, a meu ver, a maior  ocasião de seus males. Como o doente não pode falar, toda a outra  conjectura dificulta muito a medicina. (...) O pior acidente que teve o  Brasil em sua enfermidade foi o tolher-se-lhe a fala: muitas vezes se  quis queixar justamente, muitas vezes quis pedir o remédio de seus  males, mas sempre lhe afogou as palavras na garganta, ou o respeito, ou a  violência; e se alguma vez chegou algum gemido aos ouvidos de quem o  devera remediar, chegaram também as vozes do poder, e venceram os  clamores da razão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria essa uma forma histórica de  censura na medida em que a “cultura do silêncio” nega a boa parte da  população sua liberdade fundamental de palavra, de se expressar? E quem  seria, neste caso, o censor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil colônia, certamente o  Estado português e os muitos aliados que se beneficiavam da opressão aos  povos nativos e aos escravos africanos. A própria sociedade era também  “censora”, na medida em que convivia culturalmente com a exclusão de  vários segmentos de qualquer participação civil. Por exemplo, as  mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso é novidade, mas certamente ajudará,  sobretudo aos jovens de uma sociedade onde nascem novas formas  interativas de comunicação a compreender a verdadeira dimensão de  conceitos como censura e liberdade de expressão. Nessa nova  sociedade-rede, uma forma disfarçada de censura é o silencio da grande  mídia em relação a determinados temas. Considerando que a grande mídia  ainda é a principal mediadora e construtora dos espaços públicos, um  tema que for deliberadamente omitido estará sendo sonegado e excluído  desse espaço, vale dizer, da possibilidade de fazer parte do  conhecimento e do debate público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura do silêncio freireana  equivale, de certa forma, ao conceito de “efeito silenciador do  discurso” introduzido pelo jurista norte americano Owen Fiss quando  argumenta que, ao contrário do que apregoam os liberais clássicos, o  Estado não é um inimigo natural da liberdade (2005, esp. capítulo 1). O  Estado pode ser uma fonte de liberdade, por exemplo, quando promove “a  robustez do debate público em circunstâncias nas quais poderes fora do  Estado estão inibindo o discurso. Ele pode ter que alocar recursos  públicos – distribuir megafones – para aqueles cujas vozes não seriam  escutadas na praça pública de outra maneira. Ele pode até mesmo ter que  silenciar as vozes de alguns para ouvir as vozes dos outros. Algumas  vezes não há outra forma” (p. 30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiss usa como exemplo os  discursos de incitação ao ódio, à pornografia e os gastos ilimitados nas  campanhas eleitorais. As vítimas do ódio têm sua auto-estima  destroçada; as mulheres se transformam em objetos sexuais e os “menos  prósperos” ficam em desvantagem na arena política. Em todos esses casos,  “o efeito silenciador vem do próprio discurso”, isto é, “a agência que  ameaça o discurso não é Estado”. Cabe, portanto, ao Estado promover e  garantir o debate aberto e integral e assegurar “que o público ouça a  todos que deveria”, ou ainda, garanta a democracia exigindo “que o  discurso dos poderosos não soterre ou comprometa o discurso dos menos  poderosos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especificamente no caso da liberdade de expressão,  existem situações em que o “remédio” liberal clássico de mais discurso,  em oposição à regulação do Estado, simplesmente não funciona. Aqueles  que supostamente poderiam responder ao discurso dominante não têm acesso  às formas de fazê-lo (pp. 47-48). O exemplo emblemático dessa última  situação é o acesso ao debate público nas sociedades onde ele (ainda) é  controlado pelos grandes grupos de mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade de  expressão individual tem como fim assegurar um debate público  democrático onde, como diz Fiss, todas as vozes sejam ouvidas. Ao usar  como estratégia de oposição política o bordão da ameaça constante de  volta à censura e de que a liberdade de expressão corre risco, os  grandes grupos de mídia transformam a liberdade de expressão num fim em  si mesmo. Ademais, escamoteiam a realidade de que, no Brasil, o debate  público não só [ainda] é pautado pela grande mídia como uma imensa  maioria da população a ele não tem acesso e é dele historicamente  excluída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa imprensa tardia se desenvolveu nos marcos do de  um “liberalismo antidemocrático” no qual as normas e procedimentos  relativos a outorgas e renovações de concessões de radiodifusão são  responsáveis pela concentração da propriedade nas mãos de tradicionais  oligarquias políticas regionais e locais (nunca tivemos qualquer  restrição efetiva à propriedade cruzada), e impedem a pluralidade e  diversidade nos meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interdição do debate  verdadeiramente público de questões relativas à democratização das  comunicações pelos grupos dominantes de mídia, na prática, funciona como  uma censura disfarçada. Este é o “efeito silenciador” que o discurso da  grande mídia provoca exatamente em relação à liberdade de expressão que  ela simula defender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. As idéias de Freire constituem a base teórica para a positivação da comunicação como direito humano fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  necessidade do desenvolvimento e da positivação de um direito à  comunicação foi identificada há mais de 40 anos pelo francês Jean  D’Arcy, quando diretor de serviços audiovisuais e de rádio do  Departamento de Informações Públicas das Nações Unidas, em 1969. Naquela  época ele afirmava:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virá o tempo em que a Declaração Universal  dos Direitos Humanos terá de abarcar um direito mais amplo que o direito  humano à informação, estabelecido pela primeira vez vinte e um anos  atrás no Artigo 19. Trata-se do direito do homem de se comunicar (em  Fisher, 1984, p. 26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onze anos depois, o famoso Relatório  MacBride, publicado pela UNESCO (original 1980; 1983, pp. 287-291),  reconhecia pioneiramente o direito à comunicação. Diz o Relatório:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje  em dia se considera que a comunicação é um aspecto dos direitos  humanos. Mas esse direito é cada vez mais concebido como o direito de  comunicar, passando-se por cima do direito de receber comunicação ou de  ser informado. Acredita-se que a comunicação seja um processo  bidirecional, cujos participantes – individuais ou coletivos – mantêm um  diálogo democrático e equilibrado. Essa idéia de diálogo, contraposta à  de monólogo, é a própria base de muitas das idéias atuais que levam ao  reconhecimento de novos direitos humanos. O direito à comunicação  constitui um prolongamento lógico do progresso constante em direção à  liberdade e à democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a proposta de D’Arcy como o  Relatório MacBride, na verdade, assumiam e consagravam a perspectiva  “dialógica” da comunicação que já havia sido elaborada, do ponto de  vista conceitual, por Freire no ensaio Extensão ou comunicação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freire  se diferencia da tradição dialógica dominante ao recorrer à raiz  semântica da palavra comunicação e nela incluir a dimensão política da  igualdade, da ausência de dominação. A comunicação implica um diálogo  entre sujeitos mediados pelo objeto de conhecimento que por sua vez  decorre da experiência e do trabalho cotidiano. Ao restringir a  comunicação a uma relação entre sujeitos, necessariamente iguais, toda  “relação de poder” fica excluída. A comunicação passa a ser, portanto,  por definição, dialógica, vale dizer, de “mão dupla”, contemplando, ao  mesmo tempo, o direito de informar e ser informado e o direito de acesso  aos meios necessários à plena liberdade de expressão. O próprio  conhecimento gerado pelo diálogo comunicativo só será verdadeiro e  autêntico quando comprometido com a justiça e a transformação social.  Essa é a base do direito à comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se afirmar também  que Freire se filia à corrente do humanismo cívico do  neo-republicanismo. A concepção implícita de liberdade na sua definição  dialógica de comunicação é constitutiva de uma cidadania ativa que  equaciona autogoverno com participação política, contrariamente à  liberdade negativa do liberalismo clássico, ainda hoje indissociável da  retórica histórica de nossas elites dominantes. Para Freire,  inequivocamente, o cidadão constitui o eixo principal da vida pública  através da participação ativa e do direito à voz. A liberdade não  antecede à política, mas se constrói a partir dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são  algumas das razões que justificam a republicação de Comunicação e  Cultura: as idéias de Paulo Freire, 30 anos depois, em homenagem aos 90  anos de nascimento de Paulo Freire. [Brasília, Outono de 2011]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;BERGER,  C. “A Pesquisa em Comunicação na América Latina” em Holfeldt, A. et  alii, Teorias da Comunicação – Conceitos, Escolas e Tendências, Vozes,  Petrópolis, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHRISTIANS, C. "Dialogic Communication Theory  and Cultural Studies." Norman Denzin, ed., Studies in Symbolic  Interaction, vol. 9. Greenwich, CN: JAI Press, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;…………………  "Paulo Freire's Emancipatory Strategy," Joseph C. Pitt and Elena Lugo,  eds., The Technology of Discovery and the Discovery of Technology.  Blacksburg, VA: The Society for Philosophy and Technology, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COGO,  D. “Da comunicação rural aos estudos de audiência: influência da obra  de Paulo Freire no ensino e na pesquisa em comunicação social” em  Rastros – Revista do IELUSC, Joinville, SC, vol. 1, n. 1, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE LIMA, V. A. Mídia: Teoria e Política, Perseu Abramo, SP, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FISS, O. A Ironia da Liberdade de Expressão, Rio, Editora Renovar, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FISHER, D. O Direito de Comunicar – Expressão, informação e liberdade,. Brasilienese, SP, 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia, Paz e Terra, SP, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.................. e GUIMARÃES, S. Sobre a Educação, volume 2, Paz e Terra, Rio,1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEDITSCH, E. Paulo Freire e o estudo da mídia: uma matriz abortada; 2008; disponível aqui, acesso em 31/08/2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UNESCO; Um Mundo e Muitas Vozes – Comunicação e Informação na Nossa Época; Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1983.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIEIRA,  S. J., Pe. Antônio. “Sermão da Visitação de Nossa Senhora.” [1640], in  Obras Completas de Pe. Antonio Vieira – Sermões, Vol. III, Tomo IX;  Lello &amp;amp; Irmão Editores, Porto, Portugal, 1959.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Professor Titular de Ciência Política e Comunicação da UnB  (aposentado) e autor, dentre outros, de Regulação das Comunicações –  História, poder e direitos, Editora Paulus, 2011.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-105488721246523404?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/105488721246523404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=105488721246523404&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/105488721246523404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/105488721246523404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/09/comunicacao-e-cultura-atualidade-de.html' title='Comunicação e cultura: a atualidade de Paulo Freire'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-5290397660863791132</id><published>2011-09-20T11:23:00.001-03:00</published><updated>2011-09-20T11:23:40.609-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Por uma escola pública realmente democrática</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Do &lt;a href="http://www.diretodaredacao.com/noticia/por-uma-escola-publica-realmente-democratica"&gt;Direto da Redação&lt;/a&gt; - Publicado em 18/09/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;*Rodolpho Motta Lima&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JKO6IERKT-o/TnZa8gTv6CI/AAAAAAAALlY/8kodv-QqgQw/s1600/rodolfo.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 83px; height: 83px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-JKO6IERKT-o/TnZa8gTv6CI/AAAAAAAALlY/8kodv-QqgQw/s400/rodolfo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653806377721653282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu  pretendia, nesta semana, mudar de assunto, fugindo às coisas do ensino e  da Educação. Afinal, no mundo e no país, há muitos acontecimentos que  são um convite à opinião e ao debate. Motivado, porém, pelos recentes  dados disponibilizados pelo ENEM, continuo no tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disraeli, primeiro-ministro britânico na segunda metade do século XIX, disse, certa vez, que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"há  três espécies de mentiras:  mentiras, mentiras deslavadas e  estatísticas".  Lembrei-me disso a propósito do tratamento que se está  dando aos referidos dados, em função de diferentes pontos de vista e  interesses. Por um lado , o Governo, sem deixar de reconhecer os  problemas da área, destaca a pequena melhoria que os números traduzem e  assevera que se encontram dentro das metas previstas no Plano Nacional  de Educação (PNE). Por outro lado, a grande mídia – como sempre,   destituída da isenção que a deveria caracterizar – aproveita os  resultados para dele retirar apenas as ilações negativas, sempre com os  objetivos nada disfarçados de demonizar  o Governo e suas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso  que a oposição midiática, no afã de construir suas críticas,  deliberadamente mistura laranjas e bananas ao promover comparações  inadequadas e manipula os números “selecionando” o que convém  aos seus  propósitos. Bem ao gosto de Disraeli.  Apesar disso, deve-se reconhecer  que o que foi divulgado pelo MEC – com transparência, diga-se, digna de  aplausos – traduz, no geral, uma indesejável realidade,  que nos permite  aferir a quantas anda o ensino entre nós, particularmente o ensino  médio, de que tratam os dados do ENEM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao considerar auspiciosa o  que define como pequena melhora, o MEC justifica-se argumentando que,  em Educação, nada se constrói da noite para o dia. Isso é certo, e  devemos reconhecer que os governos do PT têm- se mostrado preocupados  com a área, o que se percebe em diversos sinais: a criação expressiva de  escolas técnicas, o aumento do número de Universidades federais, o  projeto de disseminação de creches, as possibilidades abertas pelo  Pro-Uni , o fortalecimento e crescimento do próprio ENEM e tantas outra  medidas que merecem aplausos. Mas não é menos correto afirmar-se que, em  um país como o nosso, que ainda convive com gritantes desníveis  sociais, a educação é como a fome: não pode esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro – e  os opositores convenientemente se esquecem disso – que o processo de  debilidade do nosso sistema educacional não é responsabilidade dos  últimos governos (é interessante como se mencionam sempre, na  estatística, os “últimos nove anos”), mas vem sendo urdido  paulatinamente, insidiosamente, com o beneplácito das elites nacionais. A  classe média, devidamente cooptada, a partir do momento em que  conseguiu matricular seus filhos na escola particular, desinteressou-se  pelos destinos da escola pública (como fez com a saúde pública). Sem  reações consistentes, o ensino público, voltado só para as camadas  populares, foi entregue à sua própria sorte por governos   ideologicamente comprometidos com interesses contrários aos do povo.  A  tese do estado mínimo, tão cara aos privilegiados, tomou conta também do  campo da educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve,  é claro, aqui e ali, dignas exceções.  Leonel Brizola, por exemplo – amparado na teoria e na prática por Darcy  Ribeiro – tentou encaminhar uma solução: os CIEPs , com sua filosofia  de inserção, seu regime de tempo integral, seu compromisso absoluto com  as necessidades várias das crianças socialmente excluídas. Mas a visão  tacanha de alguns – com forte participação, então, da classe média –  considerou absurdo o investimento que se fazia e dinamitou a idéia de  colégios de excelência para o povo. Fruto de posturas egoístas que se  multiplicaram, o que mais se ouvia, então, era que não tinham sentido  aqueles gastos em poucos colégios, quando se podia construir uma  quantidade bem maior  com o mesmo dispêndio. Mas quem argumentava assim  sabia muito bem da importância da Educação de qualidade  e  punha seus  filhos em excelentes colégios particulares,  pagando caríssimo por  isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado está aí, acentuado ao longo do tempo, com a  abismal distância que os números do ENEM revelam. E embora, hoje,  se  percebam algumas  melhorias no panorama,  a verdade é que a escola  pública não cumpre a sua missão democrática de propiciar a redenção dos  desfavorecidos, inibindo a continuidade efetiva no campo intelectual e  limitando as oportunidades no campo do trabalho. Cristalizando as  diferenças, a nossa escola pública, com as exceções de praxe que apenas  confirmam a regra (Pedro II, colégios militares, escolas técnicas,  CAPs), acaba por constituir-se um antidemocrático instrumento a serviço  da exclusão,  matando no nascedouro as vocações e as possibilidades dos  menos favorecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ENEM pôs à mostra uma face do nosso problema  educacional. Os dados divulgados, antes de servirem de base a  oposicionismos inconsistentes e hipócritas de quem nunca atuou nem  pretende atuar no sentido de corrigir as distorções, devem ser um  convite para que as autênticas forças sociais se unam para enfrentar e  vencer os obstáculos. Temos um Governo que se mostra interessado e algo  me diz que o recente surgimento de uma nova classe média – recém-egressa  da pobreza e, por isso, diferente daquela que dormiu e ainda dorme no  berço esplêndido de seus privilégios – pode vir a ser decisivo para a  mudança de rumos que se impõe. E não apenas para , no final, modificar  rankings nem sempre confiáveis, mas para reivindicar e impor uma outra  visão educacional que privilegie os valores da cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como  tentei mostrar em textos anteriores, há muito a fazer na Educação, além  de aferir conhecimentos específicos desta ou daquela disciplina. Sabemos  que investimentos estão sendo feitos, metas estão sendo alcançadas,   mas o que há a fazer passa por ações efetivas de diversos atores que, na  sociedade,  além do Governo, devem estabelecer  compromissos com a  Educação. Famílias, colégios e comunidades organizadas devem interagir  no sentido de que se processe, de forma decisiva, o pagamento dessa  imensa dívida social acumulada por força de um criminoso descaso de  décadas.  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodolpho Motta Lima&lt;/strong&gt;.  Advogado  formado pela UFRJ-RJ (antiga Universidade de Brasil) e  professor  de Língua Portuguesa do Rio de Janeiro, formado  pela UERJ ,  com atividade em diversas instituições do Rio de Janeiro. Com militância  política nos anos da ditadura, particularmente  no movimento  estudantil. Funcionário aposentado do Banco do Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-5290397660863791132?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/5290397660863791132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=5290397660863791132&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5290397660863791132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5290397660863791132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/09/por-uma-escola-publica-realmente.html' title='Por uma escola pública realmente democrática'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JKO6IERKT-o/TnZa8gTv6CI/AAAAAAAALlY/8kodv-QqgQw/s72-c/rodolfo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-5216048456995847218</id><published>2011-09-02T11:14:00.002-03:00</published><updated>2011-09-02T11:18:36.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Te amo</title><content type='html'>Eu me vejo no espelho&lt;br /&gt;Vejo o que quero ver&lt;br /&gt;Se construo uma imagem&lt;br /&gt;Que imagem escolher?&lt;br /&gt;O que eu quero ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contruo muros e porteiras&lt;br /&gt;Escondo tudo&lt;br /&gt;Ou quase tudo&lt;br /&gt;Coisas que não posso esconder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso esconder que amo você&lt;br /&gt;Não posso esconder minha preocupação&lt;br /&gt;Como quem é responsável&lt;br /&gt;Pela sua própria vida&lt;br /&gt;Sinto eu&lt;br /&gt;Que cuido e protejo&lt;br /&gt;Mesmo sendo falho e&lt;br /&gt;Cheio de defeitos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siceramente&lt;br /&gt;Quero que você seja feliz&lt;br /&gt;E no que depender de mim&lt;br /&gt;Pode contar&lt;br /&gt;Estarei sempre ao seu lado!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-5216048456995847218?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/5216048456995847218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=5216048456995847218&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5216048456995847218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5216048456995847218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/09/te-amo.html' title='Te amo'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-8112358732723173792</id><published>2011-08-30T15:05:00.002-03:00</published><updated>2011-08-30T15:09:59.270-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Presença do Movimento na Educação Infantil: Ideias e Práticas Correntes</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;O movimento humano é mais do que simples deslocamento do corpo, constitui-se linguagem. Movimento é linguagem, expressão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;O movimento incorpora-se aos comportamentos humanos, chama-se a isto de Cultura Corporal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;Dança, jogo, brincadeiras, práticas esportivas, etc, são manifestações da linguagem corporal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;As crianças incorporam o repertório cultural à qual estão inseridas através das brincadeiras, jogos e imitações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;O ambiente escolar deve ser construído facilitando e favorecendo o movimento e suas expressões.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;Ao contrário de práticas que limitam o movimento em busca de disciplina, o ambiente da escola deve proporcionar liberdade de movimentos e a busca por contextualizar e incentivar a expressividade do corpo, já que essa expressividade dá vazão aos sentimentos, emoções e estados íntimos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;Pela importância que a questão motora tem no desenvolvimento da criança, é importante refletir sobre o espaço dado ao movimento em todos os momentos da rotina diária escolar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:115%"&gt;&lt;span style="line-height:115%;font-size:12.0pt;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto usado como referência:&lt;br /&gt;Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Conhecimento de Mundo – Volume 3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/linksCursosMateriais.html?categoria=23"&gt;MEC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-8112358732723173792?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/8112358732723173792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=8112358732723173792&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/8112358732723173792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/8112358732723173792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/08/presenca-do-movimento-na-educacao.html' title='Presença do Movimento na Educação Infantil: Ideias e Práticas Correntes'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-5844957996749842002</id><published>2011-08-17T09:45:00.002-03:00</published><updated>2011-08-17T09:54:33.832-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Trabalho em Equipe</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-SbQ71Y-eMTA/Tku5rOsgeUI/AAAAAAAABSs/OwTQ-FzXLwI/s1600/Imagem%2B430.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-SbQ71Y-eMTA/Tku5rOsgeUI/AAAAAAAABSs/OwTQ-FzXLwI/s400/Imagem%2B430.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641807110541965634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Existem três tipos de pessoas. As que fazem as coisas acontecer, as que ficam vendo as coisas acontecer e as que se perguntam: O que aconteceu?" (Philip Kotler)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu entendimento, trabalho em equipe é quando um grupo resolve criar um esforço coletivo para resolver um problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho em equipe pode também ser descrito como um conjunto ou grupo de pessoas que se dedicam a realizar uma tarefa ou determinado trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar em equipe possibilita a troca de conhecimentos e agiliza o cumprimento de metas e objetivos compartilhados pelo grupo. Em nossa sociedade desenvolvida e com o avanço tecnológico atingindo várias áreas, o trabalho em equipe torna-se mais necessário, pois cada um precisa da ajuda do outro. Cada vez mais o trabalho em equipe é valorizado porque ativa a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que haja harmonia neste grupo, é necessário, que se tenham normas bem definidas; objetivos e metas comuns, e seja almejado o mesmo resultado. Não pode haver equipes sem objetivos e metas de performance.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-5844957996749842002?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/5844957996749842002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=5844957996749842002&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5844957996749842002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5844957996749842002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/08/trabalho-em-equipe.html' title='Trabalho em Equipe'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SbQ71Y-eMTA/Tku5rOsgeUI/AAAAAAAABSs/OwTQ-FzXLwI/s72-c/Imagem%2B430.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-1410434849233557703</id><published>2011-08-08T11:21:00.003-03:00</published><updated>2011-08-08T11:32:35.259-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Uma Revolução Iminente</title><content type='html'>Tenho esperança em viver para ver um mundo melhor.&lt;br /&gt;Luto para que, no futuro, minhas filhas tenham um mundo melhor para viver.&lt;br /&gt;Tudo o que ensino vai de encontro a esta esperança!&lt;br /&gt;Não tenho nenhum bem material, minha conta no banco está negativada, devo algumas prestações em alguns lugares e venho administrando isso tudo sem desespero e com algumas vitórias... pretendo regularizar minha vida financeira e estou conseguindo aos poucos.&lt;br /&gt;Iniciei meus estudos em Pedagogia em uma universidade particular e tive problemas em manter as mensalidades em dia. Diante disso resolvi prestar vestibular para a UFRJ e passei em 5º lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é feita de escolhas. Se plantamos as sementes certas e cuidamos para que deem frutos, então teremos uma colheira produtiva no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso o que ensino em essência: Aquilo que plantamos hoje, colheremos no futuro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da natureza aprendemos que podemos conviver junto à diversidade, seja ela qual for. Também aprendemos que temos de agir dentro do princípio da sustentabilidade, ou seja, temos que ter o cuidado de, ao usar recursos naturais, repor esses recursos para não esgotarmos os mesmos. Estamos diante da "Galinha dos Ovos de Ouro" que vem sendo morta aos pouquinhos pela ganância do Capital e seus meios de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que uma mudança de atitude diante do que temos feito ao planeta e aos seres humanos seja urgente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente uma revolução estrutural (total, quem sabe...) dos meios de produção poderá nos salvar do desastre natural iminente.&lt;br /&gt;A Educação Ambiental passa por essa conscientização pala mudança!!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-1410434849233557703?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/1410434849233557703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=1410434849233557703&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/1410434849233557703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/1410434849233557703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/08/uma-revolucao-iminente.html' title='Uma Revolução Iminente'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7346618443375582770</id><published>2011-07-28T13:04:00.003-03:00</published><updated>2011-07-28T13:16:26.374-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Incêndios</title><content type='html'>Essa semana tivemos dois incêndios, todos provocados pelo ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incêndio florestal:&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-2RQdhi1aYZo/TjGJVTKzGbI/AAAAAAAABSc/HJUnboiYecU/s1600/DSC01537.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-2RQdhi1aYZo/TjGJVTKzGbI/AAAAAAAABSc/HJUnboiYecU/s400/DSC01537.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634435607833024946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incêndio em quatro vagões na Estação de Guapimirim - maçarico de funcionários...&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-MMALzBdQOv4/TjGKnM-u-oI/AAAAAAAABSk/2BwKzIC3GcE/s1600/DSC01582.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-MMALzBdQOv4/TjGKnM-u-oI/AAAAAAAABSk/2BwKzIC3GcE/s400/DSC01582.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634437014921083522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os casos a Defesa Civil de Guapimirim obteve êxito em controlar e extinguir os incêndios.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7346618443375582770?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7346618443375582770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7346618443375582770&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7346618443375582770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7346618443375582770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/07/incendios.html' title='Incêndios'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2RQdhi1aYZo/TjGJVTKzGbI/AAAAAAAABSc/HJUnboiYecU/s72-c/DSC01537.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3412532926088277585</id><published>2011-07-05T15:04:00.003-03:00</published><updated>2011-07-05T15:18:01.772-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Enfrento feras Diariamente</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-0i-5jJ-PpEE/ThNT0IqwM5I/AAAAAAAABSU/QK60UMnaAeY/s1600/Imagem%2B105.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; 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É terminal. Chegou ao fim o gênio do capitalismo de sempre adaptar-se a qualquer circunstância. Estou consciente de que são poucos que representam esta tese. No entanto, duas razões me levam a esta interpretação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira é a seguinte: a crise é terminal porque todos nós, mas particularmente, o capitalismo, encostamos nos limites da Terra. Ocupamos, depredando, todo o planeta, desfazendo seu sutil equilíbrio e exaurindo excessivamente seus bens e serviços a ponto de ele não conseguir, sozinho, repor o que lhes foi sequestrado. Já nos meados do século XIX Karl Marx escreveu profeticamente que a tendência do capital ia na direção de destruir as duas fontes de sua riqueza e reprodução: a natureza e o trabalho. É o que está ocorrendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza, efetivamente, se encontra sob grave estresse, como nunca esteve antes, pelo menos no último século, abstraindo das 15 grandes dizimações que conheceu em sua história de mais de quatro bilhões de anos. Os eventos extremos verificáveis em todas as regiões e as mudanças climáticas tendendo a um crescente aquecimento global falam em favor da tese de Marx. Como o capitalismo vai se reproduzir sem a natureza? Deu com a cara num limite intransponível.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;O trabalho está sendo por ele precarizado ou prescindido. Há grande desenvolvimento sem trabalho. O aparelho produtivo informatizado e robotizado produz mais e melhor, com quase nenhum trabalho. A consequência direta é o desemprego estrutural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhões nunca mais vão ingressar no mundo do trabalho, sequer no exército de reserva. O trabalho, da dependência do capital, passou à prescindência. Na Espanha o desemprego atinge 20% no geral e 40% e entre os jovens. Em Portugal 12% no país e 30% entre os jovens. Isso significa grave crise social, assolando neste momento a Grécia. Sacrifica-se toda uma sociedade em nome de uma economia, feita não para atender as demandas humanas, mas para pagar a dívida com bancos e com o sistema financeiro. Marx tem razão: o trabalho explorado já não é mais fonte de riqueza. É a máquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda razão está ligada à crise humanitária que o capitalismo está gerando. Antes se restringia aos países periféricos. Hoje é global e atingiu os países centrais. Não se pode resolver a questão econômica desmontando a sociedade. As vítimas, entrelaças por novas avenidas de comunicação, resistem, se rebelam e ameaçam a ordem vigente. Mais e mais pessoas, especialmente jovens, não estão aceitando a lógica perversa da economia política capitalista: a ditadura das finanças que via mercado submete os Estados aos seus interesses e o rentismo dos capitais especulativos que circulam de bolsas em bolsas, auferindo ganhos sem produzir absolutamente nada a não ser mais dinheiro para seus rentistas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas foi o próprio sistema do capital que criou o veneno que o pode matar: ao exigir dos trabalhadores uma formação técnica cada vez mais aprimorada para estar à altura do crescimento acelerado e de maior competitividade, involuntariamente criou pessoas que pensam. Estas, lentamente, vão descobrindo a perversidade do sistema que esfola as pessoas em nome da acumulação meramente material, que se mostra sem coração ao exigir mais e mais eficiência a ponto de levar os trabalhadores ao estresse profundo, ao desespero e, não raro, ao suicídio, como ocorre em vários países e também no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ruas de vários países europeus e árabes, os “indignados” que enchem as praças de Espanha e da Grécia são manifestação de revolta contra o sistema político vigente a reboque do mercado e da lógica do capital. Os jovens espanhóis gritam: “não é crise, é ladroagem”. Os ladrões estão refestelados em Wall Street, no FMI e no Banco Central Europeu, quer dizer, são os sumossacerdotes do capital globalizado e explorador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao agravar-se a crise, crescerão as multidões, pelo mundo afora, que não aguentam mais as consequências da superexploracão de suas vidas e da vida da Terra e se rebelam contra este sistema econômico que faz o que bem entende e que agora agoniza, não por envelhecimento, mas por força do veneno e das contradições que criou, castigando a Mãe Terra e penalizando a vida de seus filhos e filhas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;Leonardo Boff é teólogo e escritor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-6759287051135219443?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/6759287051135219443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=6759287051135219443&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6759287051135219443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6759287051135219443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/07/crise-terminal-do-capitalismo.html' title='Crise terminal do capitalismo?'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-6597811735513942553</id><published>2011-06-27T12:05:00.007-03:00</published><updated>2011-06-27T12:27:44.654-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Travessia Petrópolis-Teresópolis</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt; 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O medo pode ser nosso aliado que garantirá nossa sobrevivência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;" &gt;Mas existe o medo exagerado quanto à muitas situações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;" &gt;Pude ter o privilégio de ajudar algumas pessoas que conheci enquanto guiei a Travessia Petrópolis-Teresópolis neste fim de semana passado (24, 25 e 26 de junho de 2011).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;" &gt;Na maior parte das vezes, para vencer o medo, temos que nos expor à causa deste medo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi- font-family:Arial;color:black;"  &gt;O objetivo do projeto EDUCATRILHA é que o participante saia de sua zona de conforto e possa se lançar em uma experiência que represente uma quebra, uma mudança nos conceitos que tem de si mesmo e uma ampliação de seu auto-conhecimento.&lt;br /&gt;Os cursos (Vivências) utilizam a natureza como sala de aula para ensinar técnicas necessárias para a vida ao ar livre e inspirar o crescimento pessoal oferecendo uma experiência marcante e formadora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  Visite o projeto &lt;a href="http://educatrilha.hd1.com.br/"&gt;EDUCATRILHA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subida até o Morro do Açú em Petrópolis&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://desmond.yfrog.com/Himg611/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=611&amp;amp;filename=wi7gm.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 392px; height: 522px;" src="http://desmond.yfrog.com/Himg611/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=611&amp;amp;filename=wi7gm.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrigo do Açú&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://desmond.yfrog.com/Himg737/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=737&amp;amp;filename=yc8y.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 477px; height: 357px;" src="http://desmond.yfrog.com/Himg737/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=737&amp;amp;filename=yc8y.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio da Travessia. Ao fundo o Garrafão, ao centro, e o Dedo de Deus (só a pontinha), à direita.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://desmond.yfrog.com/Himg734/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=734&amp;amp;filename=8ubfp.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 474px; height: 355px;" src="http://desmond.yfrog.com/Himg734/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=734&amp;amp;filename=8ubfp.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavalinho&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://desmond.yfrog.com/Himg640/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=640&amp;amp;filename=q44xb.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 333px; height: 444px;" src="http://desmond.yfrog.com/Himg640/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=640&amp;amp;filename=q44xb.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascer do Sol na Pedra do Sino, Teresópolis&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://desmond.yfrog.com/Himg739/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=739&amp;amp;filename=l6qa.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 472px; height: 354px;" src="http://desmond.yfrog.com/Himg739/scaled.php?tn=0&amp;amp;server=739&amp;amp;filename=l6qa.jpg&amp;amp;xsize=640&amp;amp;ysize=640" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;color:#FFFFFF;"   &gt;&lt;span style="font-size:1,5;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:donotshowrevisions/&gt;   &lt;w:donotprintrevisions/&gt;   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&gt;“Quem tem por que viver pode suportar&lt;br /&gt;quase qualquer como.”&lt;br /&gt;(Nietzsche)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-6597811735513942553?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/6597811735513942553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=6597811735513942553&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6597811735513942553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6597811735513942553'/><link rel='alternate' type='text/html' 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gostem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7754922460050572592?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7754922460050572592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7754922460050572592&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7754922460050572592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7754922460050572592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/06/meu-novo-blog.html' title='Meu novo blog'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-6908853713309796293</id><published>2011-06-17T10:29:00.003-03:00</published><updated>2011-06-17T10:30:49.061-03:00</updated><title type='text'>Ausente</title><content type='html'>Amig@s leitor@s,&lt;br /&gt;O blog está desatualizado devido à falta de tempo mesmo.&lt;br /&gt;O trabalho e os estudos estão me deixando um tanto quanto... digamos, atarefado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço perdão e paciência pois logo estarei publicando algo!&lt;br /&gt;Até.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-6908853713309796293?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/6908853713309796293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=6908853713309796293&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6908853713309796293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6908853713309796293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/06/ausente.html' title='Ausente'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' 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O POVO NÃO É BOBO!!! ABAIXO A REDE GLOBO!!!</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:donotshowrevisions/&gt;   &lt;w:donotprintrevisions/&gt;   &lt;w:donotshowmarkup/&gt;   &lt;w:donotshowcomments/&gt;   &lt;w:donotshowinsertionsanddeletions/&gt;   &lt;w:donotshowpropertychanges/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt; 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 mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Para entender o &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jornal_Nacional"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;Jornal Nacional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é preciso conhecer um pouco da hist&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ria da Rede Globo. Em 1957, Roberto Marinho obteve sua primeira concess&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o de TV graças ao seu apoio ao &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Presidente_Juscelino"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;presidente Juscelino&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Kubitscheck. No in&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;cio dos anos 1960, quando empresas norte-americanas de comunicaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o perceberam a necessidade de ampliar seus neg&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;cios nos pa&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ses periféricos, a jovem emissora começou a dar passos decisivos para garantir seu futuro sucesso. Em 1962, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roberto_Marinho"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;Roberto Marinho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; assinou um duvidoso contrato de colaboraç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o com o grupo Time-Life, que lhe rendeu US$ 6 milh&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es em caixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ap&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;s apoiar o golpe militar em 1964, a Globo foi devidamente recompensada e a parceria com a Time-Life foi desfeita, fazendo com que Marinho assumisse o controle total da Rede, enquanto as poucas outras emissoras definhavam, afetadas por crises econômicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, a ditadura desenvolvia um sistema nacional de telecomunicaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o, a partir do Ministério das Telecomunicaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es, cujo objetivo era “defender a segurança nacional” e desenvolver a “integraç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o do pa&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;s”. Programa esse, ali&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;s, inspirado no Estado Novo, principalmente na famosa R&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;dio Nacional, amplamente utilizada pela ditadura Vargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi neste contexto que o &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jornal_Nacional"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;Jornal Nacional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; entrou no ar como primeiro telejornal a atingir a maioria das capitais. Com a criaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o de in&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ú&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;meras retransmissoras regionais, a TV Globo estendeu sua transmiss&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o para praticamente todo o territ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;rio brasileiro com um claro projeto: buscar transformar um povo heterogêneo, com profundas diferenças culturais e dispersas em um enorme territ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;rio, em “um s&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;”, através da transmiss&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o de not&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;cias do regime e de sua ideologia em uma linguagem clara e mais acess&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;vel à populaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Colaboraç&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o com a ditadura&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jornal Nacional se tornou um importante instrumento da ditadura para divulgar seus comunicados oficiais, ignorando a tortura, a censura, a corrupç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o e toda a selvageria do regime. O sanguin&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;rio general Médici declarou, certa vez, que se sentia feliz “porque no notici&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;rio da TV Globo o mundo est&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt; um caos, mas o Brasil est&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt; em paz. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;É&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt; como tomar um calmante ap&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;s um dia de trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jornal Nacional desenvolveu com maestria a capacidade de ocultar ou relatar com superficialidade os fatos mais importantes do pa&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;s. Nem mesmo os jornalistas foram poupados. Quando o chefe de jornalismo da TV Cultura, Wladimir Herzog, foi preso e assassinado pela ditadura, a not&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;cia de sua morte foi solenemente ignorada pela Globo. Também ficou célebre a hist&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ria de um dos com&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;cios da campanha das Diretas-J&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;, que foi anunciado como parte da comemoraç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o do anivers&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;rio de S&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o Paulo. Depois, o vice-presidente de operaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o da época, José Bonif&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;cio Sobrinho, o Boni, “explicou” que a emissora atendeu aos pedidos dos militares para conter o entusiasmo da campanha das Diretas-J&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro escândalo foi a tentativa de manipulaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o das eleiç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es para o governo do Rio de Janeiro, em 1982, quando a Globo tentou dar como fato consumado a fraude da Proconsult e evitar a vit&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ria de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Leonel_Brizola"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;Leonel Brizola&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos da ditadura, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roberto_Marinho"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;Roberto Marinho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; tornou-se um dos homens mais poderosos do pa&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;s. Com o fim do regime, seu império continuou a crescer, mantendo o Jornal Nacional como o principal porta-voz das classes dominantes do pa&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;s. Foi assim nas eleiç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es presidenciais de 1989, quando a TV Globo n&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o hesitou em favorecer Collor, manipulando a ediç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o do debate televisivo entre ele e Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;À sombra do poder&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos anos 1990, o Jornal Nacional passou por mudanças, lentas, graduais e um tanto superficiais. Depois de décadas, nos anos 1990, uma mulher assumiu &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Famosa"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;a famosa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; bancada e foi necess&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;rio esperar a virada do século para ver um negro (esporadicamente) no comando do JN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista jornal&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;stico, também ocorreram poucas mudanças. Os apresentadores que consagraram o jornal, como Cid Moreira, eram apenas reprodutores de uma pauta previamente decidida por diretores. O atual apresentador, William Bonner, também acumula o cargo de editor-chefe do jornal, assumindo responsabilidade pela pauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, as mudanças foram apenas de forma, para melhor se adaptar às inovaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es no telejornalismo e n&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o perder espaço para outras emissoras. A superficialidade, as manipulaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es e a defesa dos interesses dos poderosos continuaram a todo vapor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de toda a década passada o Jornal Nacional foi um entusiasta dos planos neoliberais, das privatizaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es e dos ataques aos direitos dos trabalhadores. Mobilizaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es e lutas populares, quando n&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o s&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o substitu&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;dos por not&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;cias f&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ú&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;teis, como o nascimento de filhos de celebridades, s&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o pautados de maneira pejorativa ou “assustadora”, tentando colocar a sociedade contra os movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Globo e o Jornal Nacional sempre caminharam à sombra do poder. N&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o seria diferente com Lula, que optou por governar para os ricos e poderosos. Antes da eleiç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es, uma reuni&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o com o alto comando da emissora selou o caminho para a garantia da vit&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ria do PT. Depois, foram s&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt; demonstraç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es de apoio, começando com uma entrevista exclusiva logo ap&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;s a vit&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um apoio que tem preço. A Globo possui uma grande d&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;vida em d&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;lares (cerca de R$ 6 bilh&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es) e ser&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt; uma das maiores beneficiadas nas negociaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es com o BNDES, que pretende dar uma “ajudazinha” às empresas de comunicaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o em crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falsificando a hist&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas mentiras e manipulaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es n&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o passam impunes. O “império” dos Marinho ficou marcado pela imagem de quem representa os poderosos, foi c&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ú&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;mplice da ditadura e rei da manipulaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o (uma hist&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ria parcialmente contada no document&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;rio Muito além do Cidad&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o Kane, produzido pela BBC de Londres, cuja distribuiç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o no Brasil até &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hoje"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;hoje&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é vetada pelos Marinho). Como conseqüência, j&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt; foi alvo de campanhas populares, a ponto de seus profissionais muitas vezes serem expulsos de manifestaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es (ao som da palavra-de-ordem O povo n&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o é bobo, fora &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rede_Globo"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;Rede Globo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De alguns anos pra c&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;, o grupo tem investido para tentar mudar esta imagem e garantir sua liderança. As comemoraç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;es dos 35 anos do Jornal Nacional s&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o parte desta empreitada, com in&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ú&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;meros an&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ú&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ncios na programaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o e o lançamento de um &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Livro"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;livro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro traz a vers&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o da empresa para a cobertura das Diretas-J&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt; e para a ediç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o dos debates de 1989. Em relaç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o ao com&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;cio da Sé, o livro acompanha Ali Kamel, diretor-executivo de jornalismo, que em artigo no jornal O Globo, aposta na falta de mem&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ria coletiva e sustenta que a emissora noticiou o com&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;cio pelas Diretas. No caso da ediç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o do debate entre Lula e Collor, o discurso oficial é igualmente rid&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;culo. Admite que houve sim uma ediç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o favor&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;vel a Collor, mas resgata a ediç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o do &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jornal_Hoje"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;Jornal Hoje&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que teria sido favor&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;vel a Lula, para sustentar sua defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome do &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Livro"&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;livro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; da Globo, A not&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;cia faz hist&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ria, n&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;o poderia ser mais adequado. Os trabalhadores, que vêm lutando por geraç&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;õ&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;es, sabem que, ao contr&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;rio, é a hist&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ria que faz a not&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;cia. S&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt; n&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;o sabem como é que ela ser&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt; (ou se ser&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Andalus&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;...) noticiada pelo Jornal Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* com Gustavo Sixel&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:115%;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;                                                                                                                                                                                                  fonte (site PSTU)&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height: 115%"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-6528285182222005221?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/6528285182222005221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=6528285182222005221&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6528285182222005221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6528285182222005221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/05/fora-rede-globo-o-povo-nao-e-bobo.html' title='FORA A REDE GLOBO!!! O POVO NÃO É BOBO!!! ABAIXO A REDE GLOBO!!!'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7679174020151171063</id><published>2011-04-25T14:23:00.012-03:00</published><updated>2011-04-25T14:59:47.586-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Travessia Petrópolis Teresópolis de 21 a 24 de abril 2011</title><content type='html'>Nesse feriado último, dias 21, 22, 23 e 24, conduzi um grupo na clássica  trilha da Travessia Petrópolis-Teresópolis com apoio da &lt;a href="http://www.ecoturismobrasil.com.br/"&gt;Ecoturismo Brasil&lt;/a&gt; de meu amigo Thomas Peter Geisendor&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O grupo, composto de 10 pessoas, percorreu o trajeto com o objetivo de aprimorar o autoconhecimento  com diferentes dinâmicas e reflexões voltadas para esse aspecto. Mais  uma vez pude ter o privilégio de conhecer pessoas interessantes que  estão em sintonia com a ética, a verdade e os valores mais elevados da  humanidade.&lt;br /&gt;Para mais informações sobre esse projeto acessem o site do &lt;a href="http://educatrilha.hd1.com.br/"&gt;Educatrilha.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-9SUxKUmIXCs/TbW2VvaCuYI/AAAAAAAABSI/OMqwftv3qNE/s1600/IMG_0361.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-9SUxKUmIXCs/TbW2VvaCuYI/AAAAAAAABSI/OMqwftv3qNE/s400/IMG_0361.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599582196324284802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-hPuti8JnAws/TbW2HP8sx8I/AAAAAAAABSA/P31WxOOVht0/s1600/IMG_0351.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-hPuti8JnAws/TbW2HP8sx8I/AAAAAAAABSA/P31WxOOVht0/s400/IMG_0351.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599581947361544130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-_Dvfk3YOki4/TbW18O45ruI/AAAAAAAABR4/kw6nNRCWYNo/s1600/IMG_0327.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-_Dvfk3YOki4/TbW18O45ruI/AAAAAAAABR4/kw6nNRCWYNo/s400/IMG_0327.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599581758098616034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-kzbQUBHa3KY/TbW1xaOp6pI/AAAAAAAABRw/Ko-CE9Qjxmk/s1600/IMG_0307.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kzbQUBHa3KY/TbW1xaOp6pI/AAAAAAAABRw/Ko-CE9Qjxmk/s400/IMG_0307.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599581572164086418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-0Kx-uBNkKYM/TbW1nF8xqqI/AAAAAAAABRo/NUs1pNhL8i8/s1600/IMG_0306.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-0Kx-uBNkKYM/TbW1nF8xqqI/AAAAAAAABRo/NUs1pNhL8i8/s400/IMG_0306.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599581394921695906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-kXcaal663fs/TbW1bblA4CI/AAAAAAAABRg/dn-PYhOHEFM/s1600/IMG_0298.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-kXcaal663fs/TbW1bblA4CI/AAAAAAAABRg/dn-PYhOHEFM/s400/IMG_0298.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599581194569179170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-3UOxplnPXwQ/TbW1OlgrNxI/AAAAAAAABRY/OEeA4SM6FeQ/s1600/IMG_0296.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-3UOxplnPXwQ/TbW1OlgrNxI/AAAAAAAABRY/OEeA4SM6FeQ/s400/IMG_0296.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599580973897037586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-AtD7lY3bpwQ/TbWxtMmdgyI/AAAAAAAABRQ/_rt4Jnm_J2E/s1600/IMG_0291.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-AtD7lY3bpwQ/TbWxtMmdgyI/AAAAAAAABRQ/_rt4Jnm_J2E/s400/IMG_0291.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599577101739852578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-MPYHzj51tVs/TbWxdE8I5EI/AAAAAAAABRI/7dCTdHOA2N0/s1600/IMG_0289.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-MPYHzj51tVs/TbWxdE8I5EI/AAAAAAAABRI/7dCTdHOA2N0/s400/IMG_0289.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599576824805385282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-AmN0jkGwqQs/TbWxRxaeNWI/AAAAAAAABRA/XdFDpHzwfmA/s1600/IMG_0284.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-AmN0jkGwqQs/TbWxRxaeNWI/AAAAAAAABRA/XdFDpHzwfmA/s400/IMG_0284.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599576630585341282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7679174020151171063?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7679174020151171063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7679174020151171063&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7679174020151171063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7679174020151171063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/04/travessia-petropolis-teresopolis-de-21.html' title='Travessia Petrópolis Teresópolis de 21 a 24 de abril 2011'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9SUxKUmIXCs/TbW2VvaCuYI/AAAAAAAABSI/OMqwftv3qNE/s72-c/IMG_0361.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-2571172183885959766</id><published>2011-03-30T09:45:00.000-03:00</published><updated>2011-03-30T09:50:01.092-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aikido'/><title type='text'>Considerações sobre o AIKI</title><content type='html'>Treino viril e o Aikijutsu&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;por Ted Howell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/M23L0D9XrB0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou compartilhar alguns pensamentos com vocês. Aqueles dentre vocês que tiveram a sorte de assistir ao Aiki Expo em Las Vegas realizado em maio passado (graças ao esforço de Stanley Pranin, um trabalho bem feito!) e viram as aulas de Sensei Katsuyuki Kondo, da principal linha de Daito-ryu Aikijutsu, já sabem o quanto essa arte é incrível e dinâmica.&lt;br /&gt;Esta foi uma oportunidade de treinar diretamente com o único detentor vivo do menkyo kaiden, diretamente outorgado por Takemune Takeda (o Soke anterior de Daito-ryu Aikijujutsu).&lt;br /&gt;Eu, continuamente, sou surpreendido pelo conhecimento e sinceridade de Sensei Kondo. Ele é ao mesmo tempo severo e compassivo e representa o que cada americano sonha encontrar num mestre. Fortemente aconselho a qualquer estudante sério de artes marciais japonesas a observar como um representante direto de Daito-ryu Aikijujutsu incorpora a essência do clássico e verdadeiro budo japonês.&lt;br /&gt;Acredito que para, verdadeiramente, estudar aikido como uma arte, é importante pesquisar os aspectos histórico e técnico de seus ensinos.&lt;br /&gt;Compreendo que O-Sensei criou seu próprio budo.&lt;br /&gt;Mas a pergunta é: a partir de quê?&lt;br /&gt;Não é mais um mistério que os aspectos técnicos do Aikido de O- Sensei foram inegavelmente o resultado de seu relacionamento e longa aprendizagem sob um dos mestres de artes marciais bem proeminentes de seu tempo, Sokaku Takeda.&lt;br /&gt;Compreendo ser difícil de imaginar O-Sensei, o fundador de aikido, como um estudante.&lt;br /&gt;Mas como todos grandes mestres marciais, ele criou o Aikido da própria visão do que lhe fora previamente ensinado.&lt;br /&gt;Morihei Ueshiba era um artista marcial severo. Seu relacionamento e aprendizagem com Sokaku Takeda foi de cerca de vinte anos, estando bem documentado. Qualquer de vocês que assistiu ao Aiki Expo deve ter visto as fotografias fornecidas por Sensei Kondo que claramente mostram um certificado de Daito-ryu kyoju dairi (permissão para ensinar) pendurado na parede do Kobukan, dojo do Fundador. Sabe-se, tambem, que um número de estudantes de O-Sensei antes da II Guerra Mundial, receberam graduações em Daito-ryu e não em Aikido como o conhecemos hoje. Em sua juventude, Morihei Ueshiba foi considerado um professor severo, assim como era Takeda. Só pela vida inteira de treinamento diligente e severo pode a arte hoje conhecida como Aikido evoluir.&lt;br /&gt;O Daito-ryu não é um “estilo duro” de Aikido. Ele é a antiga tradição secular que deu à luz ao Aikido e a numerosas outras artes.&lt;br /&gt;Já ouvi shihans de Aikido dizerem que estudar Daito- ryu Aikijutsu é uma regressão! Ouso divergir e intrepidamente declaro que experimentei de primeira mão a surpreendente abordagem do aiki encontrada no Daito-ryu que poucos aikidokas tem demonstrado possuir.&lt;br /&gt;Deve ser observado que O-Sensei simplificou muito dos modos antigos devido ao tempo que era necessário para dominá-los.&lt;br /&gt;Mas sinto que algo foi perdido e acredito que essa simplificação excessiva criou seus próprios demônios.&lt;br /&gt;Acredito que é uma tentativa verdadeiramente vergonhosa de muitos aikidokas pensarem que podem desenvolver um nível de proficiência em Aikido que o fundador só atingiu depois de uma vida inteira de treinamento contínuo.&lt;br /&gt;O modo pelo qual o Aikido moderno é apresentado ao mundo é algo decepcionante.&lt;br /&gt;Em maio deste ano, eu assisti ao Aiki Expo em Las Vegas e assisti demonstrações realizadas pelos maiores aikidokas do mundo. A natureza destas demonstrações variou das mais suaves às extremamente poderosas. E embora impressionante, a maioria do que observei envolvia uma falta de atitude marcial real. Os princípios básicos do Aikido (tais como movimento, timing, e kokyu) estavam lá, mas sinto que em algum lugar do caminho a natureza marcial do Aikido havia sido perdida.&lt;br /&gt;Passei vinte anos treinando em artes marciais japonesas, chinesas e filipinas. Como um agente da polícia e instrutor de táticas defensivas, tive a oportunidade de experimentar muitos contatos físicos diretamente no dia a dia policial.&lt;br /&gt;E sinto que muitos aikidokas enganam a si mesmos ao achar que um agressor descuidadamente atacará e se permitirá ser manipulado como uma boneca de trapo.&lt;br /&gt;O Aikido foi fundado nos conceitos que promovem compaixão, paz, amor, e harmonia.&lt;br /&gt;Mas escutem cuidadosamente às palavras de Sensei Mitsugi Saotome: “Quando os fortes falam de paz as pessoas escutam, mas quando os fracos falam de paz, ninguém dá ouvidos” ( livro Aikido e a Harmonia de Natureza).&lt;br /&gt;Esta declaração, acredito, diz tudo.&lt;br /&gt;Como podemos, como aikidokas, promover o Aikido como uma arte de paz e harmonia se ele é praticado de modo a apenas nos proporcionar um sentimento falso de segurança?&lt;br /&gt;Durante anos, ouvi outros artistas marciais criticarem o Aikido por sua falta de severidade e natureza prática. Novamente, argumentarei que a arte não é a culpada, mas a forma branda em que normalmente é praticada e ensinada trouxe tais críticas. Compreendo que as pessoas treinem aikido por uma miríade de razões particulares.&lt;br /&gt;Mas por favor, não diga que você treina uma arte marcial a menos que a treine como tal.&lt;br /&gt;A arte foi projetada pelo fundador na tradição do guerreiro japonês e qualquer abordagem que lhe exclua a natureza marcial não é Aikido. Isto não significa que um aikidoka deve vestir uma armadura antes de treinamento, mas digo que a mente, corpo, e espírito são forjados por desafio e treinamento numa mentalidade marcial.&lt;br /&gt;Em Budo, as palavras de Morihei Ueshiba estão cheias de imagens do guerreiro japonês e da cultura de guerreiro. O fundador escreveu, “Perceba que sua mente e corpo devem ser ocupados com a alma de um guerreiro, com uma sabedoria iluminada e uma cultura profunda”,&lt;br /&gt;O fundador escreveu: “O surgimento de um 'inimigo' deve ser pensada como oportunidade para testar seu treinamento físico mental e ver se seu corpo realmente responde de acordo com os propósitos divinos”. Mais do que isso, o pensamento do fundador é extremamente claro quando afirma: “Sempre se imagine no campo de batalha sob o ataque feroz; nunca se esqueça deste elemento crucial de treinamento”.&lt;br /&gt;Penso que o fundador estava certo de que teve uma visão de paz.&lt;br /&gt;Mas esta visão veio da mente de um guerreiro.&lt;br /&gt;Um guerreiro que claramente indicou que a iluminação e o forjar do espírito são resultado direto de treinamento severo e diligente.&lt;br /&gt;Retirar a natureza marcial do treinamento também retira a agudeza requerida para forjar a espada do espírito!&lt;br /&gt;Tenho treinado Daito-ryu Aikijujutsu desde de 1997 e recentemente fui solicitado (ou melhor comunicado) por Katsuyuki Kondo a prestar exame para Shodan em outubro deste ano.&lt;br /&gt;Para mim, passar ou não, é secundário ao encarar os desafios que esta prova trará. Como um estudante sério de Aikido (atingi o posto de Yondan da Aikikai, em maio deste ano), eu sinceramente acredito que meu estudo em Daito-ryu foi inestimável a meu entendimento de aiki.&lt;br /&gt;Acredito aquele Daito-ryu e Aikido são duas artes feitas do mesmo tecido e que um complementa o outro. Se voces pensam que Aikido e Daito-ryu são mundos à parte, peço que reavaliem suas posições.&lt;br /&gt;Finalizo com algumas palavras do antigo Soke de Daito-ryu Aikijujutsu, Sensei Tokimune Takeda, quando indagado sobre a diferença entre Aikijujutsu e Aikido.&lt;br /&gt;Ele declarou, “…tenho acompanhado técnicas de Aikido no Budokan do Japão mas vejo apenas demonstrações de técnicas macias. Elas não funcionariam numa situação de luta real. Os ukes auxiliam se jogando e fazendo lindas quedas. É como se praticassem apenas técnicas para se jogarem. Se seu uke cai numa queda linda, isso faz sua técnica parecer boa. Em nossa prática, nós não precisamos que nossos ukes auxiliem executando lindas quedas. Nós treinamos a projeção dos ukes. Se projetados adequadamente, eles não precisam ajudar na queda: eles simplesmente caem.” (Conversas com mestres de Daito-ryu).&lt;br /&gt;Espero que essas considerações provoquem alguma reflexão.&lt;br /&gt;Se algum dentre vocês está interessado em recuperar a natureza marcial do treinamento, por favor venha ao seminário e experimente de primeira mão o que estou tão desesperadamente tentando explicar.&lt;br /&gt;Para qualquer esclarecimento adicional, por favor não hesite em contatar o Instituto Aiki de Artes Marciais.. Oferece instrução em aikido, Korindo, hanbojutsu, e Daito-ryu Aikijujutsu. Lembre-se de que nossos esforços não podem continuar sem o apoio forte desses sérios estudos de artes marciais japonesas tradicionais. Para aqueles dentre vocês que amam as tradições japonesas, mas não podem participar, a colaboração sob a forma de doações é sempre bem-vinda. O Instituto Aiki de Artes Marciais é uma organização sem fins lucrativos que conta com estas doações.&lt;br /&gt;Sempre de vocês, no budo&lt;br /&gt;Ted Howell- Dojo-cho, Pinelands Aikido, New Jersey.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIO de meu sensei Wagner Bull&lt;br /&gt;Instituto Takemussu&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este artigo escrito por Ted Howell acima, representa a experiencia de quem tem visitado dojos de Aikido onde a parte marcial é deixada de lado. Isto é um bgrande erro. Aikido é um&lt;br /&gt;Budo, e se não funciona como defesa pessoal algo está errado. Eis porque  sempre devemos  estudar esta arte, como um Caminho de Iluminação Espiritual sim, mas que usa uma arte marcial eficiente de defesa pessoal como Ferramenta.&lt;br /&gt;O Aikido quando é praticado corretamente como fazia o fundador usa os principios de Aikijujutsu, e realmente sem estes principios as técnicas não funcionam tão bem. Mas não é verdade que para se aprender Aikido é necessario treinar Aikijujutsu,  ao contrario, isto pode até induzir a um erro.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar se alguem quer aprender Aikido deve  o interessado procurar um dojo tradicional , reconhecido. E em segundo lugar, existem muitos dojos de aikijujitsu que tambem não estão utilizando as técnicas de Aiki, e o ensino lá está distorcido.Não se trata de se treinar Aikijujtsu, ou Aikido ou qualquer arte marcial, todas são boas para o corpo e para a mente quando praticadas corretamente, e orientadas por uma escola ou professor experiente.&lt;br /&gt;Muito mais importante do que a arte marcial, é o professor de arte marcial que escolhemos a meu ver.&lt;br /&gt;È pois indispensável que os instrutores não se acomodem, e alem de buscar evoluir espiritualmente, que não se esqueçam de treinar pensando marcialmente. Embora Aikido tenha o mesmo objetivo final do YOGA, difere no fato que é um BUDO,  e assim quem o aprende tem que ficar bom em defesa pessoal, se não fica, algo está errado em seu metodo de treino e ele tem que descobrir o que e como mudar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Wagner Bull&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-2571172183885959766?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/2571172183885959766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=2571172183885959766&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2571172183885959766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2571172183885959766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/03/consideracoes-sobre-o-aiki.html' title='Considerações sobre o AIKI'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/M23L0D9XrB0/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3752757263662355413</id><published>2011-03-02T20:36:00.002-03:00</published><updated>2011-03-19T15:14:47.766-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Sistema Operacional Livre</title><content type='html'>Você clicou em meu coração &lt;br /&gt;Acessou meus sentimentos mais escondidos&lt;br /&gt;No fundo de uma pasta oculta&lt;br /&gt;Dentro de meu HD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você acionou o alerta&lt;br /&gt;De vírus&lt;br /&gt;No exato instante em que&lt;br /&gt;Abri minha caixa de email&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E meu anti vírus reagiu&lt;br /&gt;Como se meu&lt;br /&gt;Sistema Operacional&lt;br /&gt;Estivesse sendo&lt;br /&gt;Deletado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que eu&lt;br /&gt;Senti sua presença&lt;br /&gt;Em minha vida&lt;br /&gt;Fechei todas&lt;br /&gt;As portas de entrada de dados&lt;br /&gt;Com medo de ser invadido&lt;br /&gt;E ter meus segredos roubados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, quando percebi&lt;br /&gt;Suas reais intenções&lt;br /&gt;Digitei a senha&lt;br /&gt;Gravada em meu peito&lt;br /&gt;Dando todos os privilégios&lt;br /&gt;Para que pudesse&lt;br /&gt;Administrar minha vida&lt;br /&gt;Da maneira que você bem entender&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje percebo&lt;br /&gt;Que o melhor sistema&lt;br /&gt;A ser instalado&lt;br /&gt;É aquele que não tem custo&lt;br /&gt;Nenhum&lt;br /&gt;Sistema livre&lt;br /&gt;Que pode ser alterado&lt;br /&gt;E distribuído &lt;br /&gt;Sem que seja preciso&lt;br /&gt;Algum lucro gerar&lt;br /&gt;A não ser ele mesmo&lt;br /&gt;O Sistema do Amor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-3752757263662355413?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/3752757263662355413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=3752757263662355413&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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fungos</title><content type='html'>Ouço a luz clara que brilha&lt;br /&gt;Como o vento que corta&lt;br /&gt;Como vidro entre nuvens&lt;br /&gt;Negras do temporal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo o cheiro&lt;br /&gt;Podreburguês a clamar&lt;br /&gt;Justiça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheiro fétido sonoro&lt;br /&gt;Encorpado&lt;br /&gt;De detritos e&lt;br /&gt;Dejetos&lt;br /&gt;Defecados desde sempre&lt;br /&gt;Pela classe&lt;br /&gt;Putapatronal&lt;br /&gt;Pintada em&lt;br /&gt;Ouro e prata&lt;br /&gt;E sangue...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso em licença&lt;br /&gt;Creative Commons&lt;br /&gt;Simulacro de&lt;br /&gt;Bosta de vaca asséptica&lt;br /&gt;E cheirosa&lt;br /&gt;E seu micélio alvo&lt;br /&gt;Produtor de Psilocibes Cubensis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, depois de um&lt;br /&gt;Expediente sudorífero&lt;br /&gt;Esbaldo-me num copo&lt;br /&gt;De cerveja boa&lt;br /&gt;E bem gelada e&lt;br /&gt;Descanso minha mente&lt;br /&gt;Tão usada&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-9114757144387912133?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/9114757144387912133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=9114757144387912133&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/9114757144387912133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/9114757144387912133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/02/pra-nao-dizer-que-nao-falei-de-fungos.html' title='Pra não dizer que não falei de fungos'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-4895437104194380418</id><published>2011-02-02T20:10:00.000-02:00</published><updated>2011-02-02T20:11:24.138-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>MANIFESTO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA DE TERESÓPOLIS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Sociedade Civil, por meio das mais respeitadas entidades representativas de Teresópolis acaba de enviar a imprensa um manifesto Bombástico contra a falta de transparência da Prefeitura em relação à aplicação dos recursos arrecadados para ajudar as pessoas afetadas pela maior tragédia climática do Brasil em nossa cidade. O caso é seríssimo!!! Leiam e tirem suas próprias conclusões. É longo mas vale a pena ler na íntegra. Em breve, matéria sobre isso nos programas 30 Minutos e no Ponto Final, produzidos pela Forpress Comunicações. Aguardem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANIFESTO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA DE TERESÓPOLIS&lt;br /&gt;Desde a catástrofe ocorrida na madrugada do dia 12/01/2011 que vitimou a Região Serrana, em especial a nossa querida Teresópolis, ceifando as vidas de inúmeras pessoas, bem como desabrigando e desalojando milhares de famílias, a Sociedade Civil Organizada da nossa cidade está mobilizada – reunindo-se várias vezes com as Entidades durante todos esses dias e prestando todo tipo de ajuda aos nossos irmãos – e atuando em várias frentes e locais dos diversos bairros e distritos do nosso município, socorrendo todos aqueles que estão sofrendo com esta calamidade que se abateu sobre todos nós teresopolitanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em virtude desse infortúnio, a Prefeitura Municipal Decretou Estado de Calamidade Pública, após o quê a Câmara de Vereadores aprovou a Lei nº 2.996, AUTORIZANDO A CRIAÇÃO DO FUNDO ESPECIAL E COMBATE A SITUAÇÃO DE EMERGENCIA E CALAMIDADE PÚBLICA, dentre outras providências.&lt;br /&gt;Esta Lei, em seu art. 11, faz previsão do acompanhamento da aplicação dos recursos por parte da Sociedade Civil Organizada . A partir da publicação da referia Lei, as Entidades, ora subscritas, passaram a deliberar, nas suas reuniões semanais, sobre em que consistiria este acompanhamento, e chegaram a conclusão que não bastaria um mero acompanhamento, sendo necessário que fosse outorgado poderes DELIBERATIVO (direito de voto e de veto) e GERENCIAL (administrar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então elaborado um ofício conjunto das Entidades subscritas na referida Lei – solicitando a efetiva participação das mesmas nos aspectos DELIBERATIVO e GERENCIAL – e entregue em reunião do dia 25/01/2011 com o Prefeito e sua assessoria, oportunidade em que a Lei já havia sido aprovada e publicada, sem consulta as Entidades citadas, e sem contemplar as condições necessárias para a participação da Sociedade Civil Organizada de Teresópolis. A referida Lei, nº 2.996, determina, apenas, o ACOMPANHAMENTO (assessoramento sem direito a voto) e APROVAÇÃO (julgar favorável qualquer ação), tão somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto se deu porque o Poder Executivo Municipal já havia, por decisão unilateral, regulamentado a gestão e utilização do Fundo Especial, por meio do Decreto nº 3.992/11, pelas Entidades citadas na Lei nº 2.996, sem a prévia comunicação a essas Entidades, e, nem tão pouco, sua oitiva para sugestões e opiniões, não tendo sido facultada a participação efetiva, com poderes de deliberação, o que é condição para que as Entidades pudessem dar uma contribuição condigna, de modo que não servissem, apenas, para referendar os atos do Pode Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias 26 e 28 de janeiro foram protocolizados ofícios reiterando as condições e sugerindo adequações a Lei, nº 2.996, mas o máximo que se obteve de resposta do governo foi: “Prometemos que vamos analisar.”&lt;br /&gt;De concreto, foi apresentada uma proposta de participação deliberativa apenas sobre os fundos de doações, com valor de aproximadamente R$ 3.500.000,00 (três milhões e quinhentos mil reais) e nas ações de médio e longo prazo, sem nenhum alcance sobre os atos emergenciais, o que se mostrou impertinente, pois, em Estado de Calamidade Pública, todas as ações são emergenciais.&lt;br /&gt;Pelo que acima exposto neste manifesto, as entidades signatárias, representativas da Sociedade Civil Organizada de Teresópolis, vem a público DECLARAR QUE NÃO INTEGRARÃO A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE COMBATE À SITUAÇÃO DE CALAMIDADE PÚBLICA, instituído pelo Decreto nº 3.992 de 17 de janeiro de 2011, conforme noticiado pela Prefeitura Municipal de Teresópolis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Firmam este entendimento, pois sem a efetiva capacidade de deliberar sobre a aplicação a um fim determinado dos recursos, seremos meros auditores de despesas contratadas, o que já é uma prerrogativa legal de qualquer cidadão.&lt;br /&gt;Por fim, solicitamos atenção especial da Câmara dos Vereadores para cobrar transparência e eficiência do Poder Executivo, cumprindo seu papel institucional. Esperamos, também, que o Legislativo Municipal faça a revisão do seu próprio orçamento liberando parte destes recursos para compor o Fundo Emergencial de atendimento às vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós, Entidades da Sociedade Civil Organizada da nossa cidade, não deixaremos jamais de cumprir com a nossa missão social – mesmo não fazendo parte oficialmente, neste momento e nestas condições impostas pela municipalidade, das ações e deliberações do atual governo –, nos comprometemos a ter, desde já, com toda a população e com a sociedade de Teresópolis – especialmente assumindo esse compromisso com nossos irmãos teresopolitanos que estão passando por toda espécie de privações e neste momento muito difícil da história do nosso município –, uma atuação enérgica, decidida e dedicada, no sentido de acompanhar e fiscalizar a correta execução orçamentária do Governo Municipal – tanto os recursos ordinários quanto os recursos destinados ao socorro às vítimas e a reconstrução da nossa cidade – em todas as áreas, em todas as instâncias e em todas as ações governamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teresópolis, 2 de fevereiro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL (SUBSEÇÃO TERESÓPOLIS); ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL E AGRÍCOLA DE TERESÓPOLIS – ACIAT; CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS – UNIFESO; SINCOMÉRCIO TERESÓPOLIS; CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE TERESÓPOLIS – CDL ; SINDICATO DOS BANCÁRIOS; SINDICATO DOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA TÊXTIL; SINDICATO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE TERESÓPOLIS – SINDUSCON; SINDICATO DA HABITAÇÃO – SECOVI; ASSOCIAÇÃO DE CONTADORES DE TERESÓPOLIS; CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE; IGREJA CATÓLICA DE TERESÓPOLIS; CONSELHO DOS PASTORES DE TERESÓPOLIS – COPETE; ROTARY CLUBE TERESÓPOLIS; FIRJAN –REPRESENTAÇÃO TERESÓPOLIS; CRECI – DELEGADO DE TERESÓPOLIS; LOJAS MAÇÔNICAS DE TERESÓPOLIS; ASSOCIAÇÃO MÉDICA DE TERESÓPOLIS; CONVENTION BUREAU DE TERESÓPOLIS; COMITÊ DA CIDADANIA ATIVA E SOLIDÁRIA DE TERESÓPOLIS – COMCAST; TEREVIVA; MOVIMENTO NOSSA TERESÓPOLIS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-4895437104194380418?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/4895437104194380418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=4895437104194380418&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/4895437104194380418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/4895437104194380418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/02/manifesto-da-sociedade-civil-organizada.html' title='MANIFESTO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA DE TERESÓPOLIS'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-2751187705789102734</id><published>2011-01-29T18:49:00.000-02:00</published><updated>2011-01-29T18:50:54.563-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>As causas de tantos desastres ambientais</title><content type='html'>&lt;p class="western"&gt;&lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/node/5504"&gt;&lt;em&gt;Editorial da edição 412 do Brasil de Fato&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;Sofremos  mais uma tragédia. Mais de 600 pessoas perderam a vida nos municípios  serranos do Rio de Janeiro. Outras dezenas pagaram com a vida em São  Paulo, Minas Gerais...&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;A televisão e os meios de  comunicação da burguesia estão cumprindo seu papel: transformaram a  desgraça alheia num espetáculo diuturno, em que se assiste a tudo, menos  o mais importante, que é debater sobre o por que está acontecendo tudo  isso.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;Para a televisão não interessa debater as  causas. Seu objetivo não é resolver os problemas sociais, é apenas  aumentar a audiência. E aumentando a audiência, sobem os pontos para as  tarifas da publicidade que cobram das empresas.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;Para  a classe dominante, a burguesia brasileira e seus representantes no  Estado brasileiro, tampouco interessa debater quais as causas destes  desastres ambientais. Eles sabem que um debate mais reflexivo, sério e  profundo certamente chegaria até eles como os principais responsáveis e  causadores dessas tragédias.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;Assim, a população  brasileira vai vivendo de espetáculo em espetáculo, como uma verdadeira  novela. Ou melhor, de tragédia em tragédia. Mas novela é ficção,  representação, teatro. E o que está acontecendo não é teatro. Na vida  real, milhares de famílias perdem suas casas e tudo o que construíram.  Centenas perdem seus entes queridos. Mas quem se importa com isso? As  elites dizem: “o povo logo esquece as desgraças...” e a vida se  normaliza.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;Quem ainda se lembra de quantos  morreram na região sul do estado do Rio no ano passado? Quantos se  lembram das 13 cidades pobres do sul de Pernambuco e norte de Alagoas  que foram soterradas no ano passado? Quantos ainda se lembram que ainda  há centenas de desabrigados, na região de Blumenau (SC), dos desastres  de dois anos?&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;Felizmente têm aparecido análises  sérias, de estudiosos e especialistas ambientais, que nos levam a  entender e a explicar onde estão as verdadeiras causas desses “desastres  naturais”, provocados pela ação humana e que têm-se repetido  sistematicamente no território brasileiro.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;Destas avaliações, podemos enumerar as principais:&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;1.  Houve uma agressão permanente no Bioma da Amazônia e do Cerrado,  destruindo a vegetação nativa e introduzindo a monocultura e a pecuária.  Isso alterou o regime de chuvas e criou uma verdadeira estrada que traz  chuvas torrenciais do Norte para o Sudeste.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;2.  Houve uma agressão ao não se respeitar o meio ambiente ao redor das  cidades, e não há mais áreas de proteção nos cumes das montanhas, nas  encostas e margens dos rios. De maneira que, quando aumentam as chuvas,  elas se projetam diretamente sobre as moradias e a infraestrutura social  existente.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;3. Houve uma impermeabilização das  cidades, em função do  automóvel, para ele andar mais rápido.Tudo é  asfaltado. E quando chove, a velocidade das águas aumenta de forma  abrupta, em tempo e volume.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;4. Há uma especulação  imobiliária permanente, que quer apenas lucro, empurrando os pobres  para ladeiras, encostas, margens de rios, córregos e manguezais.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;5.  O modelo de produção agrícola do agronegócio introduziu o monocultivo  extensivo, sobretudo com pasto, cana e soja, que desequilibraram o meio  ambiente. Destruindo toda a biodiversidade vegetal e animal. Este  desequilíbrio provoca alteração no regime de chuvas, na sua intensidade e  concentração em determinadas regiões. Ou seja, chuvas torrenciais,  concentradas em volume e em determinados dias. Isso é provocado pelo  tipo de agricultura, que devastou o equilíbrio que havia na  biodiversidade natural. Daí que a agricultura familiar, que pratica  agroecologia e agrofl oresta é fundamental para o equilíbrio do regime  de chuvas, de clima e temperaturas em todo o território nacional,  inclusive nas cidades.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;6. As cidades brasileiras  estão se organizando apenas em função do transporte individual, do  automóvel, que apenas dá lucro para meia dúzias de transnacionais  instaladas no país. Então se investem volumosos recursos em obras de  vias públicas, fazem-se pontes, túneis, viadutos, soterram-se córregos  etc. Tudo isso altera o equilíbrio que havia nos territórios hoje  urbanizados.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;7. A população urbana perdeu o  hábito de ter jardins, hortas familiares e defender mais áreas verdes  nas cidades, que ainda poderiam amenizar o volume das chuvas e o  equilíbrio das temperaturas. Elas também são induzidas a impermeabilizar  os arredores de suas casas.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;8. Nenhum governante  ou agência estatal se preocupa com medidas preventivas, que pudem  avisar e deslocar as populações para lugares seguros, como se faz na  maioria dos países. Basta lembrar que, há dois anos, Cuba sofreu um  ciclone de proporções imagináveis, que arrasou o território. Mas eles  tiveram apenas três mortos em todo país. Porque, antes, deslocaram  milhões de pessoas para abrigos, e o Estado os deu proteção.&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;O  fato é que tudo isto faz parte de um modelo capitalista de organizar a  vida social apenas para o lucro, que representa o desastre, a desgraça e  o alto custo de vidas humanas cada vez maior. Portanto, enquanto a  sociedade e os governantes não se conscientizarem, assumirem suas  responsabilidades e tomarem medidas concretas para enfrentar as  verdadeiras causas, teremos, infelizmente, a repetição periódica de de  tragédias ambientais e sociais.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-2751187705789102734?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/2751187705789102734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=2751187705789102734&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2751187705789102734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2751187705789102734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/01/as-causas-de-tantos-desastres.html' title='As causas de tantos desastres ambientais'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3741283952691194272</id><published>2011-01-19T20:38:00.006-02:00</published><updated>2011-01-19T21:29:28.663-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Amanhã há de ser outro dia</title><content type='html'>Apesar de você&lt;br /&gt;Amanhã há de ser outro dia&lt;br /&gt;Você vai ter que ver&lt;br /&gt;A manhã renascer&lt;br /&gt;E esbanjar poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vai se explicar&lt;br /&gt;Vendo o céu clarear, de repente,&lt;br /&gt;Impunemente?&lt;br /&gt;Como vai abafar&lt;br /&gt;Nosso coro a cantar,&lt;br /&gt;Na sua frente.&lt;br /&gt;Apesar de você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Chico Buarque&lt;br /&gt;_________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Dias difíceis esses que passamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha cidade, Teresópolis, foi vítima de uma catástrofe natural onde um temporal desabou, surpreendendo famílias inteiras em locais onde não se acreditava que isso pudesse acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Choveu eu poucas horas o que estava previsto para todo o mês de janeiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns dizem que foi uma tragédia anunciada. Outros que foi um fenômeno imprevisível. O certo é que fomos todos pegos de surpresa pois não acreditávamos que isso pudesse acontecer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que estivéssemos inocentemente despreparados para uma tragédia. Todas as Defesas Civis, estaduais e municipais, estavam em alerta e, em Teresópolis, foram tomadas as medidas de praxe: os bairros onde haviam áreas de risco estavam sendo monitorados, as pessoas foram avisadas mas... o temporal atacou em outra frente!! Veio cair sobre o cume das montanhas que fez com que a fina capa de vegetação se descolasse das rochas e o resultado foi que tudo o que havia em baixo foi sendo arrastado pela força das águas, pedras e árvores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TTdynj6KHyI/AAAAAAAABQ0/ZuV2n_7qZbI/s1600/vieira.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TTdynj6KHyI/AAAAAAAABQ0/ZuV2n_7qZbI/s400/vieira.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564041888619175714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em baixo estavam as pessoas. Umas em áreas de risco, outras em áreas nobres. O certo é que essa tempestade veio e não fez distinção de classe social, credo, opção política ou outra diferença qualquer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos meus perderam tudo, menos a vida. Conhecidos estão desaparecidos, outros foram encontrados mortos em meio a lama e restos de árvores destroçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós da &lt;a href="http://www.guapimirim.rj.gov.br/defesacivil.html"&gt;Defesa Civil&lt;/a&gt; Municipal de Guapimirim, fomos acionados para ajudar. Arrecadamos donativos, fizemos a triagem, empacotamos e enviamos à Teresópolis. Subimos com nossas viaturas, a de resgate e o caminhão pipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso com um outro olho em Guapimirim. Um pé lá e outro cá, como dizia minha avó!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita dor, tristeza! Parecia que nada do que fizessemos fosse suficiente para amenizar esse desastre e suas consequências!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como se não bastasse tudo isso, pessoas sem nenhum escrúpulo apareceram para lembrar-nos do que pode o ser humano, o mesmo que, por seus atos, provocou esse "acidente":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boatos, saques, roubo de donativos, oposição aproveitando para denegrir a imagem da situação e situação desorganizada querendo aparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também outro fator importante em toda essa história: a ação da mídia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tem gente que se aproveita da desgraça alheia!!! Sem falar nos números que, segundo os próprios moradores dos locais atingidos, não batem com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: no bairro do Campo Grande, um dos mais atingidos,  250 a 300 casas foram soterradas. Calculando uma média de 5  moradores por casa, teremos cerca de 1500 mortos só naquela região!&lt;br /&gt;Mas os dados oficiais até agora mostram números bem menos expressivos e a grande midia limpinha, além de fazer sensacionalismo e divulgar falsas notícias, corrobora esses dados numéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses bairros mais atingidos um forte cheiro de corpos em decomposição já pode ser sentido e muitos familiares enterraram seus mortos no que restou do quintal de suas casas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termino esse relato voltando ao trecho da letra de Chico Buarque que, tendo um outro contexto, foi escrita em meio a agonia do regime miliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu creio nas pessoas. Creio que tudo isso se converterá em bem. Conhecemos o testemunho de povos que se levantaram em meio às cinzas, como o povo japonês que, embora tendo uma cultura diferente da nossa, reconstruiu seu país após uma guerra sangrenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que conseguiremos sair dessa com muito trabalho e com uma consciência política melhorada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que o povo acorde e saia da matrix!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-3741283952691194272?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/3741283952691194272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=3741283952691194272&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3741283952691194272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3741283952691194272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2011/01/amanha-ha-de-ser-outro-dia.html' title='Amanhã há de ser outro dia'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TTdynj6KHyI/AAAAAAAABQ0/ZuV2n_7qZbI/s72-c/vieira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3416682194331866432</id><published>2010-12-24T14:27:00.000-02:00</published><updated>2010-12-24T14:34:24.111-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Tudo e todos (as)</title><content type='html'> por Rodrigo Marques Soares (quaresma.ufrj@yahoo.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo do mundo ninguém era dono de nada,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que existia era de todos e todas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, os campos eram livres, as águas eram limpas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos plantavam tudo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que era colhido pertencia a todos e todas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens e as mulheres viviam sempre caminhando,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes paravam para descansar e dormir,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não permaneciam muito tempo num lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, uma pessoa parou e começou a pensar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou para os rios,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou as árvores e os seus frutos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou as vacas que pastavam calmamente pelo campo verde,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E derrepente, levantou-se bruscamente, bateu o pé no chão e gritou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ISTO É MEU!!!” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que estavam ao redor olharam-se assustadas, afinal nunca haviam ouvido aquilo antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando menos se esperava, ouviu-se outro grito que vinha lá do outro lado rio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“ISTO É MEU!!!” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as pessoas também olharam e se assustaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ouviu-se novamente o grito vindo de outra pessoa: “ISTO É MEU!!!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora estávamos no meio de uma gritaria geral: ISTO É MEU, ISTO É MEU, ISTO É MEU, ISTO É MEU, ISTO É MEU, ISTO É MEU...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas enlouquecidas corriam e se acotovelavam, fazendo cercados e demarcando o que era seu... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os campos já não eram livres...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as águas começaram a ficar sujas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os frutos das árvores já não eram de todos e todas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem todos podiam mais plantar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-3416682194331866432?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/3416682194331866432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=3416682194331866432&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3416682194331866432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3416682194331866432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/12/tudo-e-todos-as.html' title='Tudo e todos (as)'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7663079901402564345</id><published>2010-12-09T23:43:00.008-02:00</published><updated>2010-12-14T15:56:07.203-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Justiça</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TQGI--aud9I/AAAAAAAABQo/kb96NyjD9uI/s1600/serra-dos-orgaos-01.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TQGI--aud9I/AAAAAAAABQo/kb96NyjD9uI/s400/serra-dos-orgaos-01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5548866831385524178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;p style="text-align: justify; text-indent: 27pt; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 27pt; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:13pt;"  &gt;“O         país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão         dissolvidos, as consciências em debandada, os carácteres corrompidos.         A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há         princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não         seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade         entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.         Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se         progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria.         Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado         é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um         inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.         Diz-se por toda a parte: o país está perdido!”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:13pt;"  &gt;                  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="text-align: justify; text-indent: 27pt; margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Isto         foi escrito em 1871, por Eça de Queirós, no primeiro número d'As         Farpas. Parece mais atual do que nunca..&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;___________________________________________&lt;br /&gt;___________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico a pensar o que é a Justiça.&lt;br /&gt;O que representa a balança&lt;br /&gt;A imagem&lt;br /&gt;Feminina e&lt;br /&gt;Vendada&lt;br /&gt;Que simboliza harmonia&lt;br /&gt;E imparcialidade&lt;br /&gt;A firmar um contrato com toda a&lt;br /&gt;População&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico a sonhar&lt;br /&gt;Com um dia que chegue&lt;br /&gt;E que traga a paz&lt;br /&gt;Entre gente&lt;br /&gt;Total ou parcialmente&lt;br /&gt;Diferente&lt;br /&gt;Que não pense que sua verdade&lt;br /&gt;É a única&lt;br /&gt;E queira assim suplantar&lt;br /&gt;O que a cor de seu sangue&lt;br /&gt;Ou as próprias entranhas&lt;br /&gt;Ensinam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que verei&lt;br /&gt;Ou então deixarei&lt;br /&gt;A semente que irá&lt;br /&gt;Evoluir&lt;br /&gt;Numa grande floresta&lt;br /&gt;Fecunda&lt;br /&gt;E vivaz&lt;br /&gt;Adubada pelo que restar&lt;br /&gt;Dessa raça humana&lt;br /&gt;Mesquinha&lt;br /&gt;Que após a podridão&lt;br /&gt;De sua carne&lt;br /&gt;Servirá como fertilizante&lt;br /&gt;Da evolução&lt;br /&gt;De uma nova era da vida&lt;br /&gt;Que virá&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7663079901402564345?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7663079901402564345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7663079901402564345&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7663079901402564345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7663079901402564345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/12/justica.html' title='Justiça'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TQGI--aud9I/AAAAAAAABQo/kb96NyjD9uI/s72-c/serra-dos-orgaos-01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-625703220748793957</id><published>2010-12-07T14:23:00.002-02:00</published><updated>2010-12-07T14:25:34.608-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ceticismo'/><title type='text'>Uma Mensagem Secular de Fim de Ano</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2010/12/MaryAndHorus.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 365px; height: 238px;" src="http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2010/12/MaryAndHorus.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Há mais de cinco mil anos, muito antes  de um homem em especial ter nascido no oriente médio, o fim de dezembro é  comemorado como um rito de passagem e renascimento por povos em todo o  mundo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O solstício de inverno, no norte, era  celebrado há milênios pelas mais diferentes tribos, nações, culturas e  religiões que a diversidade da natureza humana já produziu. Uma festa  que sempre uniu famílias, amigos e afetos, e tem sido comemorada desde a  alvorada da civilização no Velho Mundo, para nos lembrar que, mais uma  vez, o ano se finda e tivemos a oportunidade de aproveitá-lo da melhor  forma que nos é possível.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Seja nas comemorações pagãs do  renascimento das divindades solares – Mitra para os hindus, Horus para  os egípcios, Sol Invictus para os romanos, entre outros – ou nas  manifestações que representavam a iluminação de Buda pela passagem do  solstício, ou até mesmo na adaptação cristã mais recente para a data, o  Natal de 25 de dezembro, o fim de ano é uma data que conjuga uma imensa  bagagem não somente histórica, mas também humana.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="more-19043"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;É hora de repensar o futuro que queremos  e planejamos, tomando como condição de contorno o passado, o ano que  termina; de pesar positivos e negativos, recolher-se à admiração do  fenômeno que é a vida e celebrar que o mundo de hoje é melhor que o  mundo de ontem, ou, se não for, que pelo menos tentamos fazê-lo desta  forma, e não desistiremos disto, pois é da natureza humana evoluir.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por isto, considere o que há de bom e o  que há de ruim na sua vida. Reconheça que as coisas boas são fruto de  trabalho e dedicação e que as coisas ruins podem, sim, ser melhoradas,  principalmente com mais trabalho e dedicação.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Lembre-se de que errou, mas que também  acertou, e que se arrependeu dos erros. Tenha certeza de que não há mal  nato em ser humano, pois não poderia ser diferente, e que a culpa por si  só não te previne de errar novamente. Trabalhe para que os erros sejam  corrigidos, e não lamentados.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pratique a empatia: ponha-se no lugar do  próximo, e não faça aos outros aquilo que não quer para si. Seja  solidário e gentil, companheiro e compreensivo. Perdoe os erros, quando  honestamente reconhecidos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Seja tolerante: aprenda a compartilhar  as igualdades com alegria, mas também a respeitar e celebrar as  diferenças inerentes dos seres humanos, que tornam cada um de nós único e  insubstituível.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Questione o senso comum, diariamente:  das tradições, superstições e ideias mais tenazes aos preconceitos mais  arraigados, estando disposto a se levantar contra as incoerências e  injustiças. Crie ideias próprias, lógicas, saudáveis e coerentes. Mas  esteja também aberto a discordarem de você, valorizando a discussão, e  não o conflito.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Aplique a racionalidade, a faculdade que  mais lhe diferencia dos demais animais, para tomar as atitudes e  posições mais sensatas, e não aquelas baseadas única e exclusivamente em  dogmas e premissas imutáveis. Modele sua visão do mundo de acordo com  os fatos, e não os fatos de acordo com sua visão de mundo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não deixe lugar para o egoísmo e  mesquinharia intelectual. Há males terrenos piores que qualquer danação  eterna, pois prejudicam seu próximo, aqui e agora. Antes de sair pedindo  por vida nova, prometa a si mesmo mudanças para melhorar o mundo em que  vivemos e busque a convivência pacífica entre os seres, humanos ou não.  Respeite não somente o próximo, mas a Natureza, pois dela viemos e a  ela retornaremos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Aprenda a conviver com a incerteza e a  dúvida saudável. Pergunte-se se verdades e respostas absolutas são mesmo  o caminho para achar sentido na vida. Nada de sobrenatural daria à sua  vida um sentido mais amplo e concreto do que o significado que você  mesmo dá a ela, em todos os dias em que realiza algo que lhe dá prazer  ou em que compartilha momentos com quem ama. Aproveite cada momento como  o último, responsavelmente, pois nada lhe garante que exista algo além  do que temos aqui.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Descubra que seus credos são pontos de  vista dignos de espaço tanto quanto os credos de outrem, ou mesmo tanto  quanto a descrença. Portanto, neste Natal, não importa no que você  acredita, acredite em ligar para aquele velho amigo; acredite na boa  vontade independente de crenças; acredite em não descer ao nível  daqueles que quer ver punidos; acredite na cooperação por um futuro  melhor; acredite no amor em qualquer uma de suas formas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;E acredite na liberdade de acreditar,  porque somente tendo livre acesso a qualquer tipo de crença é que você  terá a oportunidade de escolher, dentre todas as possíveis, aquelas que  trarão soluções para a sua vida e a vida de seus semelhantes – pazes e  amores, e que sejam os melhores possíveis.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://bulevoador.haaan.com/2010/12/03/uma-mensagem-secular-de-fim-de-ano/"&gt;Bule Voador&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-625703220748793957?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/625703220748793957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=625703220748793957&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/625703220748793957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/625703220748793957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/12/uma-mensagem-secular-de-fim-de-ano.html' title='Uma Mensagem Secular de Fim de Ano'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-3295983750429334246</id><published>2010-12-03T11:28:00.000-02:00</published><updated>2010-12-03T11:29:48.420-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Violações aos direitos humanos que vêm sendo cometidas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;p&gt;Militantes da Rede contra Violência estiveram ontem, 1º de dezembro, na Vila Cruzeiro, e puderam recolher diversas denúncias de &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.redecontraviolencia.org/Documentos/764.html"&gt;&lt;span class="yshortcuts" id="lw_1291382915_1"&gt;violações  dos direitos humanos por parte das forças de segurança estatais  (polícia e forças armadas) que ocuparam recentemente a localidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Nesta visita, também participaram correspondentes de uma televisão européia e jornalistas de um grande jornal paulista.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O ambiente na comunidade é de extrema tensão e é possível perceber o  quão apreensivos e desconfiados estão os moradores. Quase toda a atenção  destes está voltada para os últimos acontecimentos e suas rotinas  foram inteiramente alteradas. Os militantes da Rede ouviram diversos  relatos que, de uma maneira geral, expressavam a preocupação dos  moradores com o que poderia acontecer com seus familiares e em suas  casas quando lá não estivessem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;À medida que caminhavam, os referidos militantes e jornalistas eram  abordados por moradores revoltados com a situação e que gostariam, de  alguma forma, de denunciar a situação que estavam vivenciando. Não era  preciso abordar as pessoas e perguntar sobre violações, os moradores  procuravam-nos espontaneamente. Ouvimos queixas e denúncias de cerca de  30 pessoas. A cada passo ficava muito claro que a versão oficial de um  apoio irrestrito da população local a ação do Estado não se sustenta.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Há uma preocupação generalizada com a  forma como as revistas aos moradores e às casas são realizadas. Diversas  pessoas, que quase sempre não queriam se identificar por medo do que  lhes poderia acontecer, já que temem represália às suas denúncias,  reclamavam de humilhações sofridas, especialmente as diferentes formas  de violência física e psicológica às quais foram submetidos. Muitos, é  possível afirmar, foram ofendidos em sua dignidade de seres humanos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O procedimento padrão utilizado pelos  policiais, especialmente os da polícia militar, é o seguinte: sem  mandato de busca e apreensão ou outra autorização judicial, que  legalmente permitiria a entrada nas casas, os agentes de segurança  arrombam portas, portões e grades, com pessoas no interior ou não.  Reviram os móveis e outros pertences, levam objetos de valor e quebram o  que sobra. Em uma das primeiras casas que visitamos, percebemos muitos  objetos revirados e jogados no chão. A moradora nos informou que os  policiais levaram a televisão e inclusive o chuveiro do banheiro. A  geladeira desta moradora foi vendida pelos policiais a outro morador  local pelo valor de R$ 500,00.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um grupo de moradores que os militantes  da Rede encontraram ao caminhar pela comunidade disseram que não  agüentam mais a presença da polícia. Dizem que agora são obrigados a  trancar toda a casa e estão com medo que roubem seus pertences e outras  violências sejam cometidas. Outro morador relatou que arrebentaram a  porta de sua residência e que agora têm que tomar mais cuidado. No  momento em que conversavamos com este último, aparece um senhor,  que mora na localidade há mais de 50 anos, e reclama da repetição das  abordagens dos policiais às casas. Mais a frente, um grupo de mulheres  reclama que entrou em contato com a Comlurb para que esta retirasse  carros queimados próximos às suas residências, mas não obtiveram  resposta.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além das críticas aos arrombamentos e  roubos de objetos, muitos moradores reclamaram da forma de tratamento  desrespeitosa e humilhante por parte dos agentes de segurança. Uma  moradora disse que “eles nos tratam como bicho”. Ela ainda informou  que policiais do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) têm uma atitude  completamente diferente quando não há mais luz do dia ou as câmeras da  imprensa por perto. Reclamaram, ainda, da truculência dos policiais do  16° Batalhão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em outra situação, policiais do 22°  Batalhão, não identificados (como, de resto, acontece com a maioria dos  policiais), entraram numa casa, amordaçaram um jovem, levaram-no para um  dos cômodos da residência e retiraram os seus familiares, inclusive  crianças recém nascidas, colocando-as na rua. Enquanto mantinham o jovem  amarrado, bateram nele com um cabo de vassoura. Perguntavam se ele  possuía alguma informação sobre bandidos, mas o jovem afirmava que não.  Em vão. Os policiais perguntaram, então, se ele tinha dinheiro, pois, se  tivesse, não quebrariam nada em sua casa. Entretanto, percebendo que as  pessoas ali eram pobres, os policiais quebraram o forro do teto e  pegaram celulares. Importante mencionar que alguns policiais estavam de  touca ninja. Antes de irem embora, ainda pegariam uma foto do referido  jovem, sem explicar o motivo de tal atitude.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante toda a caminhada realizada,  a principal denúncia recebida foi a de que um outro jovem teria sido  assassinado pela polícia, fato não noticiado pela imprensa. Segundo  informações, os policiais acharam que se tratava de um traficante. O  jovem foi morto e seus restos mortais jogados a animais.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A comitiva da Rede e da imprensa foi à  localidade da Vila Cruzeiro chamada Vacaria, onde até a tarde de sábado  (27/11) haviam cadáveres insepultos sendo devorados por porcos. Sentimos  o forte cheiro de decomposição, vindo de um matagal, mas foi impossível  verificar a existência de restos humanos. Uma viatura da PM (que foi  filmada pelo cinegrafista da TV estrangeira) passou por nós e dela  exalava forte odor de restos em decomposição.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Oficiaremos o Ministério Público no  sentido de organizar uma ida à comunidade, sem acompanhamento policial  ou da imprensa, para que as inúmeras denúncias possam ser formalizadas  com segurança pelos moradores.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;strong&gt;Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-3295983750429334246?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/3295983750429334246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=3295983750429334246&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3295983750429334246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/3295983750429334246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/12/violacoes-aos-direitos-humanos-que-vem.html' title='Violações aos direitos humanos que vêm sendo cometidas'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-6260646027545644826</id><published>2010-11-29T14:53:00.004-02:00</published><updated>2010-11-29T15:01:22.547-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>E=mc³ ou "De onde eu venho e pra onde eu vou"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TPPbQTWUoWI/AAAAAAAABQg/9QAr56VZKgQ/s1600/olhored2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 241px; height: 257px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TPPbQTWUoWI/AAAAAAAABQg/9QAr56VZKgQ/s400/olhored2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5545016639341502818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço tem&lt;br /&gt;Um tempo relativo&lt;br /&gt;O meu tempo&lt;br /&gt;Nesse espaço infinito&lt;br /&gt;É o tempo que eu tenho de viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu passado é aquele ovo&lt;br /&gt;Concentrado&lt;br /&gt;Radioativo&lt;br /&gt;Pequenina circunstância não criada&lt;br /&gt;Mesmo antes da potente explosão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu passado não começa&lt;br /&gt;Pois eu sou os elementos&lt;br /&gt;Meu passado só termina&lt;br /&gt;Quando o tempo terminar&lt;br /&gt;E se o tempo não termina&lt;br /&gt;E se eu vivo eternamente&lt;br /&gt;Minha mente então explora&lt;br /&gt;Essa possibilidade&lt;br /&gt;Da idade eterna de todo o meu ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então sendo situado&lt;br /&gt;E então tendo escapado&lt;br /&gt;Da Matrix&lt;br /&gt;Aceitei aquela drágea&lt;br /&gt;Rubra feito o meu sangue&lt;br /&gt;Que é a mesma&lt;br /&gt;Bem vermelha&lt;br /&gt;Cor de todo o mesmo sangue&lt;br /&gt;Que te corre&lt;br /&gt;Pelas veias&lt;br /&gt;Que escorre pela terra&lt;br /&gt;Que se usa como tinta&lt;br /&gt;Em claro e branco papel&lt;br /&gt;E no tempo&lt;br /&gt;Aduba e escreve a nossa revolução!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-6260646027545644826?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/6260646027545644826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=6260646027545644826&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6260646027545644826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/6260646027545644826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/11/emc-ou-de-onde-eu-venho-e-pra-onde-eu.html' title='E=mc³ ou &quot;De onde eu venho e pra onde eu vou&quot;'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TPPbQTWUoWI/AAAAAAAABQg/9QAr56VZKgQ/s72-c/olhored2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-4140706033012549756</id><published>2010-11-27T13:57:00.005-02:00</published><updated>2010-11-27T14:07:35.834-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Favela*</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_L-8nfsTsVk0/TLC9mX0aMpI/AAAAAAAADa8/503_qO21YiM/s640/favela_planta.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 350px; height: 263px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_L-8nfsTsVk0/TLC9mX0aMpI/AAAAAAAADa8/503_qO21YiM/s640/favela_planta.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje é dia&lt;br /&gt;De poesia&lt;br /&gt;Chuva&lt;br /&gt;Sol&lt;br /&gt;E o que for&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é dia&lt;br /&gt;De ficar&lt;br /&gt;Em boa&lt;br /&gt;Companhia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o sol&lt;br /&gt;Apareceu&lt;br /&gt;E de tarde&lt;br /&gt;Escureceu&lt;br /&gt;Uma nuvem&lt;br /&gt;Cheia d'água&lt;br /&gt;Caiu&lt;br /&gt;Em terra seca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a semente&lt;br /&gt;Então plantada&lt;br /&gt;E adomecida&lt;br /&gt;Apareceu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica;font-size:85%;"  &gt;&lt;i&gt;Cnidoscolus phyllacanthus&lt;/i&gt; Pax &amp;amp; K. Hoffm (&lt;i&gt;Jatropha phyllacantha&lt;/i&gt; Mart.). – É uma árvore com mais ou menos 3-5 m de altura, irregularmente esgalhada, lactescente, profusamente armada de espinhos cáusticos. Folhas longas, grossas, lanceoladas, profundamente recortadas, com pequenos acúleos no limbo e espinhos nas nervuras. Flores alvas, hermafroditas, de 4 mm de diâmetro, em pequenos cachos axilares e terminais. Cápsula deiscente, provida de sementes parecidas com as da mamona. As picadas dos espinhos da favela provocam inflamações dolorosas, demoradas e, se atingem uma articulação, podem até aleijar a parte afetada. Essa extrema virulência talvez se deva ao látex encontrado em toda a planta. Seco, o látex torna-se quebradiço e pode ser aproveitado para iluminação e como remédio balsâmico. As folhas maduras e a casca servem de forragem às cabras, carneiros, jumentos e mesmo aos bovinos. As sementes engordam as galinhas, porcos e ovinos. Porém a grande importância da favela está em suas sementes, dando a esta planta uma posição destacada como produtora de óleo alimentício e de farinha, esta rica em sais minerais e principalmente em proteínas. É uma xerófila por excelência, vegetando nos tabuleiros rasos e pedregosos dos sertões mais secos do Nordeste.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-4140706033012549756?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/4140706033012549756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=4140706033012549756&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/4140706033012549756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/4140706033012549756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/11/favela.html' title='Favela*'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_L-8nfsTsVk0/TLC9mX0aMpI/AAAAAAAADa8/503_qO21YiM/s72-c/favela_planta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-2493848432174788168</id><published>2010-11-26T13:27:00.003-02:00</published><updated>2010-11-26T13:32:03.019-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Deus não existe!...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:78%;"&gt;POR &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.revistabula.com/colunista/edival-lourenco" title="Edival Lourenço" rel="tag"&gt;EDIVAL LOURENÇO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;publicado em &lt;a href="http://www.revistabula.com/categoria/animau-cinixtro" title="animau çinixtro" rel="tag"&gt;animau çinixtro&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.revistabula.com/arquivos/posts/images/288/Deus.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 300px; height: 420px;" src="http://www.revistabula.com/arquivos/posts/images/288/Deus.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se Deus existe, Ele passou muito tempo  na moita até que pudesse ser percebido por alguém. O universo, como  existência física, é estimado em 14,5 bilhões de anos pelo calendário  terreno, quando surgiu de um ovo pré-universal, numa explosão  espetacular, cujos estilhaços formam os monumentais corpos celestes. Em  um desses estilhaços, dos bem pequenos, é verdade, o Homo sapiens, a  nossa espécie primordial, surgiu há cerca de  145 mil anos, ou seja: a  nossa existência no universo ocupa o percentual infinitamente miúdo de  0,001% da existência do mundo. &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Astronomicamente falando é um tempo tão  ínfimo quanto aquele gasto no piscar de uma lagartixa no contexto de um  ano. Em algum momento de nossa curtíssima trajetória, desenvolvemos  alguns atributos que nos foram diferenciando da bicharada, tais como  consciência, o raciocínio lógico, o desenvolvimento de ferramentas, a  interferência conduzida no meio ambiente, a cultura e a intuição da  existência do sobrenatural.  Só então Deus começou a dar as caras. Ou  seja, a existência de Deus como ideia e conceito começa de fato com a  evolução racional do ser humano, dentro de um processo da evolução  natural das espécies. Daí não ser um disparate afirmar que a natureza  criou o homem e o homem criou Deus. A existência de Deus, se fosse pão,  ainda estava quentinho de derreter a manteiga. Nenhuma das linhagens que  nos antecederam, como as bactérias, as formigas, as baratas, os  crocodilos, os dinossauros, supõe-se, não chegaram a aventar, ou mesmo  intuir a existência de Deus. Pela simples razão de que eram ou são seres  irracionais. A existência der Deus teve início com a nossa espécie.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A existência de Deus, a rigor, é um  efeito colateral da racionalidade. Ela acontece onde o nosso limitado  raciocínio esgota suas forças e não consegue romper. Aí entra a ordem  sobrenatural, tendo como centro o Deus absoluto, princípio, meio e fim,  aquele que é ubíquo e tudo sabe, que tem visão de raio X para saber o  que existe por trás das pedras, por trás de nosso discurso falho e não  raro dissimulado.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Costumamos afirmar que fomos feitos à  imagem e semelhança de Deus, o que nos parece não só uma forma arrogante  de nos colocar em posição superior diante das demais criaturas e assim  subjugá-las, mas também um evidente equívoco, prontamente observável.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois que fez o mundo, com sua alquimia  explosiva, Deus esperou com paciência por mais de 14 bilhões de anos  para inserir o homem em sua arena. Se fôssemos tão importantes como  supomos ser, talvez Deus tivesse nos preparado mesmo antes da construção  do cenário e nos conservado no formol divino e nos inserido em cena  desde o primeiro ato. Já o Homo sapiens, ao contrário de Deus, é um  bicho extremamente ansioso. Queremos alcançar resultados, atingir  objetivos desde as primeiras ações.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Diante desta situação, de duas uma: ou  Deus é semelhante a nós, mas não somos importantes para Ele, apesar da  semelhança. (A semelhança, no caso, ao invés de produzir simpatia, pode  ter produzido rejeição, pois, pelo dom da ubiquidade, Deus sabia desde  sempre quem seríamos nós e do que seríamos capazes.) Ou então Deus não é  semelhante a nós e, como espécie, somos apenas mais uma no desenrolar  do longo novelo evolutivo, e que irá desaparecer até mais rapidamente do  que as outras, como as baratas, as formigas e as bactérias, em razão de  nossa racionalidade convertida em estupidez.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;É uma noção quase unânime, independente  da seita que se filie, ou da versão de Deus que se adote, que Ele é um  ser permeável e receptivo aos nossos rapapés, que costumamos chamar de  orações. E isso talvez nos fizesse especiais diante de Deus, pois somos a  única espécie capaz de desenvolver rituais bajulatórios. Ora, há  evidências de que Deus não se impressiona com nossos comovidos  petitórios. Ou pelo menos a comoção de Deus não se manifesta de forma  semelhante à comoção humana. Vez que somos tendentes a poupar de nossa  ira as pessoas que nos beijam as mãos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da história, não foi uma nem  duas vezes que templos abarrotados desabaram sobre os fiéis em oração.  Exemplo típico foi o Dia de Todos os Santos de 1755, em Lisboa. Estando  as igrejas da Capital repletas de fiéis, veio um terremoto. Quem  sobreviveu ao terremoto foi engolido pelas chamas provocadas pelos  escombros sobre as velas acesas. Quem ainda conseguiu sobreviver, em  seguida foi engolido por um tsunami. Milhares e milhares de pessoas  morreram rezando. A família real sobreviveu porque estava praticando um  ato que contrariava a suposta vontade de Deus. Naquele domingo santo,  dia de fervorosas adorações, estava fazendo churrasco e descansando na  casa de verão, em Queluz.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro exemplo bem recente foi o tremor  de terras do Haiti. Um dos países mais pobre do mundo, um povo  extremamente sofrido e digno da piedade humana e divina e outras mais,  se mais houver. Foi violentamente sacudido, não poupando nada nem  ninguém. Levou de eito aficionados do vodu, do budismo, do islã, do  cristianismo e quem mais estivesse por lá. Levou inclusive a Dra. Zilda  Arns, a nossa santa viva e operante, que salvou milhões de crianças da  mortalidade infantil, no Brasil e em outras partes. Inclusive estava lá  em missão de salvação dos pequeninos, quando a igreja desabou sobre ela.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em qualquer tempo e lugar, as pessoas  que apostaram na hipótese de um Deus expresso e socorrista, a não ser  que tenham se vendando pelas lonas do autoengano, acabaram desiludidas. O  próprio Jesus Cristo, que se achava em condição mais do que especial  diante das atenções de Deus, na hora em que ele mais esperava,  desabafou:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;− Oh, Pai, por que me abandonaste!?&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Deus não é um ser de misericórdia e  amor. Pelo menos seu amor e sua misericórdia não têm as feições que  gostaríamos que tivessem. Nem tem o apego por nós que gostaríamos que  tivesse. Talvez do que Deus goste mesmo sejam suas esferas rodopiantes,  suas galáxias em espirais, suas estrelas incendiadas, seus buracos  negros que povoam o universo numa profusão quase infinita. Enquanto nós,  bicho da terra tão pequeno, como já sentenciou Camões, continuamos  circunscritos a este estilhaço minúsculo, neste recanto de universo, que  Terra tem por nome, com nosso destino atrelado ao destino das baratas e  das moscas varejeiras. Ainda assim cheios de poesia em nosso  triunfalismo enganoso.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao título deste texto “Deus não  existe!...” é no sentido brasileiro popular. Quando alguém nos  surpreende de forma cabal, ou tem qualidades que superam quaisquer  expectativas ou prescrições, nós dizemos simplesmente: “Fulano não  existe!...” Assim me parece que seja Deus, uma entidade surpreendente,  sobejante, incapaz de se ajustar ao entendimento humano, aos dogmas  religiosos, à ciência ou à vã filosofia.&lt;/p&gt; Definitivamente, Deus não existe!...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-2493848432174788168?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.revistabula.com/posts/animau-cinixtro/deus-nao-existe' title='Deus não existe!...'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/2493848432174788168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=2493848432174788168&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2493848432174788168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2493848432174788168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/11/deus-nao-existe.html' title='Deus não existe!...'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-4768335143966623765</id><published>2010-11-20T12:55:00.002-02:00</published><updated>2010-11-20T12:59:10.422-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Entrevista com Tom Morello do Rage Against the Machine</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/r13MQyr8RQs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/r13MQyr8RQs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Township Rebellion"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rebel, rebel and yell&lt;br /&gt;'Cause our people still dwell in hell&lt;br /&gt;Locked in a cell&lt;br /&gt;Yes, the structure's a cell&lt;br /&gt;Mad is the story I tell&lt;br /&gt;How long can we wait?&lt;br /&gt;Come on, seein' what's at stake&lt;br /&gt;Action for reaction&lt;br /&gt;If your mind's in a somewhat complacent state&lt;br /&gt;Get a check up&lt;br /&gt;This is a stick up&lt;br /&gt;Our freedom or your life&lt;br /&gt;Lord, I wish I could be peacful&lt;br /&gt;But there can be no sequel&lt;br /&gt;Now freedom must be fundamental&lt;br /&gt;In Johannesburg or South Central&lt;br /&gt;On the mic, 'cause someone should tell 'em&lt;br /&gt;To kick in the township rebellion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yeah, what about that, sucker?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yeah, so you thought you could get with the hardlines&lt;br /&gt;That fill your mind&lt;br /&gt;Thoughts, battles fought&lt;br /&gt;And lessons taught&lt;br /&gt;Yes I'll display the fitness&lt;br /&gt;And flip like a gymnast&lt;br /&gt;Raise my fist and resist&lt;br /&gt;Asleep, though we stand in the midst&lt;br /&gt;Of a war&lt;br /&gt;Gotta get mine&lt;br /&gt;Gotta get more&lt;br /&gt;Keepin' the mic warm against the norm&lt;br /&gt;'Cause what does it offer me?&lt;br /&gt;I think often it's nothin' but a coffin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gotta get wreck&lt;br /&gt;Till our necks never swing on a rope&lt;br /&gt;From here to the cape of no hope&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Now freedom must be fundamental&lt;br /&gt;In Johannesburg or South Central&lt;br /&gt;On the mic, 'cause someone should tell 'em&lt;br /&gt;To kick in the township rebellion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why stand on a silent platform?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why stand on a silent platform?&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;What's it gonna take?&lt;br /&gt;Euuurrrggghhhhh!&lt;br /&gt;Shackle their minds when they're bent on the cross&lt;br /&gt;When ignorance reigns, life is lost&lt;br /&gt;Shackle their minds when they're left on the cross&lt;br /&gt;When ignorance reigns, life is lost&lt;br /&gt;Shackled our minds when we're bent on the cross&lt;br /&gt;When ignorance reigns, life is lost&lt;br /&gt;Shackled our minds when we're left on the cross&lt;br /&gt;When ignorance reigns, life is lost, lost, lost!&lt;br /&gt;Shackle your minds and you're left on the cross!&lt;br /&gt;When ignorance reigns, life is lost!&lt;br /&gt;Just shackle your minds when you're bent on the cross!&lt;br /&gt;When ignorance reigns, life is lost, lost!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why stand on a silent platform?&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm&lt;br /&gt;Fight the war, fuck the norm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ana Maria Straube&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Rodrigo Salgado&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;e &lt;strong&gt;Vinicius Mansur&lt;/strong&gt; (de São Paulo)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nascida em 1991 na Califórnia, EUA, a banda Rage Against The Machine  (RATM) se consolidou no cenário mundial da música com uma rara mescla de  rap, variantes do rock and roll pesado e crítica política furiosa e  constante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na trajetória da banda, pedradas ao capitalismo, ao  belicismo estadunidense, ao racismo, ao etnocídio dos nativos da  América, à violência machista. Homenagens aos zapatistas, à Liga  Anti-Fascista da Europa, à organização Women Alive, aos presos políticos  Leonard Peltier e Múmia Abu-Jamal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para todos estes, a banda  realizou shows, revertendo todo o dinheiro para a defesa das causas. O  RATM também tocou em protestos contra o Nafta (Tratado Norte-Americano  de Livre Comércio) e a Alca (Área de Livre Comércio das Américas), fez  dois shows contra à guerra (2000 e 2008) às portas da Convenção Nacional  do Partido Democrata, provocou o fechamento da Bolsa de Valores de Nova  York por algumas horas ao tentarem gravar um clipe, dirigido por  Michael Moore, em frente à instituição, e, também, foi censurado pela  emissora NBC por exibirem a bandeira dos EUA de cabeça para baixo em uma  apresentação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, a  emissora Clear Channel criou a lista de “músicas com letras  questionáveis”, na qual o RATM foi a única banda a ter todas as suas  músicas incluídas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De 2000 a 2007, a banda esteve separada, mas,  em outubro deste ano, aterrissou e “aterrorizou” pela primeira vez em  solo sul-americano, passando por Brasil, Argentina e Chile, homenageando  o MST, as Mães da Praça de Maio, Víctor Jara e Salvador Allende.  Passada a turnê, o guitarrista do RATM, Tom Morello, concedeu uma  entrevista exclusiva ao &lt;strong&gt;Brasil de Fato&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil  de Fato – Os fãs da América do Sul esperaram muito tempo por uma  apresentação do RATM. Vocês gostaram da recepção do público? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Morello –&lt;/strong&gt;  Nós ficamos muito extasiados com o público brasileiro. Nós temos  grandes fãs no Brasil e é uma vergonha termos demorado 19 anos para  tocar no país. Mas valeu a espera. Foi realmente uma noite para ser  lembrada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O RATM é uma banda  claramente anticapitalista. Porém, percebemos, no show do Brasil, que  parte considerável dos seus fãs não se interessa pelo conteúdo político  ou até mesmo tem aversão a posicionamentos de esquerda. Como vocês  interpretam isso?  &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O RATM é uma banda que se preocupa  em agir amplamente. Tocamos nossa música para atingir uma ampla  variedade de pessoas, independentemente de suas inclinações ideológicas.  Estou tranquilo com isso. Nós não somos uma banda elitista que toca  exclusivamente para pessoas que compartilham exatamente nossa pauta  política. O que nós percebemos ao longo destes anos é que muitos jovens  que antes eram apáticos ou possuíam opiniões políticas diferentes foram  expostos a um novo conjunto de ideias através de nossa música e, em  alguns casos, isso os ajudou a mudar sua forma de pensar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um  jornalista chegou a publicar que vocês foram usados pelo MST no Brasil,  colocando-os como “gringos bonzinhos nas mãos de pessoas más”. O que  você tem a dizer sobre isso?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Minha hipótese é que o  jornalista que diz sermos marionetes nas mãos do MST possivelmente  discorda da postura política do movimento. Isto é uma crítica comum que  encontramos aqui nos Estados Unidos. Quando a mídia de direita critica  artistas por se posicionarem politicamente é geralmente porque eles  discordam do ponto de vista dos artistas. Eu aprendi sobre o MST com o  Zack, que conhece bastante sobre os movimentos políticos de toda a  América Latina e nós temos orgulho de prestar solidariedade ao MST na  sua luta por justiça no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você faz parte de algum movimento político? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sou  cofundador, junto com Serj Tankian, da banda System of a Down, da Axis  of Justices, uma organização sem fins lucrativos determinada a reunir  músicos, fãs de música e organizações políticas de base para lutar por  paz, direitos humanos e justiça econômica. Também sou membro do IWW  (Trabalhadores Industriais do Mundo, por sua sigla em inglês), uma  organização de trabalhadores radical, fundada no início do século 20 e  que engloba trabalhadores de todos os tipos. Trabalhadores da indústria  do sexo, estudantes, músicos, metalúrgicos, camponeses etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual  a importância para vocês que os jovens apoiem movimentos sociais, como o  MST? No Brasil, atualmente, a juventude raramente se engaja em lutas  sociais. Como ela se comporta nos EUA?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É a juventude que  muda o mundo e eu acredito ser de crucial importância que eles ganhem  perspectiva numa larga variedade de ideias e movimentos políticos que  estão abertos para a participação deles em seus próprios países. Nos  Estados Unidos, a juventude foi muito energizada pela campanha  presidencial do Obama e muitos se desiludiram com suas ações desde que  ele foi eleito. Existe muito descontentamento nos Estados Unidos com a  economia e com o prosseguimento das guerras no Oriente Médio e,  infelizmente, os semideuses da direita têm manipulado esse  descontentamento para os seus próprios propósitos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A  vitória dos republicanos nas últimas eleições nos parece um fiel  exemplo disso. Existem movimentos populares nos Estados Unidos capazes  de reverter esse quadro? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante a administração Bush,  houve um fortíssimo movimento antiguerra. Muito da energia desse  movimento foi canalizada para a campanha do Obama, quem eu considero uma  pessoa decente. Mas acredito que a alta cúpula do governo está repleta  de compromissos. A política nos Estados Unidos é dominada e operada pelo  grande capital e não me surpreende este giro à direita que tivemos  depois de dois anos com Obama. E não é porque sua política ameaçava a  elite em qualquer aspecto. Seu apoio contínuo à guerra do Afeganistão e o  resgate criminoso oferecido aos bancos e à indústria financeira são uma  clara indicação de sua fidelidade de classe. Mas o que sublinhou o  movimento da extrema direita na política estadunidense foi o desafio às  convenções culturais que o Obama representa. Existem muitos racistas nos  Estados Unidos que sequer podem dormir bem sabendo que existe um  presidente negro na Casa Branca. A extrema direita usou temas como raça,  sentimentos antigay e anti-imigrantes para reavivar a animosidade para  com o centrista Partido Democrata, deixando sua pauta econômica e de  poder por detrás e, assim, convencendo a maioria da classe trabalhadora  branca a votar contra os seus próprios interesses.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Que visão vocês tem sobre o recente processo político latino-americano?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Parece-me  que, enquanto os Estados Unidos focaram sua atenção em nossas guerras  imorais e ilegais no Oriente Médio, a América Latina foi deixada para  seguir seu próprio destino. Eu estou muito satisfeito que, ao longo do  curso da última década, movimentos realmente populares tenham começado a  influenciar a política do Estado e, eventualmente, tenham ascendido ao  poder na América Latina. Governos que explicitamente estão ao lado dos  pobres e da classe trabalhadora, ao mesmo tempo em que a população de  qualquer país deve estar atenta contra a corrupção. Eu acredito que é um  sinal encorajador que os oprimidos tenham, mais do que nunca, voz na  política latino-americana.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entrando na música, mas sem sair tanto da política, como uma banda como o RATM lida com a indústria cultural?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bom,  é bem possível que ninguém no Brasil jamais tivesse escutado o RATM ou  que ninguém se interessasse em ler esta entrevista se não fosse o fato  da música do RATM ser veiculada pela Sony Music. Logo no início da  banda, nós tomamos uma decisão de forma extremamente consciente sobre  como tentaríamos divulgar nossa mensagem revolucionária para o maior  número de pessoas possíveis ao redor do mundo. E, ainda que eu respeite  as decisões de outros artistas em lidar exclusivamente com gravadoras  independentes, nossos objetivos políticos são muito maiores. Nós  queremos que nossa música tenha um impacto mundial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A  influência musical de vocês é bastante vasta. Do RAP ao Rock, passando  pela música negra e até o heavy metal. Ela sempre se pautou pela  atividade política?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Minhas preferências musicais são  muito amplas e certamente nem sempre existe um componente político  nelas. Eu adoro heavy metal, como Black Sabbath, Iron Maiden e Rush,  assim como o hip-hop contemporâneo de DMX e Jay-Z e, obviamente, também  gosto de grupos políticos, como Public Enemy e The Clash. No RATM, nós  sempre sintetizamos nossas várias influências musicais para então  preencher com o nosso compromisso político.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Algo na música sul-americana é referência para você?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Um  dos meus maiores heróis musicais é Víctor Jara, o tremendamente  talentoso mártir do golpe de 1973 no Chile. Sua vida como músico e  ativista é muito inspiradora, especialmente no meu projeto solo, que  leva o nome de The Nightwatchman.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você apontaria novos talentos na música?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Eu  sou um grande fã de Gogol Bordello, The Arcade Fire, Bright Eyes e de  uma banda pouco conhecida fora da cidade de Nova York, que se chama  Outernational.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O RATM voltou para ficar? Há previsão para novos trabalhos?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Bem,  nós estamos juntos de verdade, como nosso show no Brasil demonstrou.  Atualmente, não existem planos para um novo disco, mas nós continuamos  amigos e fazendo shows. Mas o futuro não está escrito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vocês têm planos para retornar à América do Sul?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Eu  adoraria voltar em breve para tocar mais vezes e explorar o continente.  Nessa viagem, nós estivemos na América do Sul por menos de dez dias, o  que não foi nem de longe suficiente. Eu fui inspirado pelo público daí,  pelo encontro com o MST, pelo ensaio que nós vimos da escola de samba  Vai Vai, por visitar os túmulos de Víctor Jara e Allende no Chile, por  marchar com as Mães da Praça de Maio em Buenos Aires. Essas coisas serão  absorvidas por minha música no futuro. Finalmente, gostaria de  agradecer muito aos fãs do Brasil. Levamos dezenove anos para ir pela  primeira vez, mas garanto que não levaremos outros dezenove anos para  voltar. Nos veremos em breve.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;QUEM É&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Nascido em 1964 no Harlem, em Nova York, formado em ciências políticas na Universidade de Harvard, &lt;strong&gt;Tom Morello&lt;/strong&gt; foi incluído pela revista &lt;em&gt;Rolling Stone&lt;/em&gt; como um dos 100 maiores guitarristas de todos os tempos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-4768335143966623765?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.brasildefato.com.br/node/5098' title='Entrevista com Tom Morello do Rage Against the Machine'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/4768335143966623765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=4768335143966623765&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/4768335143966623765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/4768335143966623765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-tom-morello-do-rage.html' title='Entrevista com Tom Morello do Rage Against the Machine'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-7925805472730310633</id><published>2010-11-16T22:19:00.002-02:00</published><updated>2010-11-16T22:22:59.748-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Guia: Como reconhecer um direitista enrustido?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_UL5gef6g4hI/R-AsKM5ZyrI/AAAAAAAABIE/k0Xbc6TLiGE/s400/direitista_01.gif"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 326px; height: 288px;" src="http://bp3.blogger.com/_UL5gef6g4hI/R-AsKM5ZyrI/AAAAAAAABIE/k0Xbc6TLiGE/s400/direitista_01.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;por &lt;a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/2008/03/guia-como-reconhecer-um-direitista.html"&gt;André Lux&lt;/a&gt;, jornalista e crítico-spam (de esquerda)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado pelo texto do jornalista Leandro Fortes (&lt;a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/2008/03/saindo-do-armrio-direita-eu.html"&gt;clique aqui para ler&lt;/a&gt;), resolvi fazer uma listinha básica com dicas para quem quer aprender a identificar um direitista enrustido. Porque, como bem sabemos, ninguém tem coragem de admitir que é de direita no Brasil, mas prestando atenção aos discursos e atitudes das pessoas fica fácil identifica-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Como bem apontou Fortes, o direitista enrustido costuma bradar que odeia política e políticos em geral e que “não existe esse negócio de direita e esquerda”. Mas, na prática, é diferente. O cara vota no Maluf, em alguém do PFL, do PSDB ou em qualquer um que for o anti-petista ou anti-esquerdista da vez. Se Adolf Hitler em pessoa ressuscitar e chegar ao segundo turno contra Marta Suplicy, por exemplo, adivinhem só em quem ele vai votar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Eles adoram xingar os abusos da Telefônica, da CPFL e os pedágios caríssimos das estradas. Enquanto você concorda, são só sorrisos. Porém, na hora que você lembra que a culpa de tudo isso recai sobre as privatizações lesa-pátria ocorridas nos oito anos de governo FHC, ele fecha a cara e começa a defendê-las, alegando que “antes a gente tinha que esperar anos pra conseguir um telefone” e que a culpa é das “agências reguladoras” (que também foram criadas pelo FHC). Aí você explica que não é contra parcerias público-privadas, desde que elas sejam feitas em favor da população e não de um grupelho de “amigos do rei”. E então faz aquela fatídica constatação: “Realmente, hoje você consegue uma linha rapidinho, só que paga as tarifas mais caras do mundo, recebe em troca um serviço horrível e não tem ninguém para reclamar”. Se depois disso a pessoa se enfurecer e começar a falar mal do Lula, do PT ou de Cuba, pode ter certeza que você está diante de um direitista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Toda pessoa de direita acredita piamente que as pessoas são pobres porque querem. “O problema do Brasil é que pobre não gosta de trabalhar”, costumam repetir. De tanto ler a Veja e ver o Jornal Nacional, eles passam a crer que o sujeito mora numa favela e só consegue trabalhar de lixeiro porque “não quis estudar” ou “não se esforçou o suficiente para subir na vida”. Quando você lembra que essas pessoas não têm condições nem para comer, são obrigadas a trabalhar desde cedo largando os estudos e, devido a tudo isso, só conseguem arrumar subempregos, o direitista novamente vai fechar a cara e começar a resmungar coisas sem nexo do tipo: “Pode ser, mas se um vagabundo desses entrar na minha casa eu meto tiro!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Ainda em relação aos excluídos, o direitista vive dizendo que a solução para os problemas sociais do país é “investir em educação”. Claro que, como bom esquerdista, você vai concordar com ele. Mas você será obrigado a explicar que a direita, que governou o país desde que o Cabral invadiu essas terras, nunca investiu em cultura e em educação. Pelo contrário. E foi durante a ditadura militar de direita que o sistema público de ensino sofreu seu golpe mais duro, ficando totalmente sucateado. Então vai lembrar ao direitista que se todo mundo tivesse estudo e condições iguais para “subir na vida”, ele (ou ela) seria obrigado(a) a fazer faxina na própria casa ou a recolher o lixo da rua, já que ninguém mais precisaria se sujeitar a trabalhar nesses subempregos, exceto de forma voluntária para ajudar a comunidade - igual acontece em Cuba – ou no mínimo ganharia um salário igual ao de um médico. Pronto. Depois dessa é melhor você correr para um abrigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Pessoas de direita tendem a ser extremamente incoerentes. Via de regra, elas falam mal de tudo (política e políticos, programas na TV, filmes, jornalistas, sexualidade, música) e repetem que “o mundo está perdido”, “nada mais presta” ou “na minha época não tinha nada disso”. E geralmente terminam suas reclamações dizendo que a única solução para tudo isso é “jogar uma bomba atômica e começar tudo de novo”. Aí, logo depois, eles afirmar que são “conservadores”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Conheço uma dúzia de caras, por exemplo, que adoram o Pink Floyd (até tocam suas músicas em bandas cover) enquanto repetem jargões que deixariam até um nazista envergonhado. “Vai dizer que o Roger Waters é petista agora??” costumam vociferar quando você aponta essa incongruência a eles. Obviamente, os direitistas confundem ser “de esquerda” com “ser petista” ou “ser comunista”. Quando eles cantam “Imagine”, do Lennon, com certeza não se tocam que aquela é uma música que contesta o sistema vigente que eles defendem, ou seja, é de esquerda. E aí, voltamos à lógica esquizofrênica exposta acima: o direitista enrustido é contra tudo, acha que o mundo está perdido, que o ser humano não presta e que político é tudo FDP, mas na hora das eleições, dá seu voto aos sujeitos mais conservadores, reacionários e corruptos que existem. Justamente aqueles que, além de não mudar nada, vão deixar tudo ainda pior. Aqueles que, como diz Mino Carta, “querem deixar as coisas como estão para ver como é que ficam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Uma forma fácil de identificar um(a) direitista enrustido(a) é começar a falar sobre Cuba. Disfarçado no discurso “a favor da democracia e da liberdade”, você vai poder identificar todos os clichês mais obtusos que a mídia de direita usa para doutrinar os incautos. Não adianta você dizer que antes do Fidel, Cuba era uma ditadura de direita na qual a maioria esmagadora da população passava fome e não tinha direitos. Nem que, depois do Fidel, ninguém mais passa fome e todos têm acesso gratuito à educação, à saúde, à alimentação e ao transporte. Também é inútil explicar que, em Cuba, não existem crianças na rua pedindo esmola e que a maioria da população tem curso superior adquirido gratuitamente. Pois o direitista vai jogar na sua cara que em Cuba não existem carros zero km, nem telefone celular, nem shopping centers, nem DVD, nem liberdade de imprensa. Sim, trata-se da mesma pessoa que acabou de vociferar que “o mundo está perdido”, “na televisão só tem porcaria”, “jornalista é tudo safado e a imprensa é uma merda”, “hoje em dia essa molecada só quer gastar dinheiro com lixo” e “o problema do Brasil é a falta de educação e cultura”. Eu disse que coerência não é o forte deles, não disse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Direitista enrustido que se preze é a favor do neoliberalismo. Não, ele não tem idéia do que é isso nem quem inventou esse negócio, mas como ouviu o Arnaldo Jabor e o Django Mainardi dizendo que era a solução para os problemas do mundo, ele acreditou. E passou a repetir tudo como um bom papagaio: são contra o Estado e as Estatais (mas não reclamam quando dinheiro público é usado para salvar bancos privados da falência), a favor das privatizações (sim, as mesmas que o fazem espumar de ódio contra a Telefônica) e pregam a “redução dos impostos” (ao mesmo tempo em que choram de raiva por terem que pagar fortunas para ter plano de saúde privado). Como são manipulados pela mídia de direita, adoram meter o pau no governo Lula, não reconhecem nenhum mérito nele e acreditam (mesmo!) que tudo de bom que acontece hoje no país é resultado do governo FHC (embora eles odeiem política e todos os políticos, inclusive os do PSDB, lembram?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Outra característica marcante da turma da direita é a certeza absoluta que são donos da verdade. Quando eles falam sobre qualquer assunto, não estão emitindo uma opinião, mas sim uma verdade única e incontestável. A melhor forma de fazer um tipinho desses sair do armário e mostrar sua verdadeira face é simplesmente contestá-lo com argumentos sólidos e muita calma. Eles até vão tentar rebater, mas quando perceberem que o que estão dizendo é APENAS uma opinião e que, por mais que tentem te ridicularizar ou denegrir, você não vai mudar a sua opinião, o direitista enrustido vai então partir para ataques chulos e de cunho pessoal, como que tentando convencer os outros que o que você diz não tem valor, afinal trata-se de uma pessoa má, feia, fedida, chata ou qualquer outra coisa. Em última instância, o direitista enrustido vai perder todas as estribeiras e acabará apelando para o último recurso usado na tentativa de calar o interlocutor: ameaçar processá-lo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então? Você conhece um não conhece um monte de gente assim por aí? Vai ver você é uma delas. Mas não se desespere, pois sempre é hora para mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como diz John Lennon, eu espero que um dia você possa se juntar a nós para que o mundo possa ser um só...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-7925805472730310633?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://tudo-em-cima.blogspot.com/2008/03/guia-como-reconhecer-um-direitista.html' title='Guia: Como reconhecer um direitista enrustido?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/7925805472730310633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=7925805472730310633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7925805472730310633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/7925805472730310633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/11/guia-como-reconhecer-um-direitista.html' title='Guia: Como reconhecer um direitista enrustido?'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_UL5gef6g4hI/R-AsKM5ZyrI/AAAAAAAABIE/k0Xbc6TLiGE/s72-c/direitista_01.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-5980148446889731607</id><published>2010-11-16T16:01:00.006-02:00</published><updated>2010-11-16T21:44:46.168-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Seria cômico se não fosse trágico</title><content type='html'>Marcelo Adnet ironiza eleitores elitistas no Comédia MTV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jrUVle5wdPY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jrUVle5wdPY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você achou o vídeo cômico, "exagerado" ou "absurdo" assista então ao comentário do "vomitador de opiniões" da RBS de Santa Catarina, um tal de Luiz Carlos Prates, que é mais um dos poodles raivosos amestrados travestidos de jornalistas daquela elite grotesca ridicularizada pelo comediante Marcelo Adnet...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uwh3_tE_VG4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uwh3_tE_VG4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto é de André Lux do blog &lt;a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/"&gt;Tudo em Cima&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-5980148446889731607?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/5980148446889731607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=5980148446889731607&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5980148446889731607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/5980148446889731607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/11/seria-comico-se-nao-fosse-tragico.html' title='Seria cômico se não fosse trágico'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-2939574459748231883</id><published>2010-11-16T00:45:00.004-02:00</published><updated>2010-11-16T01:01:25.243-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Eu luto por um mundo melhor</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TOHzmL_sKZI/AAAAAAAABP0/PjX_23LU-gs/s1600/IMG_0048.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TOHzmL_sKZI/AAAAAAAABP0/PjX_23LU-gs/s400/IMG_0048.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539976854022924690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu luto por um mundo melhor&lt;br /&gt;Eu faço a minha parte&lt;br /&gt;Não acumulo o supérfluo&lt;br /&gt;Não articulo um disparate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho filhas pra criar&lt;br /&gt;E demonstrar&lt;br /&gt;O que é melhor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero um mundo diferente&lt;br /&gt;Onde eu fale e também ouça&lt;br /&gt;O diferente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde a semente&lt;br /&gt;Que eu plantar&lt;br /&gt;Dê muito fruto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom lugar&lt;br /&gt;Para sonhar&lt;br /&gt;E construir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a velha exploração&lt;br /&gt;E nenhuma&lt;br /&gt;Intimidação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sonho&lt;br /&gt;E trabalho&lt;br /&gt;E escrevo essas palavras simples&lt;br /&gt;Sem qualquer complicação&lt;br /&gt;Pois minha arma&lt;br /&gt;É a palavra&lt;br /&gt;Força da libertação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34396798-2939574459748231883?l=cantonoturno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantonoturno.blogspot.com/feeds/2939574459748231883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34396798&amp;postID=2939574459748231883&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2939574459748231883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34396798/posts/default/2939574459748231883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantonoturno.blogspot.com/2010/11/eu-luto-por-um-mundo-melhor.html' title='Eu luto por um mundo melhor'/><author><name>Alfredo Rebello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08408352979184244337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://farm2.static.flickr.com/1074/1152882230_b4d5ed7a34_o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cBFjBnNv0dM/TOHzmL_sKZI/AAAAAAAABP0/PjX_23LU-gs/s72-c/IMG_0048.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34396798.post-4099556233844587303</id><published>2010-11-15T23:08:00.002-02:00</published><updated>2010-11-15T23:11:56.813-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Exploração de funcionários paralisa Paris</title><content type='html'>A Ecole Normale Superieur, rue D'Ulm, viveiro da nata intelectual da     República Francesa (Bergson, Sartre, Althusser, Foucault etc.), está     em polvorosa. Marlon Miguel, carioca, que estuda Filosofia por lá     desde 2008 (Master, e em breve Doutorado) enviou o que segue e pede     divulgação.&lt;br /&gt;   _________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A         França viveu nas últimas semanas uma série de protestos,         mobilizações e greves         com o anúncio do governo de recuar a aposentadoria de 60 para 62         anos. Desse         movimento, integrado por diferentes classes sociais e as mais         diversas faixas         etárias, uma série de questões emergiram. Questões que têm         problematizado a         estrutura social do trabalho e a exploração capitalista aliada a         onda de         reformas liberais. As reivindicações iniciais lançaram assim uma         nova série de         outras reivindicações, abriram espaço a reflexões e análises da         conjuntura em         diversos setores diferentes, que por fim revelaram abusos e         explorações         bastante sérias.       &lt;p class="yiv1168107091MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Nesse quadro         vimos aparecer nas últimas semanas um debate sobre a condição         dos         chamados  &lt;span lang="FR"&gt;précaires&lt;/span&gt; , os         trabalhadores com contratos de curta duração (CDD, &lt;span lang="FR"&gt;&lt;i&gt;contrat à durée déterminée&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;). A         prática de CDDs na França aumentou excessivamente na última         década e refletem o         avanço de uma política econômica neo-liberal, na qual os         trabalhadores não         possuem direitos trabalhistas plenos e se encontram em situações         precárias por         vários anos. Em princípio, os CDDs seriam destinados a tarefas         definidas, por         uma razão específica e por uma duração máxima de 36 meses           necessidade de se         cumprir uma tarefa determinada em uma empresa que não possui um         funcionário         qualificado para aquela função e/ou ligada a substituição         temporária de um         funcionário doente ou em licença, por exemplo. O que vemos hoje         entretanto é um         alargamento e um uso excessivo dessa prática, de modo que         empresas mantém por         vários anos funcionários nessa situação.&lt;/p&gt;       &lt;p class="yiv1168107091MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Essa modalidade         de contrato, em que o trabalhador não tem a menor segurança, nem         acesso pleno a seus direitos, é  compreensível  dentro da lógica         de uma empresa         capitalista   trata-se da exploração máxima da mão de obra, sem         o  prejuízo          que representa contratar de verdade um funcionário. Para a         segurança do         funcionário, no entanto, a lei prevê que se um trabalhador         assina diversos         contratos de duração determinada ao longo de seis anos com um         mesmo empregador,         então este deve conceder ao primeiro um CDI (&lt;span lang="FR"&gt;&lt;i&gt;contrat             à durée indéterminée&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="FR"&gt;, contrato           sem duração determinada a direitos plenos). &lt;/span&gt;Conseqüência evidente,         visto que nesse caso o empregado não cumpre mais uma função          extra          ou de  substituição , mas é necessário para a empresa.&lt;/p&gt;       &lt;p class="yiv1168107091MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Toda essa         lógica de exploração da mão de obra é, do ponto de vista ético,         extremamente problemática, mas ela se tornou motivo de escândalo         ao ser         constatado que ela vem sendo praticada pelas próprias         instituições do Estado. É         o caso da prestigiosa École Normale Supérieure (ENS), que se         tornou o palco de         uma verdadeira guerra política ao longo das últimas duas         semanas. Descobriu-se         que diversos funcionários possuem CDDs de três meses sendo         renovados há mais de         seis anos, alguns há mais de dez anos, e com salários congelados         a 1100 euros         (o salário mínimo na França estando em torno de 1350 euros). São         funcionários         da cantina, biblioteca, jardinagem, secretarias, etc. que         possuem problemas         como aluguel de apartamentos e regularização de seguro-saúde,         visto que não         possuem verdadeiros contratos e salários. A isso tudo se         adiciona que diversos         funcionários, por estarem em CDD, não são remunerados durante as         férias         escolares.&lt;/p&gt;       &lt;p class="yiv1168107091MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;A         ENS é uma instituição pública, gerada por pessoas ligadas aos         Estado, e que tem         como objetivo formar a elite intelectual e política francesa. Os         alunos, após         passarem por um concurso público extremamente disputado, assinam         um contrato         com o Estado e se tornam funcionários. Jovens então na faixa de         20 anos ganham         um salário em torno de 1400 euros e conquistam um futuro         bastante certo. A         diferença gritante no seio da instituição levou a uma reflexão e         movimentação         intensa e indignada por parte dos alunos e funcionários em         situação precária. O         movimento, sobretudo por parte dos alunos, reivindica o fim de         CDDs e aumento         dos salários de todos os funcionário para, no mínimo, o mesmo         valor do deles.         Os empregados  precários  se juntam pouco a pouco ao movimento,         mas ainda são         minoria ativa, visto que ao fazerem greve não são pagos o         e
